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Notícias
30
jun
2007
(AQUECIMENTO GLOBAL)
Banco Mundial quer tratar de clima na América Latina
Ajudar os países a se preparar para as mudanças no clima e para combatê-las será um dos focos mais importantes do trabalho do Banco Mundial na América Latina nos próximos 12 meses, afirmou a chefe regional da instituição, Pamela Cox. Da escassez de água à disseminação da malária nos Andes, o aquecimento global vai afetar o crescimento econômico da região, disse ela.
Segundo Cox, os países têm de tomar mais providências para conter suas emissões de gases do efeito estufa como o dióxido de carbono e o metano.
"Temos de convencer esses países que é do interesse deles", afirmou Cox numa entrevista na quarta-feira (27). De acordo com ela, principalmente Brasil e México têm de ser orientados para adotar o caminho da energia com baixo nível de emissões de carbono.
O banco já destinou cerca de 200 milhões de dólares à contenção da emissão de gases poluentes na região, como na redução das emissões de metano em depósitos de lixo. Só de cobrir os depósitos de lixo, é possível captar as emissões de gás metano e comprar créditos de carbono para vender a grandes empresas. As queimadas são outra grande fonte de emissões, e o banco quer ajudar o Brasil a usar a floresta amazônica de forma sustentável, por exemplo ao esclarecer os direitos de propriedade de terra dos povos indígenas.
"A Amazônia pode ser um assunto sensível para o Brasil. Não estamos dizendo para proteger toda a Amazônia", disse Cox. "Não estamos falando de um zoológico gigante. Estamos trabalhando em vários problemas: 25 milhões de pessoas moram lá, como obter empregos, questões de infra-estrutura e a construção de estradas."
Cox foi a Londres para dar ao governo britânico os resultados do último relatório do banco sobre a região. A mudança no clima será o tema do próximo relatório. De acordo com ela, o impacto do aquecimento global já começa a ser sentido.
"Estimamos que o Equador terá de gastar 100 milhões de dólares nos próximos 20 anos para desenvolver novos recursos hídricos", disse ela, referindo-se à dependência equatoriana ao gelo que derrete nas montanhas.
Na Colômbia, a malária apareceu pela primeira vez a 2.000 metros de altitude, disse ela. E, no Caribe, o banco acabou de aumentar o financiamento para a proteção de seguradoras no caso de grandes furacões. A região também sofre com a degradação dos recifes de coral, grande atrativo turístico em Belize.
Segundo Cox, os países têm de tomar mais providências para conter suas emissões de gases do efeito estufa como o dióxido de carbono e o metano.
"Temos de convencer esses países que é do interesse deles", afirmou Cox numa entrevista na quarta-feira (27). De acordo com ela, principalmente Brasil e México têm de ser orientados para adotar o caminho da energia com baixo nível de emissões de carbono.
O banco já destinou cerca de 200 milhões de dólares à contenção da emissão de gases poluentes na região, como na redução das emissões de metano em depósitos de lixo. Só de cobrir os depósitos de lixo, é possível captar as emissões de gás metano e comprar créditos de carbono para vender a grandes empresas. As queimadas são outra grande fonte de emissões, e o banco quer ajudar o Brasil a usar a floresta amazônica de forma sustentável, por exemplo ao esclarecer os direitos de propriedade de terra dos povos indígenas.
"A Amazônia pode ser um assunto sensível para o Brasil. Não estamos dizendo para proteger toda a Amazônia", disse Cox. "Não estamos falando de um zoológico gigante. Estamos trabalhando em vários problemas: 25 milhões de pessoas moram lá, como obter empregos, questões de infra-estrutura e a construção de estradas."
Cox foi a Londres para dar ao governo britânico os resultados do último relatório do banco sobre a região. A mudança no clima será o tema do próximo relatório. De acordo com ela, o impacto do aquecimento global já começa a ser sentido.
"Estimamos que o Equador terá de gastar 100 milhões de dólares nos próximos 20 anos para desenvolver novos recursos hídricos", disse ela, referindo-se à dependência equatoriana ao gelo que derrete nas montanhas.
Na Colômbia, a malária apareceu pela primeira vez a 2.000 metros de altitude, disse ela. E, no Caribe, o banco acabou de aumentar o financiamento para a proteção de seguradoras no caso de grandes furacões. A região também sofre com a degradação dos recifes de coral, grande atrativo turístico em Belize.
Fonte: JB Online
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