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Notícias
26
mar
2007
(COMÉRCIO EXTERIOR)
Falta madeira para exportações em Sinop
As chuvas não afetaram somente as lavouras de soja da região, mas também muitas indústrias madeireiras que deixaram de vender devido a falta de matéria-prima nos últimos dois meses. Atualmente, cerca de 30% já exportam sua produção. As espécies cedrinho, itaúba, garapeira e angelim, estão entre as mais exigidas pelo mercado.
O vice-presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte (Sindusmad), José Eduardo Pinto, explicou, ao Só Notícias, que a má conservação das estradas vicinais e intermunicipais é o principal fator para a falta de produto nesse período, como acontece todos os anos. "Chove muito e não tem condições de fazer a recuperação e manutenção das estradas nesse período", destacou.
Em alguns municípios do Nortão, propriedades ficaram isoladas e rios transbordaram impedindo o tráfego em algumas rodovias e aumentado os percursos para fazer o transporte. “As empresas acabam deixando de vender mais, já que consultam antes de pegar o pedido e, se não tem produto, não fecham os contratos”, explicou.
Em 2006, o setor foi responsável por 89% do volume exportado do município, movimentando U$$ 38 milhões. A maioria das vendas foi de madeira compensada, seguida da perfilada, cortada, entre outras. Sinop também se destaca no Estado, respondendo por 18% do volume comercializado. Desses, 45% foram para o mercado exterior. Entre os principais destinos estão a Europa e o Estados Unidos.
O vice-presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte (Sindusmad), José Eduardo Pinto, explicou, ao Só Notícias, que a má conservação das estradas vicinais e intermunicipais é o principal fator para a falta de produto nesse período, como acontece todos os anos. "Chove muito e não tem condições de fazer a recuperação e manutenção das estradas nesse período", destacou.
Em alguns municípios do Nortão, propriedades ficaram isoladas e rios transbordaram impedindo o tráfego em algumas rodovias e aumentado os percursos para fazer o transporte. “As empresas acabam deixando de vender mais, já que consultam antes de pegar o pedido e, se não tem produto, não fecham os contratos”, explicou.
Em 2006, o setor foi responsável por 89% do volume exportado do município, movimentando U$$ 38 milhões. A maioria das vendas foi de madeira compensada, seguida da perfilada, cortada, entre outras. Sinop também se destaca no Estado, respondendo por 18% do volume comercializado. Desses, 45% foram para o mercado exterior. Entre os principais destinos estão a Europa e o Estados Unidos.
Fonte: Só notícias
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