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Notícias
25
jun
2007
(REFLORESTAMENTO)
Pesquisa revela novidades para reflorestamento
Um estudo publicado pela revista científica Nature aponta que o reflorestamento da floresta tropical depende do equilíbrio existente entre os níveis de nitrogênio e os de fósforo. A pesquisa ajudará os especialistas a calcular quanto tempo as selvas tropicais demoram para se recuperar dos desmatamentos. Além disso, o estudo permitirá melhorar a gestão dos ecossistemas da floresta amazônica com problemas. Outro dado revela que 16% da floresta tropical da bacia do Amazonas no Brasil foi desmatada para uso agrícola.
Apesar deste alto índice de desmatamento, os especialistas acreditam que metade dessa área poderá se regenerar. Segundo a pesquisa, após o abandono dos cultivos agrícolas, a terra fica com níveis de nitrogênio baixos, o que faz com que as plantas conservem o pouco que resta. Quando a floresta volta a surgir e os níveis de nitrogênio aumentam, o fósforo se transforma no elemento que limita o reflorestamento das plantas. Os pesquisadores estimaram que o ciclo de nitrogênio se recupera após 70 anos dos desmatamentos
O estudo foi feito por pesquisadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), da Embrapa Amazônia Oriental, do Departamento de Botânica do Museu Paraense Emílio Goeldi e do Centro de Pesquisas Woods Hole, nos Estados Unidos. Quem se interessar pelo documento, pode acessá-lo no site da revista: www.nature.com.
Apesar deste alto índice de desmatamento, os especialistas acreditam que metade dessa área poderá se regenerar. Segundo a pesquisa, após o abandono dos cultivos agrícolas, a terra fica com níveis de nitrogênio baixos, o que faz com que as plantas conservem o pouco que resta. Quando a floresta volta a surgir e os níveis de nitrogênio aumentam, o fósforo se transforma no elemento que limita o reflorestamento das plantas. Os pesquisadores estimaram que o ciclo de nitrogênio se recupera após 70 anos dos desmatamentos
O estudo foi feito por pesquisadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), da Embrapa Amazônia Oriental, do Departamento de Botânica do Museu Paraense Emílio Goeldi e do Centro de Pesquisas Woods Hole, nos Estados Unidos. Quem se interessar pelo documento, pode acessá-lo no site da revista: www.nature.com.
Fonte: O Estado de São Paulo e Agência Fapesp. Adaptado por Celulose Online.
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