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Notícias
06
abr
2007
(ECONOMIA)
Economia aquecida dispara venda de máquinas
O aquecimento da indústria está alavancando um crescimento do setor de máquinas e equipamentos, puxado principalmente pelo petróleo. Um exemplo dessa aceleração foi a iniciativa da Finame, a agência que cuida de bens de capital no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES ), que pediu suplementação de verba de 40%, em março, para atender aos pedidos de financiamento dos fabricantes de máquinas.
Atualmente, o segmento opera a plena carga, com 80,5% da capacidade ocupados, de acordo com dados da Federação das Indústrias de São Paulo. Além disso, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) informou que o faturamento das empresas do setor cresceu 4% nos primeiros meses do ano e o consumo no mercado interno cresceu 7,1%. Com esses dados, a entidade reviu sua estimativa de faturamento este ano, de estável para um crescimento de 2%.
Os desembolsos do Finame, linha do banco para o setor de máquinas e equipamentos, somaram R$ 1,936 bilhão, superando em 32% as liberações feitas em igual período em 2005. Como houve necessidade de suplementação orçamentária, espera-se que o mês de março acompanhe o crescimento. Para efeito de comparação, ao longo de todo o ano de 2006, os desembolsos somaram R$ 12,9 bilhões, apenas 8% superiores aos R$ 11,9 bilhões registrados no ano anterior.
O setor de açúcar e álcool foi o que apresentou a maior expansão, de 173%, mas o setor ainda é pouco representativo no Finame, respondeu por apenas 5% dos desembolsos em janeiro e fevereiro.
Segmentos como indústria de alimentos, farmacêutica e petroquímica cresceram 58%. As exceções foram a indústria de vagões, que caiu 80%, e o segmento agrícola, que apesar da recuperação ainda está no vermelho, com queda de 9%. Neste último inserem-se colheitadeiras e outras máquinas usadas no campo. Como responde por 17% dos desembolsos, ele acaba puxando para baixo a média do Finame.
Enquanto isso, a indústria de máquinas e equipamentos opera a plena carga. Segundo dados divulgados pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o nível de utilização da capacidade instalada das fábricas de máquinas e equipamentos no estado em fevereiro deste ano foi de 80,5%, maior que o índice de 77,2% registrado no mesmo mês em 2006. O indicador de nível de atividade, sem o ajuste sazonal, ao se comparar o primeiro bimestre do ano passado com o de 2007, está 10,1% maior.
Atualmente, o segmento opera a plena carga, com 80,5% da capacidade ocupados, de acordo com dados da Federação das Indústrias de São Paulo. Além disso, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) informou que o faturamento das empresas do setor cresceu 4% nos primeiros meses do ano e o consumo no mercado interno cresceu 7,1%. Com esses dados, a entidade reviu sua estimativa de faturamento este ano, de estável para um crescimento de 2%.
Os desembolsos do Finame, linha do banco para o setor de máquinas e equipamentos, somaram R$ 1,936 bilhão, superando em 32% as liberações feitas em igual período em 2005. Como houve necessidade de suplementação orçamentária, espera-se que o mês de março acompanhe o crescimento. Para efeito de comparação, ao longo de todo o ano de 2006, os desembolsos somaram R$ 12,9 bilhões, apenas 8% superiores aos R$ 11,9 bilhões registrados no ano anterior.
O setor de açúcar e álcool foi o que apresentou a maior expansão, de 173%, mas o setor ainda é pouco representativo no Finame, respondeu por apenas 5% dos desembolsos em janeiro e fevereiro.
Segmentos como indústria de alimentos, farmacêutica e petroquímica cresceram 58%. As exceções foram a indústria de vagões, que caiu 80%, e o segmento agrícola, que apesar da recuperação ainda está no vermelho, com queda de 9%. Neste último inserem-se colheitadeiras e outras máquinas usadas no campo. Como responde por 17% dos desembolsos, ele acaba puxando para baixo a média do Finame.
Enquanto isso, a indústria de máquinas e equipamentos opera a plena carga. Segundo dados divulgados pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o nível de utilização da capacidade instalada das fábricas de máquinas e equipamentos no estado em fevereiro deste ano foi de 80,5%, maior que o índice de 77,2% registrado no mesmo mês em 2006. O indicador de nível de atividade, sem o ajuste sazonal, ao se comparar o primeiro bimestre do ano passado com o de 2007, está 10,1% maior.
Fonte: DCI. Adaptado por equipe Celulose Online
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