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Notícias
26
abr
2007
(TECNOLOGIA)
Acesso à tecnologia aumenta a competitividade de pequenas
Pequenas empresas podem e devem ser competitivas. Para isso é preciso que tenham acesso à tecnologia e saibam reduzir custos e eliminar gargalos, além de padronizar rotinas operacionais. Parece um caminho difícil, mas pode ser trilhado de forma mais fácil com a ajuda de ferramentas específicas. É o caso do Programa de Alavancagem Tecnológica (PAT) que foi desenvolvido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP), em parceria com a Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras (Anpei).
Desenvolvido entre 2003 e 2006, o PAT já atendeu mais de mil micro e pequenos empresários que participaram das fases I e II do Programa. Agora caminha para uma terceira fase e projeta atender cerca de 10 mil novas empresas, dessa vez, de todo o Brasil.
Segundo o gerente da área de Inovação e Acesso à Tecnologia do Sebrae-SP, Marcelo Dini, a entidade apresentou o Programa para 18 unidades do Sistema Sebrae e “em resposta, estamos recebendo uma grande demanda para o repasse da metodologia”.
Já o gestor do projeto no Sebrae-SP, Antonio Carlos Larubia, afirma que além da possibilidade de implementar o Programa em outros estados, há também a oportunidade de empresas de diferentes setores participarem do PAT. Exemplo dos segmentos de vinho, no Rio Grande do Sul, ou o da cachaça, em Minas Gerais. Atualmente, os setores atendidos são os de calçados, cerâmica, confecção, metalomecânica e móveis de plástico e borracha.
“Percebemos que o curso é de extrema relevância para as empresas. Por meio de pesquisas, observou-se que a grande maioria das empresas afirmou ter aumentado a produtividade entre 7% e até 150% com a implementação dos módulos”, orgulha-se Larubia, afirmando que em razão disso a expansão do curso para outros estados está mais que aprovada.
Praticidade e eficiência
Simone Guimarães Cornelsen, gerente de projeto da Anpei explica que o PAT é prático e que o sucesso depende de cada empresa. O Programa é dividido entre aulas práticas e teóricas, onde um consultor visita as empresas e checa se elas fizeram a lição de casa e implantaram o que foi aprendido para o dia-a-dia da empresa. Geralmente, um grupo 8 a 10 empresários de um mesmo setor se reúne em aulas semanais.
A executiva diz que “o grande lance” do Programa está na participação direta dos empresários no curso, creditando a eles a responsabilidade de transmitir os ensinamentos aos seus funcionários. “Os empresários percebem que uma vez organizada a gestão industrial da empresa, elas se estruturam melhor e produzem mais, aumentando a produtividade por meio da otimização dos recursos, melhorando na redução dos custos e no prazo de entrega”, afirma Simone.
Já Emerson Morais Vieira, gerente da Unidade de Educação do Sebrae-SP e um dos responsáveis pela elaboração de todo o material didático do PAT, afirma que o mais interessante da metodologia aplicada é mostrar ao empresário que mesmo sendo de pequeno porte é possível ser competitivo. “Basta seguir os três pilares da unidade: empreendedorismo , qualidade e inovação”, afirma o executivo.
Desenvolvido entre 2003 e 2006, o PAT já atendeu mais de mil micro e pequenos empresários que participaram das fases I e II do Programa. Agora caminha para uma terceira fase e projeta atender cerca de 10 mil novas empresas, dessa vez, de todo o Brasil.
Segundo o gerente da área de Inovação e Acesso à Tecnologia do Sebrae-SP, Marcelo Dini, a entidade apresentou o Programa para 18 unidades do Sistema Sebrae e “em resposta, estamos recebendo uma grande demanda para o repasse da metodologia”.
Já o gestor do projeto no Sebrae-SP, Antonio Carlos Larubia, afirma que além da possibilidade de implementar o Programa em outros estados, há também a oportunidade de empresas de diferentes setores participarem do PAT. Exemplo dos segmentos de vinho, no Rio Grande do Sul, ou o da cachaça, em Minas Gerais. Atualmente, os setores atendidos são os de calçados, cerâmica, confecção, metalomecânica e móveis de plástico e borracha.
“Percebemos que o curso é de extrema relevância para as empresas. Por meio de pesquisas, observou-se que a grande maioria das empresas afirmou ter aumentado a produtividade entre 7% e até 150% com a implementação dos módulos”, orgulha-se Larubia, afirmando que em razão disso a expansão do curso para outros estados está mais que aprovada.
Praticidade e eficiência
Simone Guimarães Cornelsen, gerente de projeto da Anpei explica que o PAT é prático e que o sucesso depende de cada empresa. O Programa é dividido entre aulas práticas e teóricas, onde um consultor visita as empresas e checa se elas fizeram a lição de casa e implantaram o que foi aprendido para o dia-a-dia da empresa. Geralmente, um grupo 8 a 10 empresários de um mesmo setor se reúne em aulas semanais.
A executiva diz que “o grande lance” do Programa está na participação direta dos empresários no curso, creditando a eles a responsabilidade de transmitir os ensinamentos aos seus funcionários. “Os empresários percebem que uma vez organizada a gestão industrial da empresa, elas se estruturam melhor e produzem mais, aumentando a produtividade por meio da otimização dos recursos, melhorando na redução dos custos e no prazo de entrega”, afirma Simone.
Já Emerson Morais Vieira, gerente da Unidade de Educação do Sebrae-SP e um dos responsáveis pela elaboração de todo o material didático do PAT, afirma que o mais interessante da metodologia aplicada é mostrar ao empresário que mesmo sendo de pequeno porte é possível ser competitivo. “Basta seguir os três pilares da unidade: empreendedorismo , qualidade e inovação”, afirma o executivo.
Fonte: Agência Sebrae de Noticias
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