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Notícias
10
abr
2007
(MEIO AMBIENTE)
Poluição danifica pelo menos 10% da terra cultivável na China
Mais de 10% das terras cultiváveis na China --cerca de 10 milhões de hectares-- estão contaminadas por águas residuais ou resíduos sólidos, segundo os primeiros resultados de um estudo publicado hoje pelo jornal "China Daily".
Analistas da Administração Estatal de Proteção Ambiental (Saiba, sigla em inglês) recolheram amostras desde julho do ano passado nos considerados "celeiros do país", como o delta do rio Yang Tsé, e nas zonas mais desenvolvidas, como a baía de Bohai, em um estudo pioneiro para avaliar a segurança alimentícia do país.
Num país onde apenas 13% das terras são cultiváveis, aproximadamente 12 milhões de toneladas de grãos são contaminadas a cada ano devido a agentes nocivos como metais pesados --o que gera perdas de US$ 2,5 bilhões ao ano, segundo a Saiba.
No poluído delta do Yang Tsé, os analistas descobriram quantidades alarmantes de metais pesados e poluentes orgânicos. A cada ano, o solo no local recebe 2.000 toneladas de mercúrio procedentes da combustão de mais de 2 bilhões de toneladas de carvão.
Os resultados definitivos do estudo serão divulgados em 2008 e servirão, segundo o governo, para elaborar planos contra a contaminação do solo e de tratamento da poluição.
A falta de cultivos é uma das conseqüências da mudança climática, de acordo com o relatório aprovado na sexta-feira pela ONU (Organização das Nações Unidas).
O estudo da ONU redobrou a pressão sobre a China, segundo maior emissor mundial de CO2 e maior de dióxido de enxofre (que causa a chuva ácida), para que assuma compromissos de redução para depois de 2012.
A China divulgará seu plano sobre mudança climática no final deste mês, mas continua sendo uma incógnita se estabelecerá ou não objetivos de redução do dióxido de carbono, o que ocorreu com o de enxofre.
Analistas da Administração Estatal de Proteção Ambiental (Saiba, sigla em inglês) recolheram amostras desde julho do ano passado nos considerados "celeiros do país", como o delta do rio Yang Tsé, e nas zonas mais desenvolvidas, como a baía de Bohai, em um estudo pioneiro para avaliar a segurança alimentícia do país.
Num país onde apenas 13% das terras são cultiváveis, aproximadamente 12 milhões de toneladas de grãos são contaminadas a cada ano devido a agentes nocivos como metais pesados --o que gera perdas de US$ 2,5 bilhões ao ano, segundo a Saiba.
No poluído delta do Yang Tsé, os analistas descobriram quantidades alarmantes de metais pesados e poluentes orgânicos. A cada ano, o solo no local recebe 2.000 toneladas de mercúrio procedentes da combustão de mais de 2 bilhões de toneladas de carvão.
Os resultados definitivos do estudo serão divulgados em 2008 e servirão, segundo o governo, para elaborar planos contra a contaminação do solo e de tratamento da poluição.
A falta de cultivos é uma das conseqüências da mudança climática, de acordo com o relatório aprovado na sexta-feira pela ONU (Organização das Nações Unidas).
O estudo da ONU redobrou a pressão sobre a China, segundo maior emissor mundial de CO2 e maior de dióxido de enxofre (que causa a chuva ácida), para que assuma compromissos de redução para depois de 2012.
A China divulgará seu plano sobre mudança climática no final deste mês, mas continua sendo uma incógnita se estabelecerá ou não objetivos de redução do dióxido de carbono, o que ocorreu com o de enxofre.
Fonte: da Efe, em Pequim
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