Voltar
Notícias
15
jun
2007
(ECONOMIA)
Números do PIB indicam economia com sinais de estabilidade
Os números do Produto Interno Bruto (PIB) - divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que a economia brasileira dá sinais de um panorama de estabilidade, segundo o coordenador de Contas Nacionais do instituto, Roberto Olinto.
"As nossas últimas análises estão trazendo pontos de destaque semelhantes. O consumo vem apresentando sistematicamente taxas altas e já há alguns trimestres as exportações crescem a taxas bem menores do que as importações. É um comportamento de uma economia que já tem características de certa estabilidade", disse Olinto.
O levantamento do IBGE indicou que o PIB cresceu 4,3% no primeiro trimestre de 2007 em relação ao mesmo período do ano passado. Já na comparação com o último trimestre de 2006, a expansão foi de 0,8%.
Ainda segundo o técnico do IBGE, as intermediações financeiras e os serviços de informação foram os grandes destaques do crescimento dos trimestres de 2006 e 2007. A expansão de 9% nas intermediações financeiras, segundo Olinto, foi impulsionada pelo aumento de crédito para pessoas físicas e para construção civil. Já os serviços de informação tiveram influência do crescimento da telefonia móvel.
Roberto Olinto destacou que a telefonia fixa vem sendo substituída, em muitos casos, pelos celulares e pela telefonia pela internet. Com esse movimento, os serviços de informação registraram alta de 7,3% no primeiro trimestre de 2007, quando comparado com o primeiro trimestre de 2006.
Olinto também destacou o crescimento do consumo das famílias, cuja expansão foi de 6% nesta mesma base de comparação. Este resultado foi o 14º aumento consecutivo, a maior taxa em sete anos. No primeiro trimestre de 2000, o consumo das famílias brasileiras havia subido 10,3%.
Segundo Cláudia Dionísio, da coordenação de Contas Nacionais do instituto, o movimento é explicado pelo aumento de 6,4% da massa salarial no período e também pela expansão do crédito, que teve elevação de 24,6%.
A maior oferta de crédito, especialmente para a construção civil, somada ao crescimento das importações, com destaque para as máquinas e equipamentos, também impulsionou a expansão de 7,2% na Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que indica os investimentos da economia.
Apesar do movimento observado na FBCF, a taxa de investimento da economia ficou estável em 17,2%. Este também foi o patamar alcançado no primeiro trimestre do ano passado. Essa estabilidade pode ser explicada, segundo Olinto, porque os investimentos cresceram em quantidade, mas ficaram mais baratos em função, principalmente, da valorização do real frente ao dólar, que deixou as importações de máquinas e equipamentos mais baratos. "Compra-se mais pagando-se menos", explicou Olinto.
O IBGE também revelou que a taxa de poupança do primeiro trimestre de 2007 ficou em 17,4%, a maior desde o primeiro trimestre de 2004 (18,3%). No primeiro trimestre de 2006, a taxa de poupança havia sido de 16,4%.
Em valores nominais, o PIB brasileiro nos três primeiros meses do ano somou R$ 596,1 bilhões. No mesmo período do ano passado, o PIB somava R$ 539,3 bilhões.
O IBGE também divulgou revisões nos números do PIB relativos aos quatro trimestres de 2006. De acordo com os dados divulgados hoje (13), o quarto trimestre do ano passado passou de um crescimento de 0,9% para 1,1%; o terceiro trimestre de 2006 foi de 2,6% para 2,7%; o segundo trimestre do ano passado passou de menos 0,5% para menos 0,4%, e o primeiro trimestre de 2006 passou de 1,6% para 1,3%.
"As nossas últimas análises estão trazendo pontos de destaque semelhantes. O consumo vem apresentando sistematicamente taxas altas e já há alguns trimestres as exportações crescem a taxas bem menores do que as importações. É um comportamento de uma economia que já tem características de certa estabilidade", disse Olinto.
O levantamento do IBGE indicou que o PIB cresceu 4,3% no primeiro trimestre de 2007 em relação ao mesmo período do ano passado. Já na comparação com o último trimestre de 2006, a expansão foi de 0,8%.
Ainda segundo o técnico do IBGE, as intermediações financeiras e os serviços de informação foram os grandes destaques do crescimento dos trimestres de 2006 e 2007. A expansão de 9% nas intermediações financeiras, segundo Olinto, foi impulsionada pelo aumento de crédito para pessoas físicas e para construção civil. Já os serviços de informação tiveram influência do crescimento da telefonia móvel.
Roberto Olinto destacou que a telefonia fixa vem sendo substituída, em muitos casos, pelos celulares e pela telefonia pela internet. Com esse movimento, os serviços de informação registraram alta de 7,3% no primeiro trimestre de 2007, quando comparado com o primeiro trimestre de 2006.
Olinto também destacou o crescimento do consumo das famílias, cuja expansão foi de 6% nesta mesma base de comparação. Este resultado foi o 14º aumento consecutivo, a maior taxa em sete anos. No primeiro trimestre de 2000, o consumo das famílias brasileiras havia subido 10,3%.
Segundo Cláudia Dionísio, da coordenação de Contas Nacionais do instituto, o movimento é explicado pelo aumento de 6,4% da massa salarial no período e também pela expansão do crédito, que teve elevação de 24,6%.
A maior oferta de crédito, especialmente para a construção civil, somada ao crescimento das importações, com destaque para as máquinas e equipamentos, também impulsionou a expansão de 7,2% na Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que indica os investimentos da economia.
Apesar do movimento observado na FBCF, a taxa de investimento da economia ficou estável em 17,2%. Este também foi o patamar alcançado no primeiro trimestre do ano passado. Essa estabilidade pode ser explicada, segundo Olinto, porque os investimentos cresceram em quantidade, mas ficaram mais baratos em função, principalmente, da valorização do real frente ao dólar, que deixou as importações de máquinas e equipamentos mais baratos. "Compra-se mais pagando-se menos", explicou Olinto.
O IBGE também revelou que a taxa de poupança do primeiro trimestre de 2007 ficou em 17,4%, a maior desde o primeiro trimestre de 2004 (18,3%). No primeiro trimestre de 2006, a taxa de poupança havia sido de 16,4%.
Em valores nominais, o PIB brasileiro nos três primeiros meses do ano somou R$ 596,1 bilhões. No mesmo período do ano passado, o PIB somava R$ 539,3 bilhões.
O IBGE também divulgou revisões nos números do PIB relativos aos quatro trimestres de 2006. De acordo com os dados divulgados hoje (13), o quarto trimestre do ano passado passou de um crescimento de 0,9% para 1,1%; o terceiro trimestre de 2006 foi de 2,6% para 2,7%; o segundo trimestre do ano passado passou de menos 0,5% para menos 0,4%, e o primeiro trimestre de 2006 passou de 1,6% para 1,3%.
Fonte: com Agência Brasil
Notícias em destaque
El Niño pode pressionar oferta global de celulose e alterar dinâmica do mercado, avalia JPMorgan
Banco aponta a Suzano como uma das empresas mais resilientes diante dos potenciais impactos do fenômeno climático sobre a...
(MERCADO)
Mobiliário modular feito com painéis de grama.
O banco Clique Luxe do Studio TK, desenhado por Mario Ruiz, apresenta painéis estruturais à base de grama da Plantd como componentes...
(GERAL)
Exportações de móveis recuam, enquanto suprimentos produtivos avançam no acumulado do ano
O comércio exterior da cadeia de móveis brasileira atravessou o segundo trimestre de 2026 em um ambiente marcado por maior...
(EXPORTAÇÃO)
A produtividade florestal também depende do executor
Durante uma conversa entre profissionais do setor florestal, surgiu uma pergunta interessante:
— Depois de tantos anos acompanhando a...
(SILVICULTURA)
Pouca gente sabe, mas existe uma árvore de 2 mil anos na África do Sul que “ruge” quando o vento sopra entre os galhos e armazena até 4.500 litros de água no próprio tronco, virando fonte de vida da comunidade
Pouca gente sabe, mas existe uma árvore de 2 mil anos na África do Sul que “ruge” quando o vento sopra entre os galhos e...
(GERAL)
Como avaliar produtividade florestal
Um povoamento com bom fechamento de copa nem sempre entrega o melhor resultado econômico. Em campo, a diferença entre uma floresta...
(GERAL)














