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Notícias
11
abr
2007
(ECONOMIA)
Madeireiras não poderão repassar alta
Com mais de 300 empresas só na região norte do Estado, o setor madeireiro terá que absorver o último reajuste na tarifa de energia elétrica.
“Para nós não há como repassarmos o aumento, pois o mercado não é comprador hoje”, argumenta o presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte de Mato Grosso (Sindusmad), Jaldes Langer.
Segundo ele, o setor vem acumulando prejuízos nos últimos dois anos e terá de arcar com o aumento dos custos em função da alta da energia, que pode chegar a 16%, de acordo com o fator de carga das empresas consumidoras localizadas no Grupo A (aquelas que consomem mais de 13,8 Kv).
“Muitos estão deixando de investir por causa da alta carga tributária, péssima logística de transporte e custo de produção altíssimo. A indústria madeireira de Mato Grosso recebe com indignação este novo aumento nos preços da energia elétrica, anunciados na semana passada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)”, afirma Langer.
Ele disse que o aumento vai onerar ainda mais os empresários. ”Depois de dois anos de prejuízos, esperávamos o início da retomada do setor. Mas não estamos confirmando isso. Estamos bem nas exportações, mas o mercado interno não está reagindo. Nesta conjuntura, como vamos repassar alta de energia nos preços dos nossos produtos?”
Langer não soube informar qual o “peso” da energia nos custos de produção das indústrias madeireiras, mas assegurou que o impacto para o setor “é muito forte”.
“Para nós não há como repassarmos o aumento, pois o mercado não é comprador hoje”, argumenta o presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte de Mato Grosso (Sindusmad), Jaldes Langer.
Segundo ele, o setor vem acumulando prejuízos nos últimos dois anos e terá de arcar com o aumento dos custos em função da alta da energia, que pode chegar a 16%, de acordo com o fator de carga das empresas consumidoras localizadas no Grupo A (aquelas que consomem mais de 13,8 Kv).
“Muitos estão deixando de investir por causa da alta carga tributária, péssima logística de transporte e custo de produção altíssimo. A indústria madeireira de Mato Grosso recebe com indignação este novo aumento nos preços da energia elétrica, anunciados na semana passada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)”, afirma Langer.
Ele disse que o aumento vai onerar ainda mais os empresários. ”Depois de dois anos de prejuízos, esperávamos o início da retomada do setor. Mas não estamos confirmando isso. Estamos bem nas exportações, mas o mercado interno não está reagindo. Nesta conjuntura, como vamos repassar alta de energia nos preços dos nossos produtos?”
Langer não soube informar qual o “peso” da energia nos custos de produção das indústrias madeireiras, mas assegurou que o impacto para o setor “é muito forte”.
Fonte: Diário de Cuiabá
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