Voltar
Notícias
27
abr
2007
(MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS)
Exportador quer importar máquinas
Cansados de pedir uma intervenção para frear a queda do dólar, os exportadores agora propõem que o Brasil aproveite o câmbio favorável para importar máquinas e reaparelhar seu parque industrial.
"Só pagamos o ônus do câmbio, com a queda das exportações. Precisamos levar o bônus e importar máquinas a preços competitivos. O parque industrial brasileiro está obsoleto. Há dez anos de atraso. Precisamos usar esta oportunidade para trazer novas indústrias ao país", disse Primo Roberto Segatto, presidente da Abracex (Associação Brasileira de Comércio Exterior).
Para ele, o dólar deve ficar abaixo de R$ 2 já nos próximos dias. Ele afirma que em menos de R$ 2 apenas os exportadores de commodities, como minério de ferro e de aço, sobreviverão. "Com este câmbio, não há espaço para os produtos manufaturados competirem no exterior, só commodities. Vamos voltar a exportar pau-brasil", disse.
Segundo a associação dos exportadores, o câmbio atual inviabiliza os setores de autopeças, móveis, têxteis, calçados e eletroeletrônicos.
O próximo prejudicado será o setor de papel e celulose, que terá de voltar sua produção para o mercado interno.
Para a associação, o câmbio ideal para manter a competitividade do Brasil no exterior seria o dólar entre R$ 2,50 e R$ 2,80.
"Só pagamos o ônus do câmbio, com a queda das exportações. Precisamos levar o bônus e importar máquinas a preços competitivos. O parque industrial brasileiro está obsoleto. Há dez anos de atraso. Precisamos usar esta oportunidade para trazer novas indústrias ao país", disse Primo Roberto Segatto, presidente da Abracex (Associação Brasileira de Comércio Exterior).
Para ele, o dólar deve ficar abaixo de R$ 2 já nos próximos dias. Ele afirma que em menos de R$ 2 apenas os exportadores de commodities, como minério de ferro e de aço, sobreviverão. "Com este câmbio, não há espaço para os produtos manufaturados competirem no exterior, só commodities. Vamos voltar a exportar pau-brasil", disse.
Segundo a associação dos exportadores, o câmbio atual inviabiliza os setores de autopeças, móveis, têxteis, calçados e eletroeletrônicos.
O próximo prejudicado será o setor de papel e celulose, que terá de voltar sua produção para o mercado interno.
Para a associação, o câmbio ideal para manter a competitividade do Brasil no exterior seria o dólar entre R$ 2,50 e R$ 2,80.
Fonte: Folha de São Paulo
Notícias em destaque
Madeira mais segura para edifícios mais seguros
Os testes de resistência ao fogo são caros e complexos, razão pela qual os líderes do setor recorrem ao Serviço...
(MADEIRA E PRODUTOS)
V SEAFLOR / V ADFORS 2026 destaca inovação e empreendedorismo no setor florestal
Evento internacional reunirá universidades, empresas, startups e especialistas de mais de 40 países em debates sobre tecnologia,...
(EVENTOS)
Conheça as principais aplicações do MDF cru
Material se destaca pela versatilidade, da marcenaria por hobby à produção de móveis em série. Descubra essa...
(GERAL)
Mercado de móveis para quarto deve ultrapassar US$ 165 bilhões até 2031
De acordo com a Mordor Intelligence, o mercado de móveis para quarto deverá crescer de US$ 126,80 bilhões em 2025 para US$...
(MERCADO)
Arauco instala equipamento de 300 toneladas na maior caldeira de recuperação do mundo
Operação marca uma das etapas mais complexas do Projeto Sucuriú
A construção da futura fábrica...
(GERAL)
O que nós aprendemos a partir das queimadas que atingiram o Brasil em 2024?
Estudo analisou quatro décadas de dados para mapear crescimento de ocorrência de grandes incêndios no território...
(QUEIMADAS)














