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Notícias
11
abr
2007
(GERAL)
Ibama segura planos de manejo e madeireiras perdem a certificação
Empresas madeireiras do Pará denunciam o cancelamento do Selo Verde, em conseqüência da suspensão de Planos de Manejo Florestal Sustentável (PMFS), aprovados pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o que pode provocar a paralisação de suas atividades. O Selo Verde é a certificação que as empresas madeireiras necessitam para comercializar seus produtos no mercado internacional sem sofrer represálias ou discriminação quanto à origem da madeira utilizada.
A Juruá Florestal Ltda., filiada à Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (Aimex), perdeu a certificação do seu projeto de manejo localizado na Fazenda Santa Marta, em Tailândia/PA, onde mantinha mais de 200 funcionários. Devido à invasão da área por 'sem-toras', que desmataram cerca de 16 mil hectares de floresta nativa da fazenda, o Selo Verde foi invalidado. Este mês, a Juruá já fechou as portas da filial no município e demitiu seus trabalhadores, informa a empresa que presta assessoria de comunicação à Aimex. 'A área foi devastada e não tem como retomar a certificação', afirma Idacir Peracchi, diretor da Juruá.
A Exportadora de Madeiras do Pará Ltda. (Emapa) era a única empresa certificada no mundo em área de várzea pela SCS (Scientific Certification Systems), com o selo FSC, mas como o seu projeto de manejo em Afuá foi suspenso pelo Ibama desde fevereiro de 2006, a certificação também foi retirada, em dezembro último.
A Associação dos Produtores Florestais Certificados (PFCA) fará assembléia geral na sexta-feira, 13, em Belém, para definir o Plano de Trabalho para 2007 e traçar ações para direcionar e pressionar iniciativas do governo, visando resolver a situação de crise em que se encontram as empresas madeireiras certificadas.
A Juruá Florestal Ltda., filiada à Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (Aimex), perdeu a certificação do seu projeto de manejo localizado na Fazenda Santa Marta, em Tailândia/PA, onde mantinha mais de 200 funcionários. Devido à invasão da área por 'sem-toras', que desmataram cerca de 16 mil hectares de floresta nativa da fazenda, o Selo Verde foi invalidado. Este mês, a Juruá já fechou as portas da filial no município e demitiu seus trabalhadores, informa a empresa que presta assessoria de comunicação à Aimex. 'A área foi devastada e não tem como retomar a certificação', afirma Idacir Peracchi, diretor da Juruá.
A Exportadora de Madeiras do Pará Ltda. (Emapa) era a única empresa certificada no mundo em área de várzea pela SCS (Scientific Certification Systems), com o selo FSC, mas como o seu projeto de manejo em Afuá foi suspenso pelo Ibama desde fevereiro de 2006, a certificação também foi retirada, em dezembro último.
A Associação dos Produtores Florestais Certificados (PFCA) fará assembléia geral na sexta-feira, 13, em Belém, para definir o Plano de Trabalho para 2007 e traçar ações para direcionar e pressionar iniciativas do governo, visando resolver a situação de crise em que se encontram as empresas madeireiras certificadas.
Fonte: O Liberal
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