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Notícias
02
jul
2007
(CARBONO)
União de bancos padronizam crédito de carbono
Um grupo de mais de 10 bancos (incluindo ABN Amro, Barclays Capital, Citigroup, Credit Suisse, Deutsche Bank e Morgan Stanley) chegaram a uma padronização para as reduções de carbono compradas por empresas e indivíduos com o objetivo de diminuir os efeitos negativos das suas atividades sobre o clima.
Os bancos alegaram que estão reagindo ao crescente risco à sua reputação, após a publicação de relatórios que alertam sobre os vários problemas no mercado de carbono. Em abril, o jornal Financial Times encontrou vários exemplos de empresas que negociavam os créditos, mas estes não possuíam nenhum benefício ambiental. Os principais problemas estão no mercado de carbono voluntário, que não é regulado pelos governos, ao contrario do mercado para os créditos - estabelecido sob o Protocolo de Kyoto e sob o esquema de comércio de emissões da União Européia.
Os bancos concordaram em basear o chamado padrão de redução voluntária (voluntary offset standard) em um sistema de verificações estabelecido pelo Protocolo de Kyoto. As empresas que venderem as reduções baseadas nestes padrões terão as suas operações verificadas por outras empresas independentes, evitando as fraudes.
Em conformidade, as reduções devem ser baseadas em projetos que utilizem uma, entre várias metodologias. Além disso, as empresas não podem receber créditos de carbono relacionados à utilização de energia nuclear ou de grandes hidroelétricas.
Os bancos não podem exigir que todas empresas utilizem os padrões, mas esperam que, ao publicar os critérios, as empresas e os consumidores sejam incentivados. Um indivíduo ou uma empresa pode se tornar neutro em carbono ao comprar um certo número de reduções, equivalente a suas emissões de carbono.
Os bancos alegaram que estão reagindo ao crescente risco à sua reputação, após a publicação de relatórios que alertam sobre os vários problemas no mercado de carbono. Em abril, o jornal Financial Times encontrou vários exemplos de empresas que negociavam os créditos, mas estes não possuíam nenhum benefício ambiental. Os principais problemas estão no mercado de carbono voluntário, que não é regulado pelos governos, ao contrario do mercado para os créditos - estabelecido sob o Protocolo de Kyoto e sob o esquema de comércio de emissões da União Européia.
Os bancos concordaram em basear o chamado padrão de redução voluntária (voluntary offset standard) em um sistema de verificações estabelecido pelo Protocolo de Kyoto. As empresas que venderem as reduções baseadas nestes padrões terão as suas operações verificadas por outras empresas independentes, evitando as fraudes.
Em conformidade, as reduções devem ser baseadas em projetos que utilizem uma, entre várias metodologias. Além disso, as empresas não podem receber créditos de carbono relacionados à utilização de energia nuclear ou de grandes hidroelétricas.
Os bancos não podem exigir que todas empresas utilizem os padrões, mas esperam que, ao publicar os critérios, as empresas e os consumidores sejam incentivados. Um indivíduo ou uma empresa pode se tornar neutro em carbono ao comprar um certo número de reduções, equivalente a suas emissões de carbono.
Fonte: CarbonoBrasil
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