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Notícias
13
jun
2007
(ECONOMIA)
Governo anuncia medidas para garantir competitividade da indústria
Os ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Miguel Jorge, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, anunciaram hoje, o programa Revitaliza, com medidas para garantir a competitividade da indústria nacional frente à valorização do real.
Entre elas está a criação de três linhas especiais de financiamento com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a compensação pelo Tesouro Nacional das taxas de juros. Uma linha de crédito é destinada a capital de giro, outra a investimento e a terceira para apoio à exportação. Serão beneficiadas empresas com faturamento anual de até R$ 300 milhões dos setores de calçados, artefatos de couro, vestuário e móveis.
Para Mantega, o objetivo das medidas é "garantir a competitividade da indústria nacional em pé de igualdade com a indústria globalizada de outros países". Miguel Jorge disse que o governo não está tomando medidas para "premiar a ineficiência" e que outras ações serão adotadas.
O valor total do financimento é de R$ 3 bilhões. As condições do programa são as melhores do mercado. A taxa de juros para capital de giro é de 8,5% ao ano, mas se o empresário pagar as parcelas em dia, ele tem um bônus de 20% que permite a redução dessa taxa para 6,8%. O prazo para esse tipo de financiamento é de 36 meses com carência de até 18.
No caso da linha de crédito para investimento, a taxa é de 7% e com o bônus, cai para 5,6%. O prazo é de 8 anos com carência de três. Para estimular as exportações, a taxa é de 7% e com o bônus de 20%, fica em 5,6%. O prazo é de 36 meses, com carência de 18.
A estimativa de custo para o Tesouro Nacional, com a redução das taxas, é de R$ 407 milhões.
O segundo grupo de medidas anunciadas pelo governo inclui a redução do prazo para apropriação dos créditos de PIS-Cofins nos investimentos. Atualmente, as empresas abatem em 24 meses os impostos pagos na aquisição de máquinas e equipamentos. A medida permite que os impostos sejam abatidos imediatamente para os setores de têxteis e confecções, calçados, móveis, eletroeletrônico e automotivos. A estimativa do governo é de que 4.300 empresas sejam beneficiadas, e o custo em 12 meses é de R$ 600 milhões.
O governo também ampliou o regime especial de aquisição de bens de capital para empresas exportadoras (Recap). Hoje, as empresas que exportam mais de 80% da produção têm direito de suspender o PIS-Cofins na aquisição de insumos e máquinas e equipamentos. A proposta é reduzir para 60% o percentual que dá direito à suspensão do tributo.
Entre elas está a criação de três linhas especiais de financiamento com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a compensação pelo Tesouro Nacional das taxas de juros. Uma linha de crédito é destinada a capital de giro, outra a investimento e a terceira para apoio à exportação. Serão beneficiadas empresas com faturamento anual de até R$ 300 milhões dos setores de calçados, artefatos de couro, vestuário e móveis.
Para Mantega, o objetivo das medidas é "garantir a competitividade da indústria nacional em pé de igualdade com a indústria globalizada de outros países". Miguel Jorge disse que o governo não está tomando medidas para "premiar a ineficiência" e que outras ações serão adotadas.
O valor total do financimento é de R$ 3 bilhões. As condições do programa são as melhores do mercado. A taxa de juros para capital de giro é de 8,5% ao ano, mas se o empresário pagar as parcelas em dia, ele tem um bônus de 20% que permite a redução dessa taxa para 6,8%. O prazo para esse tipo de financiamento é de 36 meses com carência de até 18.
No caso da linha de crédito para investimento, a taxa é de 7% e com o bônus, cai para 5,6%. O prazo é de 8 anos com carência de três. Para estimular as exportações, a taxa é de 7% e com o bônus de 20%, fica em 5,6%. O prazo é de 36 meses, com carência de 18.
A estimativa de custo para o Tesouro Nacional, com a redução das taxas, é de R$ 407 milhões.
O segundo grupo de medidas anunciadas pelo governo inclui a redução do prazo para apropriação dos créditos de PIS-Cofins nos investimentos. Atualmente, as empresas abatem em 24 meses os impostos pagos na aquisição de máquinas e equipamentos. A medida permite que os impostos sejam abatidos imediatamente para os setores de têxteis e confecções, calçados, móveis, eletroeletrônico e automotivos. A estimativa do governo é de que 4.300 empresas sejam beneficiadas, e o custo em 12 meses é de R$ 600 milhões.
O governo também ampliou o regime especial de aquisição de bens de capital para empresas exportadoras (Recap). Hoje, as empresas que exportam mais de 80% da produção têm direito de suspender o PIS-Cofins na aquisição de insumos e máquinas e equipamentos. A proposta é reduzir para 60% o percentual que dá direito à suspensão do tributo.
Fonte: Agênciabrasil
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