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Notícias
27
mar
2007
(LOGÍSTICA)
Setor madeireiro quer urgência na alteração da resolução do transporte de toras
O Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte (Sindusmad) acionou a Federação das Indústrias do Mato Grosso (Fiemt) e deve cobrar, ainda esta semana, um posicionamento do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) sobre a resolução que normatiza o transporte de toras e madeira bruta.
No mês passado, o setor encaminhou uma contra-proposta para que algumas das medidas fossem adaptadas à região. “A situacão não está boa. Alguns caminhões foram detidos pelo posto fiscal da região por não cumprirem as normas. Eles foram liberados, mas foram multados”, declarou, ao Só Notícias, o presidente do Sindusmad, Jaldes Langer.
As empresas questionam que alguns itens da resolução não estão de acordo com a realidade da região de floresta nativa. Entre eles a altura dos fueiros (ferros na lateral da carroceria), de 1,5 metros. Langer explicou, que o transporte na região é feito em forma de pirâmide e esse sistema não é utilizado.
Cobranças também foram feitas pelo Sindicato das Indústrias de Laminados de Mato Grosso (Sindilam). O descumprimento da norma pode resultar em multas e perda de pontos na CNH de motoristas, além da retenção de carretas e caminhões. "Nossa expectativa é que ainda esta semana tenhamos uma resposta", concluiu o presidente.
A atividade madeireira está entre as bases da economia dos municípios do Nortão, que concentra os maiores exportadores de madeira do Estado.
No mês passado, o setor encaminhou uma contra-proposta para que algumas das medidas fossem adaptadas à região. “A situacão não está boa. Alguns caminhões foram detidos pelo posto fiscal da região por não cumprirem as normas. Eles foram liberados, mas foram multados”, declarou, ao Só Notícias, o presidente do Sindusmad, Jaldes Langer.
As empresas questionam que alguns itens da resolução não estão de acordo com a realidade da região de floresta nativa. Entre eles a altura dos fueiros (ferros na lateral da carroceria), de 1,5 metros. Langer explicou, que o transporte na região é feito em forma de pirâmide e esse sistema não é utilizado.
Cobranças também foram feitas pelo Sindicato das Indústrias de Laminados de Mato Grosso (Sindilam). O descumprimento da norma pode resultar em multas e perda de pontos na CNH de motoristas, além da retenção de carretas e caminhões. "Nossa expectativa é que ainda esta semana tenhamos uma resposta", concluiu o presidente.
A atividade madeireira está entre as bases da economia dos municípios do Nortão, que concentra os maiores exportadores de madeira do Estado.
Fonte: Só Notícias/Tania Rauber
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