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Notícias
01
mai
2007
(ECONOMIA)
Participação de produtos argentinos cresce no País
No ano passado, a participação de produtos argentinos no total importado pelo Brasil cresceu de 8,5% (2005) para 8,8%, movimento que não era observado desde 2000.
A apreciação do real no Brasil implicou em uma queda na taxa de crescimento de suas exportações e de um aumento nas importações, o que resultou em oportunidades para as vendas argentinas.
Comparando as compras brasileiras de bens provenientes da Argentina nos primeiros trimestres de 2007 e de 2003, é possível observar que, no total de categorias envolvidas, 395 aumentaram sua participação.
Neste contexto, observou-se no período que 100% das importações brasileiras de mel natural (US$ 10 mil), vegetais in natura ou refrigerados (US$ 10 mil) e tecidos atoalhados (US$ 4,9 milhões) eram provenientes do parceiro do Mercosul.
Déficit de US$ 583 milhões
Segundo análise da consultoria argentina abeceb.com, nos últimos meses de 2006 e nos primeiros de 2007 foi verificada uma redução importante do déficit comercial da Argentina com o Brasil, fechando o primeiro trimestre com uma diferença de US$ 583 milhões a favor dos brasileiros, 32% abaixo do registrado no primeiro trimestre do ano passado.
Esta melhora na balança de comércio bilateral, para o lado dos vizinhos, é conseqüência do aumento das compras brasileiras em 41%, chegando a US$ 2,283 milhões.
Visto que as exportações para a argentina foram de US$ 2,866 milhões, a diferença foi de 16% no período em análise pela consultoria.
Entre os anos de 2000 e 2005 a Argentina perdeu participação no mercado brasileiro o que, no entanto, foi revertido no ano passado, quando a fatia abocanhada pelo parceiro comercial aumentou de 8,5% (2005) para 8,8% .
A margem de ganho é ainda maior se comparado os primeiros trimestres dos últimos anos, informa a consultoria.
Entre janeiro e março de 2007, as exportações da Argentina representaram mais de 9% do total importado pelo Brasil, enquanto que, no ano passado, ficaram em 8,1% e em 2005, 8.6%.
"Made in Argentina"
Entre os produtos "made in Argentina" que ganharam maior inserção no mercado brasileiro - com um volume significativo do comércio (mais de US$ 1 milhão no primeiro trimestre) -, destacam-se, em especial, aqueles relativos à indústria automobilística: veículos do transporte de passageiros (US$ 14,4 milhões) e carrocerias para veículos (US$ 4,9 milhões).
Por outro lado, é possível enfatizar que, embora estejam num nível ainda muito baixo de comércio - em termos de valores - , no primeiro trimestre deste ano o total das importações brasileiras de mel natural, de vegetais in natura e de tecidos atoalhados vieram da Argentina.
No sentido oposto, entre janeiro e março deste ano não foram registrados o envio, ao Brasil, de tratores, carnes bovina e suína, o que fez com que esses produtos perdessem participação na pauta de compras brasileiras.
A apreciação do real no Brasil implicou em uma queda na taxa de crescimento de suas exportações e de um aumento nas importações, o que resultou em oportunidades para as vendas argentinas.
Comparando as compras brasileiras de bens provenientes da Argentina nos primeiros trimestres de 2007 e de 2003, é possível observar que, no total de categorias envolvidas, 395 aumentaram sua participação.
Neste contexto, observou-se no período que 100% das importações brasileiras de mel natural (US$ 10 mil), vegetais in natura ou refrigerados (US$ 10 mil) e tecidos atoalhados (US$ 4,9 milhões) eram provenientes do parceiro do Mercosul.
Déficit de US$ 583 milhões
Segundo análise da consultoria argentina abeceb.com, nos últimos meses de 2006 e nos primeiros de 2007 foi verificada uma redução importante do déficit comercial da Argentina com o Brasil, fechando o primeiro trimestre com uma diferença de US$ 583 milhões a favor dos brasileiros, 32% abaixo do registrado no primeiro trimestre do ano passado.
Esta melhora na balança de comércio bilateral, para o lado dos vizinhos, é conseqüência do aumento das compras brasileiras em 41%, chegando a US$ 2,283 milhões.
Visto que as exportações para a argentina foram de US$ 2,866 milhões, a diferença foi de 16% no período em análise pela consultoria.
Entre os anos de 2000 e 2005 a Argentina perdeu participação no mercado brasileiro o que, no entanto, foi revertido no ano passado, quando a fatia abocanhada pelo parceiro comercial aumentou de 8,5% (2005) para 8,8% .
A margem de ganho é ainda maior se comparado os primeiros trimestres dos últimos anos, informa a consultoria.
Entre janeiro e março de 2007, as exportações da Argentina representaram mais de 9% do total importado pelo Brasil, enquanto que, no ano passado, ficaram em 8,1% e em 2005, 8.6%.
"Made in Argentina"
Entre os produtos "made in Argentina" que ganharam maior inserção no mercado brasileiro - com um volume significativo do comércio (mais de US$ 1 milhão no primeiro trimestre) -, destacam-se, em especial, aqueles relativos à indústria automobilística: veículos do transporte de passageiros (US$ 14,4 milhões) e carrocerias para veículos (US$ 4,9 milhões).
Por outro lado, é possível enfatizar que, embora estejam num nível ainda muito baixo de comércio - em termos de valores - , no primeiro trimestre deste ano o total das importações brasileiras de mel natural, de vegetais in natura e de tecidos atoalhados vieram da Argentina.
No sentido oposto, entre janeiro e março deste ano não foram registrados o envio, ao Brasil, de tratores, carnes bovina e suína, o que fez com que esses produtos perdessem participação na pauta de compras brasileiras.
Fonte: Gazeta Mercantil
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