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Notícias
04
abr
2007
(QUEIMADAS)
Sema alerta para proibição de queimadas no Nortão
As queimadas ilegais em áreas de florestas serão rigorosamente fiscalizadas pela Secretaria do Estado de Meio Ambiente (Sema) na região Norte. A informação é do diretor do órgão em Sinop, Paulo Winter. O controle é feito pelo sistema de vigilância via satélite, que identifica os focos e as propriedades. “Quando é necessário também deslocamos nossas equipes para a área”, acrescentou Winter. Os trabalhos serão concentrados em áreas rurais. “A secretaria também pode atuar na área urbana, quando for solicitado o apoio”, enfatizou.
O diretor também alerta que, mesmo não estando no período de proibição, os proprietários devem pedir autorização de queimadas na secretaria, que pode levar entre 10 e 15 dias. “Para áreas acima de 500 hectares também é exigido um projeto com assinatura de um técnico responsável”, explicou.
A Sema ainda não confirmou o período de proibição de queimadas, que nos últimos anos foi entre julho e setembro, mas com o término das chuvas já são necessários maiores cuidados para evitar desastres.
Entre janeiro e março, os registros de foco de calor tiveram uma redução de 68%, em comparação com o ano passado no Estado. De acordo com o Programa de Prevenção e Controle de Queimadas e Incêndios Florestais na Amazônia Legal (Proarco), foram 125 queimadas, enquanto que no ano passado foram 400.
O diretor também alerta que, mesmo não estando no período de proibição, os proprietários devem pedir autorização de queimadas na secretaria, que pode levar entre 10 e 15 dias. “Para áreas acima de 500 hectares também é exigido um projeto com assinatura de um técnico responsável”, explicou.
A Sema ainda não confirmou o período de proibição de queimadas, que nos últimos anos foi entre julho e setembro, mas com o término das chuvas já são necessários maiores cuidados para evitar desastres.
Entre janeiro e março, os registros de foco de calor tiveram uma redução de 68%, em comparação com o ano passado no Estado. De acordo com o Programa de Prevenção e Controle de Queimadas e Incêndios Florestais na Amazônia Legal (Proarco), foram 125 queimadas, enquanto que no ano passado foram 400.
Fonte: 24horasmews
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