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Notícias
19
jun
2007
(EXPORTAÇÃO)
Drawback, apoio técnico e dólar baixo favorecem importação
O regime aduaneiro de drawback, que desonera os impostos de importação na reexportação do produto acabado, e o apoio técnico do American Hardwood Export Council, que reúne as principais associações comerciais para produtos de madeira dura norte-americana, pode ser uma fórmula alternativa para a indústria moveleira no Brasil, aproveitando as baixas cotações do dólar.
A madeira americana tem grande potencial para agregar valor e conquistar demandas internacionais, como o próprio mercado americano de móveis feitos em carvalho vermelho, a espécie “vedete” dos Estados Unidos. No ano passado os EUA importaram US$ 22 bilhões em móveis de vários países que compraram sua madeira dura, como a China, Canadá e México.
Com escritórios na Ásia, Europa e México, o American Hardwood Export Council agora está no Brasil para dar apoio técnico sobre vinte das melhores espécies com alto grau de aceitação nos países do primeiro mundo. A matéria-prima estadunidense tem características importantes para a indústria moveleira brasileira com vistas à exportação. Entre elas o fato de que há estoques disponíveis durante todo o ano, como garantia de abastecimento regular.
No Brasil, algumas indústrias têm utilizado madeira dura americana, sobretudo o carvalho vermelho – espécie com maior demanda entre consumidores de móveis dos Estados Unidos – e carvalho branco. Ambas as espécies têm espaço garantido no mercado internacional de móveis, inclusive na Europa, onde o AHEC iniciou uma intensa campanha publicitária.
Ambiente favorável
A matéria-prima americana tem sido favorecida e aceita no mercado pela grande preocupação mundial com o meio ambiente, já que o crescimento das florestas tem ultrapassado o corte há muitos anos, resultando em uma alta sustentabilidade. Além da certificação florestal, a classificação da madeira americana, via National Hardwood Lumber Association (NHLA), já é conhecida e utilizada pelo mercado exportador brasileiro e mundial.
A madeira americana tem grande potencial para agregar valor e conquistar demandas internacionais, como o próprio mercado americano de móveis feitos em carvalho vermelho, a espécie “vedete” dos Estados Unidos. No ano passado os EUA importaram US$ 22 bilhões em móveis de vários países que compraram sua madeira dura, como a China, Canadá e México.
Com escritórios na Ásia, Europa e México, o American Hardwood Export Council agora está no Brasil para dar apoio técnico sobre vinte das melhores espécies com alto grau de aceitação nos países do primeiro mundo. A matéria-prima estadunidense tem características importantes para a indústria moveleira brasileira com vistas à exportação. Entre elas o fato de que há estoques disponíveis durante todo o ano, como garantia de abastecimento regular.
No Brasil, algumas indústrias têm utilizado madeira dura americana, sobretudo o carvalho vermelho – espécie com maior demanda entre consumidores de móveis dos Estados Unidos – e carvalho branco. Ambas as espécies têm espaço garantido no mercado internacional de móveis, inclusive na Europa, onde o AHEC iniciou uma intensa campanha publicitária.
Ambiente favorável
A matéria-prima americana tem sido favorecida e aceita no mercado pela grande preocupação mundial com o meio ambiente, já que o crescimento das florestas tem ultrapassado o corte há muitos anos, resultando em uma alta sustentabilidade. Além da certificação florestal, a classificação da madeira americana, via National Hardwood Lumber Association (NHLA), já é conhecida e utilizada pelo mercado exportador brasileiro e mundial.
Fonte: American Hardwood Export Council
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