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Notícias
01
mai
2007
(ECONOMIA)
Chile, Brasil e Colômbia são os mais atraentes para investir
Chile, Brasil e Colômbia são, nesta ordem, os países da América Latina mais atrativos para investimentos privados em infra-estrutura, segundo relatório divulgado na 2ª reunião do Fórum Econômico Mundial para a região, em Santiago.
Por outro lado, Argentina, Bolívia e Venezuela são os que têm as piores condições para receber capitais privados para desenvolver projetos em áreas como portos e aeroportos, acrescenta o documento "Análise comparativa do atrativo nacional para investimentos privados em infra-estrutura".
O estudo, que engloba 12 países da América Latina e do Caribe, considera o entorno macroeconômico, a segurança jurídica, o risco político, a facilidade de acesso à informação e o desenvolvimento dos mercados financeiros. O Chile encabeça a lista, com 5,43 pontos em uma escala de 0 a 7. Em seguida estão Brasil (4,4), Colômbia (4,33), Peru (4,23) e México (4,04).
Os 12 países, exceto Chile -que se encaixa em uma "categoria própria" por ter "ambiente extremadamente propício" aos investimentos privados em infra-estrutura- foram divididos em quatro grupos. O primeiro, com Brasil, Peru e Colômbia, são países que mostraram "desempenho consideravelmente forte" na maioria dos aspectos, exceto em relação à segurança jurídica, no caso brasileiro, e da relação entre a sociedade civil e o governo, no Peru. Sobre o último grupo, o documento ressalta que as condições gerais dos indicadores são pobres e que seu desafio é adotar "agenda extensiva de reformas que apontem à melhora do clima de investimentos".
Por outro lado, Argentina, Bolívia e Venezuela são os que têm as piores condições para receber capitais privados para desenvolver projetos em áreas como portos e aeroportos, acrescenta o documento "Análise comparativa do atrativo nacional para investimentos privados em infra-estrutura".
O estudo, que engloba 12 países da América Latina e do Caribe, considera o entorno macroeconômico, a segurança jurídica, o risco político, a facilidade de acesso à informação e o desenvolvimento dos mercados financeiros. O Chile encabeça a lista, com 5,43 pontos em uma escala de 0 a 7. Em seguida estão Brasil (4,4), Colômbia (4,33), Peru (4,23) e México (4,04).
Os 12 países, exceto Chile -que se encaixa em uma "categoria própria" por ter "ambiente extremadamente propício" aos investimentos privados em infra-estrutura- foram divididos em quatro grupos. O primeiro, com Brasil, Peru e Colômbia, são países que mostraram "desempenho consideravelmente forte" na maioria dos aspectos, exceto em relação à segurança jurídica, no caso brasileiro, e da relação entre a sociedade civil e o governo, no Peru. Sobre o último grupo, o documento ressalta que as condições gerais dos indicadores são pobres e que seu desafio é adotar "agenda extensiva de reformas que apontem à melhora do clima de investimentos".
Fonte: Folha de São Paulo
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