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Notícias
10
abr
2007
(ECONOMIA)
Para empresários do Sul, Mercosul tem mais oportunidades
Os empresários da região Sul vêem nos países do Mercosul as melhores oportunidades de negócios entre os principais blocos econômicos mundiais. O resultado consta na pesquisa "A Força da Região Sul", elaborada pela PricewaterhouseCoopers, que ouviu 100 empresários nos três Estados do Sul.
De acordo com o sócio da consultoria para a região, Carlos Biedermann, responsável pelo levantamento, a proximidade geográfica e o perfil das empresas, ligadas ao agronegócio, influenciaram no resultado. "Não é uma preferência, mas uma tendência maior de negócios com o Mercosul", explica.
Dos empresários consultados, 55,1% preferem realizar negócios com os países vizinhos, enquanto 23,5% optam pela União Européia e 15,3% pelo NAFTA. Já os países asiáticos têm 13,3% das preferências. "Mesmo os Estados Unidos sendo nosso maior importador, o NAFTA aparece em terceiro lugar pelo pouco peso do México nas relações comerciais", completa Biedermann.
Câmbio
A influência da flutuação das taxas de câmbio nos negócios é considerada grande ou moderada para quase 80% dos entrevistados, conforme a pesquisa. Com um perfil exportador, a região tem sentindo os efeitos do câmbio. "Este panorama é bem retratado quando se pergunta qual é o nível de influência do câmbio nos negócios da empresa. O maior exemplo é o setor calçadista."
O levantamento apresentou que 52% acham que a oscilação do dólar afeta os negócios, enquanto que para 26% é moderada. Apenas 17% disseram que é pequena e 4% que não influencia.
Segundo Biedermann, "se ainda não foi absorvida, pelo menos o novo patamar da taxa de câmbio já foi assimilada". O consultor ressalta ainda que os empresários da região estão melhorando sua gestão ou reduzindo custos. "Se percebe que as empresas ou fizeram ou estão fazendo o dever de casa para se adaptar a esse câmbio."
Globalização
Outro item da pesquisa aponta que 67% dos executivos avaliaram que a interferência da globalização é positiva para os negócios. "A maioria indica que a globalização foi positiva para os negócios, o que é um elemento extraordinário. Há anos atrás, quando se falava de globalização, todos diziam que vai ser um desastre às empresas brasileiras e não foi o que aconteceu", afirma.
No entanto, os empresários deixam claro a desvantagem do Brasil diante de seus principais concorrentes emergentes. Para 90% deles o Brasil está desperdiçando a chance de acompanhar o crescimento global, seguindo o exemplo dos demais emergentes. "É quase unânime a percepção de que nosso País poderia ter um nível de crescimento muito maior."
De acordo com o sócio da consultoria para a região, Carlos Biedermann, responsável pelo levantamento, a proximidade geográfica e o perfil das empresas, ligadas ao agronegócio, influenciaram no resultado. "Não é uma preferência, mas uma tendência maior de negócios com o Mercosul", explica.
Dos empresários consultados, 55,1% preferem realizar negócios com os países vizinhos, enquanto 23,5% optam pela União Européia e 15,3% pelo NAFTA. Já os países asiáticos têm 13,3% das preferências. "Mesmo os Estados Unidos sendo nosso maior importador, o NAFTA aparece em terceiro lugar pelo pouco peso do México nas relações comerciais", completa Biedermann.
Câmbio
A influência da flutuação das taxas de câmbio nos negócios é considerada grande ou moderada para quase 80% dos entrevistados, conforme a pesquisa. Com um perfil exportador, a região tem sentindo os efeitos do câmbio. "Este panorama é bem retratado quando se pergunta qual é o nível de influência do câmbio nos negócios da empresa. O maior exemplo é o setor calçadista."
O levantamento apresentou que 52% acham que a oscilação do dólar afeta os negócios, enquanto que para 26% é moderada. Apenas 17% disseram que é pequena e 4% que não influencia.
Segundo Biedermann, "se ainda não foi absorvida, pelo menos o novo patamar da taxa de câmbio já foi assimilada". O consultor ressalta ainda que os empresários da região estão melhorando sua gestão ou reduzindo custos. "Se percebe que as empresas ou fizeram ou estão fazendo o dever de casa para se adaptar a esse câmbio."
Globalização
Outro item da pesquisa aponta que 67% dos executivos avaliaram que a interferência da globalização é positiva para os negócios. "A maioria indica que a globalização foi positiva para os negócios, o que é um elemento extraordinário. Há anos atrás, quando se falava de globalização, todos diziam que vai ser um desastre às empresas brasileiras e não foi o que aconteceu", afirma.
No entanto, os empresários deixam claro a desvantagem do Brasil diante de seus principais concorrentes emergentes. Para 90% deles o Brasil está desperdiçando a chance de acompanhar o crescimento global, seguindo o exemplo dos demais emergentes. "É quase unânime a percepção de que nosso País poderia ter um nível de crescimento muito maior."
Fonte: Estadão
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