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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Exportação é alternativa contra crise
A exportação tem sido uma alternativa para a indústria moveleira do país. Apesar de representar menos de 1% da receita do setor, as vendas ao mercado externo crescem em ritmo acelerado e devem fechar o ano com expansão de 20%, segundo a Abimovel. Nos dois primeiros meses de 2003, totalizaram US$ 84 milhões, cerca de 15% mais que no mesmo período do ano anterior, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior do governo federal.No entanto, ainda há um caminho longo até que as fábricas estejam preparadas para competir no exterior, afirma o presidente da Abimóvel, Domingos Sávio Rigoni. Enquanto o país exportou US$ 535 milhões em móveis no ano passado, acrescenta Rigoni, as exportações de derivados de madeira atingiram US$ 1,7 bilhão. "É preciso parar de vender matéria-prima apenas e exportar produtos acabados." Para isso, a Abimovel conta com o Promovel, um programa com 16 projetos que buscam modernizar a indústria nacional. Há ainda a parceria com a Apex, a agência de promoção de comércio exterior ligada ao governo federal. No entanto, esse órgão vem sendo criticado por priorizar apenas a prospecção de novos mercados em vez de preparar as fábricas para exportar.
Segundo o presidente da Abimóvel, apesar dos altos investimentos feitos nos anos 90, as empresas que usam tecnologia de ponta são poucas entre um universo grande de firmas com baixa produtividade. Além disso, como não há muitas delas especializadas na produção de partes, componentes e produtos semi-acabados para móveis, a verticalização da produção doméstica aumenta os custos industriais. "Cabe destacar ainda a enorme informalidade no país." A indústria brasileira de móveis tem 13,5 mil micro, pequenas e médias empresas. A maioria delas está na região centro-sul do país, onde estão os principais pólos do setor, como Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul; São Bento do Sul, em Santa Catarina; Ubá, em Minas Gerais; Arapongas, no Paraná; Mirassol, Votuporanga e São Paulo, em São Paulo; e Linhares, no Espírito Santo.
Fonte:Panorama Brasil
Segundo o presidente da Abimóvel, apesar dos altos investimentos feitos nos anos 90, as empresas que usam tecnologia de ponta são poucas entre um universo grande de firmas com baixa produtividade. Além disso, como não há muitas delas especializadas na produção de partes, componentes e produtos semi-acabados para móveis, a verticalização da produção doméstica aumenta os custos industriais. "Cabe destacar ainda a enorme informalidade no país." A indústria brasileira de móveis tem 13,5 mil micro, pequenas e médias empresas. A maioria delas está na região centro-sul do país, onde estão os principais pólos do setor, como Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul; São Bento do Sul, em Santa Catarina; Ubá, em Minas Gerais; Arapongas, no Paraná; Mirassol, Votuporanga e São Paulo, em São Paulo; e Linhares, no Espírito Santo.
Fonte:Panorama Brasil
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