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Notícias
04
jun
2007
(COMÉRCIO EXTERIOR)
Brasil irá priorizar exportação com maior valor agregado
O Brasil intensificará a busca por uma presença maior de produtos com valor agregado no mercado internacional e também para expandir e aprofundar estes mercados, incentivando a inteligência comercial. É o que espera Alessandro Teixeira, economista que assumiu, a presidência da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), três anos após ter atuado como vice-presidente executivo do órgão.
Para agregar valor a pauta de exportação brasileira, altamente concentrada na venda de commodities agrícolas, a Agência irá promover a criação de marcas e a diferenciação dos produtos vendidos, disse Teixeira, em entrevista ao DCI. "Exportar commodities é fundamental, a demanda mundial por alimentos vai crescer e, por isso, o preço deve continuar subindo. Mas a nossa diretriz é que o Brasil não seja um eterno exportador de commodities", ressalta Teixeira. Uma das estratégias é agregar valor no próprio setor alimentício, via produtos funcionais - "um leite com vitaminas, por exemplo, passa a ser uma commodity de valor diferenciado. Cafés especiais, cosméticos, temos vários setores que podem ter valor agregado", justifica Teixeira.
A Apex-Brasil, dentro da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior, deve promover ainda alguns setores tidos como estratégicos para a competitividade brasileira. Os setores de software, semicondutores, bens de capital - setores perpassam todas as atividades de produção industrial - além de fármacos e medicamentos pelo processo de inovação. Também nos setores em que o Brasil possui condições de disputar em igualdade competitiva com países desenvolvidos, como biotecnologia, nanotecnologia e energias renováveis. De acordo com Teixeira, a sua entrada na Apex fortalecerá o setor de etanol. "Nós dividiremos com o Ministério das Relações Exteriores a interlocução com os EUA para produção conjunta de etanol em terceiros mercados, prevista no memorando de entendimento assinado com o Brasil", explica Teixeira. A intenção é, não só exportar, mas internacionalizar o etanol brasileiro, já que o país é um dos principais produtores mundiais do biocombustível.
Atualmente, Teixeira acumula a direção da Apex-Brasil, deixada por Juan Quirós, e a presidência Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). "O fato de ter presidido a ABDI me faz um conhecedor da política industrial e isso é fundamental para promover a exportação na cadeia produtiva. Hoje eu tenho mais condições de debater com os setores brasileiros", avalia o economista. A Apex deve aprofundar o diálogo com os setores contidos no Plano Estratégico Setorial (PES) da ABDI - Frutas Processadas; Têxtil; Cosméticos; Equipamentos Médicos e Odontológicos; Plásticos; Aeronáutico; Calçados; Automação Industrial; Móveis e Confecção. "É fundamental fazer o planejamento com os setores para melhorar a oferta exportável e aumentar participação brasileira no mercado internacional", justifica.
Um outro desafio para o novo presidente da Apex é a internacionalização da cadeia produtiva brasileira. "A nossa idéia é que a agência seja um nódulo da rede internacional que o Brasil precisa constituir em curto prazo. Os Centros de Distribuição são uma parte de uma estratégia de internacionalização da cadeia produtiva brasileira, devemos inaugurar novas unidades na Rússia, China e África do Sul", antecipa.
A Apex trabalha com 33 mercados prioritários nos diferentes continentes. "Trabalhamos com um número elevado de mercados prioritários e, por isso, temos que priorizar os segmentos e os canais de distribuição mais adequados em cada mercado". Na Ásia, os focos são China, Japão, Índia e Cingapura; no Oriente Médio, os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita; nas Américas, o foco são os Estados Unidos, México, a Colômbia, o Chile, a Argentina e a Costa Rica; na Europa, a Alemanha, o Reino Unido, Portugal, Rússia e Polônia; e no continente africano a atuação será ampliada, com ações de promoção na África do Sul, Angola, Nigéria, Marrocos e Egito - além de ações no âmbito do Mercosul
A Apex-Brasil foi criada com o objetivo estimular as exportações a partir de ações de promoção comercial, aumentando a visibilidade de produtos e serviços brasileiros no exterior.
Também deve criar instrumentos que agilizem os canais de distribuição. Em 2007, a meta é atingir US$ 152 bilhões em exportação, valor 11% acima do alcançado em 2006, de US$ 137,5 bilhões.
Brasil irá priorizar exportação com maior valor agregado
O Brasil intensificará a busca por uma presença maior de produtos com valor agregado no mercado internacional e também para expandir e aprofundar estes mercados, incentivando a inteligência comercial. É o que espera Alessandro Teixeira, economista que assumiu, no último dia 18, a presidência da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), três anos após ter atuado como vice-presidente executivo do órgão.
Para agregar valor a pauta de exportação brasileira, altamente concentrada na venda de commodities agrícolas, a Agência irá promover a criação de marcas e a diferenciação dos produtos vendidos, disse Teixeira, em entrevista ao DCI. "Exportar commodities é fundamental, a demanda mundial por alimentos vai crescer e, por isso, o preço deve continuar subindo. Mas a nossa diretriz é que o Brasil não seja um eterno exportador de commodities", ressalta Teixeira. Uma das estratégias é agregar valor no próprio setor alimentício, via produtos funcionais - "um leite com vitaminas, por exemplo, passa a ser uma commodity de valor diferenciado. Cafés especiais, cosméticos, temos vários setores que podem ter valor agregado", justifica Teixeira.
A Apex-Brasil, dentro da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior, deve promover ainda alguns setores tidos como estratégicos para a competitividade brasileira. Os setores de software, semicondutores, bens de capital - setores perpassam todas as atividades de produção industrial - além de fármacos e medicamentos pelo processo de inovação. Também nos setores em que o Brasil possui condições de disputar em igualdade competitiva com países desenvolvidos, como biotecnologia, nanotecnologia e energias renováveis. De acordo com Teixeira, a sua entrada na Apex fortalecerá o setor de etanol. "Nós dividiremos com o Ministério das Relações Exteriores a interlocução com os EUA para produção conjunta de etanol em terceiros mercados, prevista no memorando de entendimento assinado com o Brasil", explica Teixeira. A intenção é, não só exportar, mas internacionalizar o etanol brasileiro, já que o país é um dos principais produtores mundiais do biocombustível.
Atualmente, Teixeira acumula a direção da Apex-Brasil, deixada por Juan Quirós, e a presidência Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). "O fato de ter presidido a ABDI me faz um conhecedor da política industrial e isso é fundamental para promover a exportação na cadeia produtiva. Hoje eu tenho mais condições de debater com os setores brasileiros", avalia o economista. A Apex deve aprofundar o diálogo com os setores contidos no Plano Estratégico Setorial (PES) da ABDI - Frutas Processadas; Têxtil; Cosméticos; Equipamentos Médicos e Odontológicos; Plásticos; Aeronáutico; Calçados; Automação Industrial; Móveis e Confecção. "É fundamental fazer o planejamento com os setores para melhorar a oferta exportável e aumentar participação brasileira no mercado internacional", justifica.
Um outro desafio para o novo presidente da Apex é a internacionalização da cadeia produtiva brasileira. "A nossa idéia é que a agência seja um nódulo da rede internacional que o Brasil precisa constituir em curto prazo. Os Centros de Distribuição são uma parte de uma estratégia de internacionalização da cadeia produtiva brasileira, devemos inaugurar novas unidades na Rússia, China e África do Sul", antecipa.
A Apex trabalha com 33 mercados prioritários nos diferentes continentes. "Trabalhamos com um número elevado de mercados prioritários e, por isso, temos que priorizar os segmentos e os canais de distribuição mais adequados em cada mercado". Na Ásia, os focos são China, Japão, Índia e Cingapura; no Oriente Médio, os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita; nas Américas, o foco são os Estados Unidos, México, a Colômbia, o Chile, a Argentina e a Costa Rica; na Europa, a Alemanha, o Reino Unido, Portugal, Rússia e Polônia; e no continente africano a atuação será ampliada, com ações de promoção na África do Sul, Angola, Nigéria, Marrocos e Egito - além de ações no âmbito do Mercosul
A Apex-Brasil foi criada com o objetivo estimular as exportações a partir de ações de promoção comercial, aumentando a visibilidade de produtos e serviços brasileiros no exterior.
Também deve criar instrumentos que agilizem os canais de distribuição. Em 2007, a meta é atingir US$ 152 bilhões em exportação, valor 11% acima do alcançado em 2006, de US$ 137,5 bilhões.
Para agregar valor a pauta de exportação brasileira, altamente concentrada na venda de commodities agrícolas, a Agência irá promover a criação de marcas e a diferenciação dos produtos vendidos, disse Teixeira, em entrevista ao DCI. "Exportar commodities é fundamental, a demanda mundial por alimentos vai crescer e, por isso, o preço deve continuar subindo. Mas a nossa diretriz é que o Brasil não seja um eterno exportador de commodities", ressalta Teixeira. Uma das estratégias é agregar valor no próprio setor alimentício, via produtos funcionais - "um leite com vitaminas, por exemplo, passa a ser uma commodity de valor diferenciado. Cafés especiais, cosméticos, temos vários setores que podem ter valor agregado", justifica Teixeira.
A Apex-Brasil, dentro da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior, deve promover ainda alguns setores tidos como estratégicos para a competitividade brasileira. Os setores de software, semicondutores, bens de capital - setores perpassam todas as atividades de produção industrial - além de fármacos e medicamentos pelo processo de inovação. Também nos setores em que o Brasil possui condições de disputar em igualdade competitiva com países desenvolvidos, como biotecnologia, nanotecnologia e energias renováveis. De acordo com Teixeira, a sua entrada na Apex fortalecerá o setor de etanol. "Nós dividiremos com o Ministério das Relações Exteriores a interlocução com os EUA para produção conjunta de etanol em terceiros mercados, prevista no memorando de entendimento assinado com o Brasil", explica Teixeira. A intenção é, não só exportar, mas internacionalizar o etanol brasileiro, já que o país é um dos principais produtores mundiais do biocombustível.
Atualmente, Teixeira acumula a direção da Apex-Brasil, deixada por Juan Quirós, e a presidência Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). "O fato de ter presidido a ABDI me faz um conhecedor da política industrial e isso é fundamental para promover a exportação na cadeia produtiva. Hoje eu tenho mais condições de debater com os setores brasileiros", avalia o economista. A Apex deve aprofundar o diálogo com os setores contidos no Plano Estratégico Setorial (PES) da ABDI - Frutas Processadas; Têxtil; Cosméticos; Equipamentos Médicos e Odontológicos; Plásticos; Aeronáutico; Calçados; Automação Industrial; Móveis e Confecção. "É fundamental fazer o planejamento com os setores para melhorar a oferta exportável e aumentar participação brasileira no mercado internacional", justifica.
Um outro desafio para o novo presidente da Apex é a internacionalização da cadeia produtiva brasileira. "A nossa idéia é que a agência seja um nódulo da rede internacional que o Brasil precisa constituir em curto prazo. Os Centros de Distribuição são uma parte de uma estratégia de internacionalização da cadeia produtiva brasileira, devemos inaugurar novas unidades na Rússia, China e África do Sul", antecipa.
A Apex trabalha com 33 mercados prioritários nos diferentes continentes. "Trabalhamos com um número elevado de mercados prioritários e, por isso, temos que priorizar os segmentos e os canais de distribuição mais adequados em cada mercado". Na Ásia, os focos são China, Japão, Índia e Cingapura; no Oriente Médio, os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita; nas Américas, o foco são os Estados Unidos, México, a Colômbia, o Chile, a Argentina e a Costa Rica; na Europa, a Alemanha, o Reino Unido, Portugal, Rússia e Polônia; e no continente africano a atuação será ampliada, com ações de promoção na África do Sul, Angola, Nigéria, Marrocos e Egito - além de ações no âmbito do Mercosul
A Apex-Brasil foi criada com o objetivo estimular as exportações a partir de ações de promoção comercial, aumentando a visibilidade de produtos e serviços brasileiros no exterior.
Também deve criar instrumentos que agilizem os canais de distribuição. Em 2007, a meta é atingir US$ 152 bilhões em exportação, valor 11% acima do alcançado em 2006, de US$ 137,5 bilhões.
Brasil irá priorizar exportação com maior valor agregado
O Brasil intensificará a busca por uma presença maior de produtos com valor agregado no mercado internacional e também para expandir e aprofundar estes mercados, incentivando a inteligência comercial. É o que espera Alessandro Teixeira, economista que assumiu, no último dia 18, a presidência da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), três anos após ter atuado como vice-presidente executivo do órgão.
Para agregar valor a pauta de exportação brasileira, altamente concentrada na venda de commodities agrícolas, a Agência irá promover a criação de marcas e a diferenciação dos produtos vendidos, disse Teixeira, em entrevista ao DCI. "Exportar commodities é fundamental, a demanda mundial por alimentos vai crescer e, por isso, o preço deve continuar subindo. Mas a nossa diretriz é que o Brasil não seja um eterno exportador de commodities", ressalta Teixeira. Uma das estratégias é agregar valor no próprio setor alimentício, via produtos funcionais - "um leite com vitaminas, por exemplo, passa a ser uma commodity de valor diferenciado. Cafés especiais, cosméticos, temos vários setores que podem ter valor agregado", justifica Teixeira.
A Apex-Brasil, dentro da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior, deve promover ainda alguns setores tidos como estratégicos para a competitividade brasileira. Os setores de software, semicondutores, bens de capital - setores perpassam todas as atividades de produção industrial - além de fármacos e medicamentos pelo processo de inovação. Também nos setores em que o Brasil possui condições de disputar em igualdade competitiva com países desenvolvidos, como biotecnologia, nanotecnologia e energias renováveis. De acordo com Teixeira, a sua entrada na Apex fortalecerá o setor de etanol. "Nós dividiremos com o Ministério das Relações Exteriores a interlocução com os EUA para produção conjunta de etanol em terceiros mercados, prevista no memorando de entendimento assinado com o Brasil", explica Teixeira. A intenção é, não só exportar, mas internacionalizar o etanol brasileiro, já que o país é um dos principais produtores mundiais do biocombustível.
Atualmente, Teixeira acumula a direção da Apex-Brasil, deixada por Juan Quirós, e a presidência Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). "O fato de ter presidido a ABDI me faz um conhecedor da política industrial e isso é fundamental para promover a exportação na cadeia produtiva. Hoje eu tenho mais condições de debater com os setores brasileiros", avalia o economista. A Apex deve aprofundar o diálogo com os setores contidos no Plano Estratégico Setorial (PES) da ABDI - Frutas Processadas; Têxtil; Cosméticos; Equipamentos Médicos e Odontológicos; Plásticos; Aeronáutico; Calçados; Automação Industrial; Móveis e Confecção. "É fundamental fazer o planejamento com os setores para melhorar a oferta exportável e aumentar participação brasileira no mercado internacional", justifica.
Um outro desafio para o novo presidente da Apex é a internacionalização da cadeia produtiva brasileira. "A nossa idéia é que a agência seja um nódulo da rede internacional que o Brasil precisa constituir em curto prazo. Os Centros de Distribuição são uma parte de uma estratégia de internacionalização da cadeia produtiva brasileira, devemos inaugurar novas unidades na Rússia, China e África do Sul", antecipa.
A Apex trabalha com 33 mercados prioritários nos diferentes continentes. "Trabalhamos com um número elevado de mercados prioritários e, por isso, temos que priorizar os segmentos e os canais de distribuição mais adequados em cada mercado". Na Ásia, os focos são China, Japão, Índia e Cingapura; no Oriente Médio, os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita; nas Américas, o foco são os Estados Unidos, México, a Colômbia, o Chile, a Argentina e a Costa Rica; na Europa, a Alemanha, o Reino Unido, Portugal, Rússia e Polônia; e no continente africano a atuação será ampliada, com ações de promoção na África do Sul, Angola, Nigéria, Marrocos e Egito - além de ações no âmbito do Mercosul
A Apex-Brasil foi criada com o objetivo estimular as exportações a partir de ações de promoção comercial, aumentando a visibilidade de produtos e serviços brasileiros no exterior.
Também deve criar instrumentos que agilizem os canais de distribuição. Em 2007, a meta é atingir US$ 152 bilhões em exportação, valor 11% acima do alcançado em 2006, de US$ 137,5 bilhões.
Fonte: Global21
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