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Notícias
02
jun
2007
(GERAL)
Produção de MDF pode triplicar até 2009
Hoje, o Estado do RS conta com apenas uma indústria de chapas de MDF, também da Fibraplac. A unidade, localizada em Glorinha, tem capacidade para produzir 500 mil metros cúbicos por ano, resultado de um investimento de US$ 140 milhões na duplicação do complexo concluída no ano passado.
Embalada pelo crescimento anual superior a 20% no mercado de MDF no Brasil, a empresa agora prepara a aplicação de R$ 250 milhões na implantação do novo complexo. As obras devem iniciar em 30 dias, e a nova fábrica deve começar a operar em até 15 meses, gerando cerca de 800 empregos diretos. De acordo com o diretor do Grupo Isdra, Alberto Isdra, a planta será duas vezes maior do que a de Glorinha. Isso representa cerca de 1 milhão de metros cúbicos por ano.
Quem também pode engordar a produção do insumo no Rio Grande do Sul é a Masisa, que no ano passado assinou um protocolo de intenções para o investimento de R$ 200 milhões na instalação de uma planta industrial para 350 mil metros cúbicos/ano no município de Montenegro.
O projeto ainda não está confirmado. O grupo chileno espera a liberação do licenciamento ambiental da Fepam para o empreendimento. Depois disso, o plano ainda será submetido à aprovação dos acionistas no Chile. Quando referendada pelos investidores, a obra ainda levará 18 meses para ser concluída. Se o projeto da Masisa se concretizar, a produção de MDF vai mais do que triplicar em dois anos, saltando dos atuais 500 mil metros cúbicos/ano para 1,85 milhão de metros cúbicos ano.
Os investimentos na produção de MDF são impulsionados pela crescente adoção das placas na indústria moveleira e na construção civil. Só esta última já responde por cerca de um quarto do consumo do produto no País. Nas edificações, as chapas são utilizadas na montagem de esquadrias, portas e marcos e no acabamento dos shafts (revestimentos das tubulações).
O vice-presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado, Jorge Mattielo, destaca que o MDF vem ocupando o espaço da madeira maciça no mercado nacional e no exterior. "No Brasil precisamos de uma fábrica nova do insumo por ano", detalha.
O investimento da Fibraplac também reafirma a tendência de aportes na cadeia florestal da Metade-Sul, que também deve contar com plantio de florestas para abastecer as fábricas de celulose da Aracruz e da Votorantim Celulose e Papel (VCP), que ainda não definiu o local de sua nova fábrica. Inicialmente, a linha de produção da Fibraplac, em Rio Grande, deve ser abastecida com 30% de pinus e 70% de eucalipto, mas o objetivo é chegar a 100% de eucalipto.
Embalada pelo crescimento anual superior a 20% no mercado de MDF no Brasil, a empresa agora prepara a aplicação de R$ 250 milhões na implantação do novo complexo. As obras devem iniciar em 30 dias, e a nova fábrica deve começar a operar em até 15 meses, gerando cerca de 800 empregos diretos. De acordo com o diretor do Grupo Isdra, Alberto Isdra, a planta será duas vezes maior do que a de Glorinha. Isso representa cerca de 1 milhão de metros cúbicos por ano.
Quem também pode engordar a produção do insumo no Rio Grande do Sul é a Masisa, que no ano passado assinou um protocolo de intenções para o investimento de R$ 200 milhões na instalação de uma planta industrial para 350 mil metros cúbicos/ano no município de Montenegro.
O projeto ainda não está confirmado. O grupo chileno espera a liberação do licenciamento ambiental da Fepam para o empreendimento. Depois disso, o plano ainda será submetido à aprovação dos acionistas no Chile. Quando referendada pelos investidores, a obra ainda levará 18 meses para ser concluída. Se o projeto da Masisa se concretizar, a produção de MDF vai mais do que triplicar em dois anos, saltando dos atuais 500 mil metros cúbicos/ano para 1,85 milhão de metros cúbicos ano.
Os investimentos na produção de MDF são impulsionados pela crescente adoção das placas na indústria moveleira e na construção civil. Só esta última já responde por cerca de um quarto do consumo do produto no País. Nas edificações, as chapas são utilizadas na montagem de esquadrias, portas e marcos e no acabamento dos shafts (revestimentos das tubulações).
O vice-presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado, Jorge Mattielo, destaca que o MDF vem ocupando o espaço da madeira maciça no mercado nacional e no exterior. "No Brasil precisamos de uma fábrica nova do insumo por ano", detalha.
O investimento da Fibraplac também reafirma a tendência de aportes na cadeia florestal da Metade-Sul, que também deve contar com plantio de florestas para abastecer as fábricas de celulose da Aracruz e da Votorantim Celulose e Papel (VCP), que ainda não definiu o local de sua nova fábrica. Inicialmente, a linha de produção da Fibraplac, em Rio Grande, deve ser abastecida com 30% de pinus e 70% de eucalipto, mas o objetivo é chegar a 100% de eucalipto.
Fonte: Jornal do Comercio
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