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Notícias
18
mai
2007
(IBAMA)
Greve no Ibama afeta exportação madeireira do Amazonas
Pelo menos R$ 80 mil em madeira estão deixando de ser exportados do Amazonas para o mercado europeu, em virtude da greve dos funcionários do Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, deflagrada no estado desde o dia 3.
Segundo Francisco Antônio, gerente de exportação e logística da madeireira Mil, sediada no município de Itacoatiara, aproximadamente 100 metros cúbicos de madeira ficam parados diariamente na empresa por falta de fiscalização e da liberação por parte do Ibama. "Desde que a greve do Ibama começou no Amazonas, esses processos estão empacados e sem a exportação para a Holanda, nosso principal cliente, o prejuízo diário é estimado em até R$ 90 mil", informou.
Para o diretor-presidente da Afloram - Agência de Florestas do Amazonas, Malvino Salvador, apesar dos 13 dias de paralisação no Ibama, ainda não é possível mensurar os prejuízos causados no interior do estado sem a fiscalização ambiental. Desde outubro do ano passado, explicou, as atividades de licenciamento, liberação das atividades madeireiras e planos de manejo, se feitos em áreas com menos de 50 mil hectares, são de responsabilidade do governo estadual, por meio do Ipaam - Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas.
"Neste momento, ainda não temos como calcular os prejuízos da greve. Mas sobre as reservas de desenvolvimento sustentável, como a de Mamirauá, as atividades de controle ambiental estão transcorrendo normalmente", afirmou Salvador.
Na segunda-feira (14), o juiz substituto da 17ª Vara Federal em Brasília, José Gutemberg de Barros Filho, concedeu decisão provisória determinando que 50% dos servidores efetivos do Ibama retornem ao trabalho. A medida foi tomada a pedido da direção da autarquia na semana passada.
O analista ambiental Marcelo Dutra, funcionário do Ibama no Amazonas, lembrou que os servidores já estão cumprindo essa decisão desde ontem (16). Ele garantiu, no entanto, que a partir de segunda-feira (21) será iniciada uma "greve política, principalmente para sensibilizar a sociedade de que o instituto é o principal guardião do meio ambiente brasileiro".
E acrescentou: "Faremos uma nova assembléia com os servidores e reivindicaremos a reposição salarial. Não queremos prejudicar a sociedade, mas fazê-la entender a importância de não enfraquecer o Ibama por conta da criação do Instituto Chico Mendes".
Segundo Francisco Antônio, gerente de exportação e logística da madeireira Mil, sediada no município de Itacoatiara, aproximadamente 100 metros cúbicos de madeira ficam parados diariamente na empresa por falta de fiscalização e da liberação por parte do Ibama. "Desde que a greve do Ibama começou no Amazonas, esses processos estão empacados e sem a exportação para a Holanda, nosso principal cliente, o prejuízo diário é estimado em até R$ 90 mil", informou.
Para o diretor-presidente da Afloram - Agência de Florestas do Amazonas, Malvino Salvador, apesar dos 13 dias de paralisação no Ibama, ainda não é possível mensurar os prejuízos causados no interior do estado sem a fiscalização ambiental. Desde outubro do ano passado, explicou, as atividades de licenciamento, liberação das atividades madeireiras e planos de manejo, se feitos em áreas com menos de 50 mil hectares, são de responsabilidade do governo estadual, por meio do Ipaam - Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas.
"Neste momento, ainda não temos como calcular os prejuízos da greve. Mas sobre as reservas de desenvolvimento sustentável, como a de Mamirauá, as atividades de controle ambiental estão transcorrendo normalmente", afirmou Salvador.
Na segunda-feira (14), o juiz substituto da 17ª Vara Federal em Brasília, José Gutemberg de Barros Filho, concedeu decisão provisória determinando que 50% dos servidores efetivos do Ibama retornem ao trabalho. A medida foi tomada a pedido da direção da autarquia na semana passada.
O analista ambiental Marcelo Dutra, funcionário do Ibama no Amazonas, lembrou que os servidores já estão cumprindo essa decisão desde ontem (16). Ele garantiu, no entanto, que a partir de segunda-feira (21) será iniciada uma "greve política, principalmente para sensibilizar a sociedade de que o instituto é o principal guardião do meio ambiente brasileiro".
E acrescentou: "Faremos uma nova assembléia com os servidores e reivindicaremos a reposição salarial. Não queremos prejudicar a sociedade, mas fazê-la entender a importância de não enfraquecer o Ibama por conta da criação do Instituto Chico Mendes".
Fonte: Amanda Mota/ Agência Brasil
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