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Notícias
29
mar
2007
(MÓVEIS)
Setor moveleiro no Oeste catarinense prevê crescimento
A Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc) prevê crescimento de 20% nas exportações, neste ano de 2007. As renovações de contratos, a conquista de novos mercados e a diversidade em ações de capacitação dos empresários moveleiros para a comercialização no exterior são algumas situações que ajudam a driblar a desvalorização do dólar frente ao real. Essa projeção, pondera o presidente da Amoesc, Geraldo Knakiewicz, se concretizará caso o dólar fique acima de R$ 2,10.
Em 2006, as empresas moveleiras instaladas na região Oeste catarinense exportaram US$ 18 milhões de dólares, valor que poderia ter sido menor se não fosse a insistente articulação dos empresários com entidades, visando a capacitação da gestão industrial e da mão-de-obra. Para este ano a expectativa é chegar aos US$ 22 milhões de dólares em exportação. “Acreditamos que a má fase do setor em relação ao mercado externo seja normalizada neste ano e o nosso pólo moveleiro continue a apresentar um bom crescimento”, destaca o vice-presidente da Amoesc, Osni Verona.
O Arranjo Produtivo de Móveis da região Oeste de Santa Catarina é projeto das entidades moveleiras Amoesc e Sindicato das Indústrias Moveleiras, Madeireiras e Similares (Simovale) e que, para o desenvolvimento de ações, conta com a parceria de entidades a exemplo do Sebrae/SC para investimento em recursos e programas e do Senai e Prefeitura Municipal de Chapecó na operacionalização de cursos de capacitação da mão-de-obra e aluguel da estrutura para o funcionamento da Escola Técnica Moveleira.
Nos últimos quatro anos, as ações no Pólo Moveleiro do Oeste permitiram aumentar em 430% as exportações de móveis. Este diagnóstico está expresso no “Panorama do setor de móveis do Oeste de Santa Catarina” elaborado pela Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior – FUNCEX – para o projeto Internacionalização das Micro e Pequenas Empresas do Sebrae/SC.
“A fabricação de móveis tornou-se uma nova e definitiva atividade econômica regional”, assinala o presidente Amoesc. No Oeste catarinense estão inseridas 380 indústrias de móveis que geram cerca de 5,5 mil empregos diretos e 15 mil indiretos.
CRESCIMENTO
As exportações oestinas de móveis representavam divisas da ordem de US$ 3 milhões 394 mil dólares em 2002, subiram para US$ 5 milhões 813 mil dólares em 2003 e quase duplicaram em 2004: US$ 10 milhões 188 mil dólares. A curva ascendente confirmou-se em 2005 (US$ 14 milhões 600 mil dólares) e consolidou-se em 2006 (US$ 18 milhões de dólares).
Os principais mercados atingidos nos últimos anos foram os países da Comunidade Européia (57%), destacando-se a Alemanha com 15%, a Irlanda com 14%, a Inglaterra com 12% e a Espanha com 6%. O continente americano respondeu por 36%, tendo como principais compradores o Chile com 13%, os Estados Unidos com 12%, Porto Rico com 3% e Argentina com 2%. A África comprou 7% das exportações totais de móveis da região.
O diretor técnico do Sebrae, Anacleto Ortigara, interpreta que uma distribuição em mercados tão exigentes comprova a condição de vanguarda em que se encontra o segmento moveleiro do oeste barriga-verde.
O número de empresas engajadas no esforço exportacionista cresceu. Em 1998, quando foi estruturada a Amoesc, apenas seis indústrias buscavam mercados no exterior. Atualmente são 47, sendo 29 de forma não-contínua e 18 de forma permanente. A quase totalidade (96%) são micro e pequenas empresas.
O mix de produtos exportados é constituído maciçamente de dormitórios (50%) e conjuntos de sala (30%). Seguem-se estofados (7%), cozinhas (6%), escritórios (3%) e outras categorias (4%).
Em 2006, as empresas moveleiras instaladas na região Oeste catarinense exportaram US$ 18 milhões de dólares, valor que poderia ter sido menor se não fosse a insistente articulação dos empresários com entidades, visando a capacitação da gestão industrial e da mão-de-obra. Para este ano a expectativa é chegar aos US$ 22 milhões de dólares em exportação. “Acreditamos que a má fase do setor em relação ao mercado externo seja normalizada neste ano e o nosso pólo moveleiro continue a apresentar um bom crescimento”, destaca o vice-presidente da Amoesc, Osni Verona.
O Arranjo Produtivo de Móveis da região Oeste de Santa Catarina é projeto das entidades moveleiras Amoesc e Sindicato das Indústrias Moveleiras, Madeireiras e Similares (Simovale) e que, para o desenvolvimento de ações, conta com a parceria de entidades a exemplo do Sebrae/SC para investimento em recursos e programas e do Senai e Prefeitura Municipal de Chapecó na operacionalização de cursos de capacitação da mão-de-obra e aluguel da estrutura para o funcionamento da Escola Técnica Moveleira.
Nos últimos quatro anos, as ações no Pólo Moveleiro do Oeste permitiram aumentar em 430% as exportações de móveis. Este diagnóstico está expresso no “Panorama do setor de móveis do Oeste de Santa Catarina” elaborado pela Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior – FUNCEX – para o projeto Internacionalização das Micro e Pequenas Empresas do Sebrae/SC.
“A fabricação de móveis tornou-se uma nova e definitiva atividade econômica regional”, assinala o presidente Amoesc. No Oeste catarinense estão inseridas 380 indústrias de móveis que geram cerca de 5,5 mil empregos diretos e 15 mil indiretos.
CRESCIMENTO
As exportações oestinas de móveis representavam divisas da ordem de US$ 3 milhões 394 mil dólares em 2002, subiram para US$ 5 milhões 813 mil dólares em 2003 e quase duplicaram em 2004: US$ 10 milhões 188 mil dólares. A curva ascendente confirmou-se em 2005 (US$ 14 milhões 600 mil dólares) e consolidou-se em 2006 (US$ 18 milhões de dólares).
Os principais mercados atingidos nos últimos anos foram os países da Comunidade Européia (57%), destacando-se a Alemanha com 15%, a Irlanda com 14%, a Inglaterra com 12% e a Espanha com 6%. O continente americano respondeu por 36%, tendo como principais compradores o Chile com 13%, os Estados Unidos com 12%, Porto Rico com 3% e Argentina com 2%. A África comprou 7% das exportações totais de móveis da região.
O diretor técnico do Sebrae, Anacleto Ortigara, interpreta que uma distribuição em mercados tão exigentes comprova a condição de vanguarda em que se encontra o segmento moveleiro do oeste barriga-verde.
O número de empresas engajadas no esforço exportacionista cresceu. Em 1998, quando foi estruturada a Amoesc, apenas seis indústrias buscavam mercados no exterior. Atualmente são 47, sendo 29 de forma não-contínua e 18 de forma permanente. A quase totalidade (96%) são micro e pequenas empresas.
O mix de produtos exportados é constituído maciçamente de dormitórios (50%) e conjuntos de sala (30%). Seguem-se estofados (7%), cozinhas (6%), escritórios (3%) e outras categorias (4%).
Fonte: MB Comunicação
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