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Notícias
30
mai
2007
(MEIO AMBIENTE)
Índia pode ajudar na vigilância da Amazônia
Brasil e Índia podem iniciar uma cooperação no campo da vigilância amazônica, afirma uma reportagem publicada pelo jornal "The Times of India" nesta segunda-feira, uma semana antes da visita de três dias que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará a Nova Déli.
Funcionários das chancelarias brasileira e indiana trabalham para finalizar memorandos de entendimento que poderiam ser assinados entre Lula e o primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh, em áreas como cooperação nuclear, agricultura, medicina e farmacêutica.
Segundo o jornal, "parece certo que um (memorando) será assinado na área espacial". O Brasil poderia ceder espaço em "uma de suas instalações de solo já existentes" para que a Índia montasse um módulo de monitoramento de satélites.
O memorando também preveria que a Índia compartilhasse suas imagens de satélite com o Brasil para auxiliar no monitoramento das áreas verdes brasileiras, em especial a Amazônia.
Menos adiantadas estariam negociações para transferir tecnologia de controle e lançamento de satélites da Índia para o Brasil, um tema em relação ao qual Nova Déli tem demonstrado reticência, diz o jornal.
Além disso, também haveria negociações entre a Petrobras e sua equivalente indiana, a estatal ONGC (sigla para Oil and Natural Gas Corporation), que já possui ações na bacia de Campos, no Rio de Janeiro, e teria interesse em aumentar sua participação.
"Tem havido intercâmbio de dados e informações de ambos os lados, mas parece que pela própria natureza das negociações sobre petróleo, os avanços desaceleraram", diz o "Times of India".
A viagem de Lula à Índia faz parte de um giro do presidente brasileiro por três continentes. No dia 1º, Lula chega a Londres para assistir ao amistoso entre Brasil e Inglaterra. Segue para a Índia, de lá para o Marrocos e, no dia 7, participa na Alemanha da reunião do G8 (o grupo das sete economias mais industrializadas e a Rússia), como convidado.
Funcionários das chancelarias brasileira e indiana trabalham para finalizar memorandos de entendimento que poderiam ser assinados entre Lula e o primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh, em áreas como cooperação nuclear, agricultura, medicina e farmacêutica.
Segundo o jornal, "parece certo que um (memorando) será assinado na área espacial". O Brasil poderia ceder espaço em "uma de suas instalações de solo já existentes" para que a Índia montasse um módulo de monitoramento de satélites.
O memorando também preveria que a Índia compartilhasse suas imagens de satélite com o Brasil para auxiliar no monitoramento das áreas verdes brasileiras, em especial a Amazônia.
Menos adiantadas estariam negociações para transferir tecnologia de controle e lançamento de satélites da Índia para o Brasil, um tema em relação ao qual Nova Déli tem demonstrado reticência, diz o jornal.
Além disso, também haveria negociações entre a Petrobras e sua equivalente indiana, a estatal ONGC (sigla para Oil and Natural Gas Corporation), que já possui ações na bacia de Campos, no Rio de Janeiro, e teria interesse em aumentar sua participação.
"Tem havido intercâmbio de dados e informações de ambos os lados, mas parece que pela própria natureza das negociações sobre petróleo, os avanços desaceleraram", diz o "Times of India".
A viagem de Lula à Índia faz parte de um giro do presidente brasileiro por três continentes. No dia 1º, Lula chega a Londres para assistir ao amistoso entre Brasil e Inglaterra. Segue para a Índia, de lá para o Marrocos e, no dia 7, participa na Alemanha da reunião do G8 (o grupo das sete economias mais industrializadas e a Rússia), como convidado.
Fonte: BBC - British Broadcasting Corporation
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