Voltar
Notícias
29
mar
2007
(BIOENERGIA)
Produtores dos EUA apostam em etanol de celulose
Produtores norte-americanos de etanol avaliam que o Brasil não será capaz de ajudar os Estados Unidos a cumprir a meta de substituir 20% do consumo de gasolina por etanol no prazo de dez anos. Pensam também o oposto, que seu país tampouco será capaz de atender à própria demanda interna, que será de mais de 130 bilhões de litros por ano.
A afirmação foi feita nesta quarta-feira (28) pelo vice-presidente executivo da Coalizão Americana pelo Etanol (ACE, sigla em inglês para American Coalition for Ethanol), Brian Jennings. A associação reúne metade dos cerca de 120 produtores norte-americanos de etanol.
"Certamente o Brasil tem capacidade de produzir mais etanol, mas as demandas desse produto no país são muito fortes. E, atualmente, o Brasil não tem uma quantidade significante de produção excedente para satisfazer qualquer demanda dos Estados Unidos. Seria um erro as pessoas acreditarem que o Brasil é capaz de satisfazer as demandas tanto do seu mercado interno quanto dos Estados Unidos".
Na entrevista - concedida por Jennings por telefone de seu escritório em Dakota do Sul - o executivo disse que os Estados Unidos produzem atualmente cinco bilhões de galões (22 bilhões de litros) de biocombustível a partir do milho.
Segundo ele, embora sejam capazes de produzir mais, isso não seria o bastante para suprir a demana interna. Por isso, acrescentou Jennings, os produtores norte-americanos estão apostando na fabricação do chamado etanol celulósico, obtido a partir da celulose de resíduos da agricultura.
"Acreditamos que temos uma incrível oportunidade de fazer, no futuro, muito etanol a partir da celulose, provavelmente o suficiente para satisfazer o pedido do presidente [George W. Bush], afirmou. "Não tão em breve como quer o presidente, mas acho que seremos capazes de produzir bilhões e bilhões de galões de celulose nos Estados Unidos".
Jennings referia-se ao anúncio feito por George W. Bush durante visita ao Brasil no início de março. Na ocasião, o presidente disse que planeja aumentar em mais de seis vezes o consumo de etanol (álcool combustível) de seu país até 2017, passando dos atuais 20 bilhões de litros por ano para 132 bilhões. (ABr)
A afirmação foi feita nesta quarta-feira (28) pelo vice-presidente executivo da Coalizão Americana pelo Etanol (ACE, sigla em inglês para American Coalition for Ethanol), Brian Jennings. A associação reúne metade dos cerca de 120 produtores norte-americanos de etanol.
"Certamente o Brasil tem capacidade de produzir mais etanol, mas as demandas desse produto no país são muito fortes. E, atualmente, o Brasil não tem uma quantidade significante de produção excedente para satisfazer qualquer demanda dos Estados Unidos. Seria um erro as pessoas acreditarem que o Brasil é capaz de satisfazer as demandas tanto do seu mercado interno quanto dos Estados Unidos".
Na entrevista - concedida por Jennings por telefone de seu escritório em Dakota do Sul - o executivo disse que os Estados Unidos produzem atualmente cinco bilhões de galões (22 bilhões de litros) de biocombustível a partir do milho.
Segundo ele, embora sejam capazes de produzir mais, isso não seria o bastante para suprir a demana interna. Por isso, acrescentou Jennings, os produtores norte-americanos estão apostando na fabricação do chamado etanol celulósico, obtido a partir da celulose de resíduos da agricultura.
"Acreditamos que temos uma incrível oportunidade de fazer, no futuro, muito etanol a partir da celulose, provavelmente o suficiente para satisfazer o pedido do presidente [George W. Bush], afirmou. "Não tão em breve como quer o presidente, mas acho que seremos capazes de produzir bilhões e bilhões de galões de celulose nos Estados Unidos".
Jennings referia-se ao anúncio feito por George W. Bush durante visita ao Brasil no início de março. Na ocasião, o presidente disse que planeja aumentar em mais de seis vezes o consumo de etanol (álcool combustível) de seu país até 2017, passando dos atuais 20 bilhões de litros por ano para 132 bilhões. (ABr)
Fonte: NetComex
Notícias em destaque
Bracell compra florestas de eucalipto da Duratex em São Paulo
Estratégia é aumentar oferta de matéria-prima para abastecer unidade inaugurada em 2021 em Lençóis Paulistas,...
(GERAL)
Madeira ilegal da Amazônia abastece hotéis de luxo nos EUA, segundo relatório
Investigação de ONG internacional que apura crimes ambientais mostra que hospedagens e estruturas de eventos de Fórmula 1...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Portos do Paraná batem recorde histórico com 73,5 milhões de toneladas e lideram crescimento nacional em 2025
Os portos do Paraná encerraram o ano de 2025 com um resultado histórico: 73,5 milhões de toneladas movimentadas, entre...
(LOGÍSTICA)
Cientistas brasileiros criam tecnologia com lignina Kraft para combater ervas daninhas e reduzir uso de herbicidas
Pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Nanotecnologia para Agricultura Sustentável (INCT NanoAgro)...
(GERAL)
Revolução na construção: cientistas criam madeira superforte que pode substituir o aço
Pesquisadores desenvolvem processo de autodensificação que aumenta significativamente a resistência da madeira.
A madeira...
(GERAL)
Além do carvão: conheça a madeira certa para garantir a brasa ideal no seu churrasco
Nem toda lenha é igual; entenda como o tipo de madeira influencia no calor, no sabor da carne e na economia do seu...
(GERAL)














