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Notícias
03
jul
2007
(MADEIRA E PRODUTOS)
Estudo destaca resistência do pau-brasil
Um estudo realizado no Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) destacou as características de resistência do pau-brasil (Caesalpinia echinata), árvore símbolo do País. Segundo o trabalho, a madeira da espécie se comportou de maneira semelhante ao angico-preto (Anadenathera macrocarpa), madeira comercial considerada de altíssima resistência.
Segundo a Agência Fapesp, o trabalho, de autoria da cientista Claudia Alves da Silva, analisou a composição da parede celular da madeira do pau-brasil com o objetivo de verificar a resistência a organismos xilófagos, como cupins e fungos. Foi utilizado o cerne do pau-brasil, a parte do tronco em que está o corante vermelho conhecido como brasileína.
Amostras da madeira permaneceram durante semanas em contato com fungos e cupins. Depois, as amostras foram pesadas e o desgaste na madeira mensurado. As comparações foram feitas com as madeiras de eucalipto (Eucalyptus grandis) e pinus (Pinus elliotti), além do angico-preto, muito utilizado na confecção de dormentes de trens, segundo a Fapesp.
Enquanto 85,2% dos cupins que foram colocados em contato com a madeira do pau-brasil morreram, o índice de mortalidade dos insetos no angico-preto foi de 86,3%. Em pínus esse índice foi de 55,4%, e, no eucalipto, de 32,5%. Quanto à resistência aos fungos apodrecedores, apenas 1% da madeira do pau-brasil sofreu desgaste. Essa porcentagem foi cerca de 2% para o angico-preto, 10% para o pínus e 16% para o eucalipto.
Segundo a Agência Fapesp, o trabalho, de autoria da cientista Claudia Alves da Silva, analisou a composição da parede celular da madeira do pau-brasil com o objetivo de verificar a resistência a organismos xilófagos, como cupins e fungos. Foi utilizado o cerne do pau-brasil, a parte do tronco em que está o corante vermelho conhecido como brasileína.
Amostras da madeira permaneceram durante semanas em contato com fungos e cupins. Depois, as amostras foram pesadas e o desgaste na madeira mensurado. As comparações foram feitas com as madeiras de eucalipto (Eucalyptus grandis) e pinus (Pinus elliotti), além do angico-preto, muito utilizado na confecção de dormentes de trens, segundo a Fapesp.
Enquanto 85,2% dos cupins que foram colocados em contato com a madeira do pau-brasil morreram, o índice de mortalidade dos insetos no angico-preto foi de 86,3%. Em pínus esse índice foi de 55,4%, e, no eucalipto, de 32,5%. Quanto à resistência aos fungos apodrecedores, apenas 1% da madeira do pau-brasil sofreu desgaste. Essa porcentagem foi cerca de 2% para o angico-preto, 10% para o pínus e 16% para o eucalipto.
Fonte: Terra / IParaíba. Adaptado por Celulose Online.
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