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Notícias
23
mar
2007
(PAPEL E CELULOSE)
Brasil consumiu mais papel em 2006
As vendas domésticas dos fabricantes nacionais mais as importações de papéis mostram que o consumo interno cresceu até 13% em 2006 quando comparado ao ano anterior. Este foi o percentual verificado no papel couché, que teve um terço do seu volume importado.
Em 2005, o Brasil consumiu 372 mil toneladas de papel couché, entre nacional e importado, contra 421 mil toneladas entre janeiro a dezembro de 2006. No segmento de cut size, o crescimento do mercado foi da ordem de 10%, passando de 344 mil toneladas em 2005, para 378,5 mil toneladas no ano passado. Já entre os papéis de imprimir e escrever em bobinas e folhas, do qual o off set responde por cerca de 90%, o consumo aumentou 12,2%, saltando de 732 mil toneladas, em 2005, para 821,6 mil toneladas, em 2006.
Nos três segmentos, o papel importado ganhou espaço no mercado brasileiro, crescendo percentualmente mais que as vendas domésticas da indústria nacional. Conforme dados da Bracelpa, de janeiro a dezembro de 2006, os fabricantes nacionais venderam 787,3 mil toneladas de papéis de imprimir e escrever em bobinas e folhas, o que representa crescimento de 11,1% em relação ao volume de 2005 (708,7 mil toneladas). Já as importações destes mesmos tipos de papéis cresceram 46% no mesmo período, passando de 23,5 mil toneladas em 2005, para 34,3 mil toneladas, em 2006, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), também confirmados pela Bracelpa. No mercado de cut size, o volume importado ainda é irrisório quando comparado ao comercializado pela indústria nacional, mas percentualmente o crescimento de 2006 foi considerável.
As importações de cut size passaram de 2,3 mil toneladas em 2005 para 7 mil toneladas no ano passado, crescimento de 206%. Já a indústria nacional colocou no mercado interno, em 2006, 371,5 mil toneladas, 8,7% mais que as 341,9 mil toneladas do ano anterior. Os dados mostram que a presença do importado no mercado brasileiro é mais agressiva no papel couché, representando um terço de todo o consumo. Das 421 mil toneladas destinadas ao consumo no Brasil, no ano passado, 139,2 mil toneladas foram importadas e 281,8 mil toneladas foram fornecidas pelos fabricantes nacionais. Em comparação com o ano anterior, a importação de couché, que em 2005 foi de 86,2 mil toneladas, cresceu 61,5%. Enquanto isso, as vendas domésticas de couché da indústria nacional diminuíram 1,4% no mesmo período.
Em 2005, o Brasil consumiu 372 mil toneladas de papel couché, entre nacional e importado, contra 421 mil toneladas entre janeiro a dezembro de 2006. No segmento de cut size, o crescimento do mercado foi da ordem de 10%, passando de 344 mil toneladas em 2005, para 378,5 mil toneladas no ano passado. Já entre os papéis de imprimir e escrever em bobinas e folhas, do qual o off set responde por cerca de 90%, o consumo aumentou 12,2%, saltando de 732 mil toneladas, em 2005, para 821,6 mil toneladas, em 2006.
Nos três segmentos, o papel importado ganhou espaço no mercado brasileiro, crescendo percentualmente mais que as vendas domésticas da indústria nacional. Conforme dados da Bracelpa, de janeiro a dezembro de 2006, os fabricantes nacionais venderam 787,3 mil toneladas de papéis de imprimir e escrever em bobinas e folhas, o que representa crescimento de 11,1% em relação ao volume de 2005 (708,7 mil toneladas). Já as importações destes mesmos tipos de papéis cresceram 46% no mesmo período, passando de 23,5 mil toneladas em 2005, para 34,3 mil toneladas, em 2006, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), também confirmados pela Bracelpa. No mercado de cut size, o volume importado ainda é irrisório quando comparado ao comercializado pela indústria nacional, mas percentualmente o crescimento de 2006 foi considerável.
As importações de cut size passaram de 2,3 mil toneladas em 2005 para 7 mil toneladas no ano passado, crescimento de 206%. Já a indústria nacional colocou no mercado interno, em 2006, 371,5 mil toneladas, 8,7% mais que as 341,9 mil toneladas do ano anterior. Os dados mostram que a presença do importado no mercado brasileiro é mais agressiva no papel couché, representando um terço de todo o consumo. Das 421 mil toneladas destinadas ao consumo no Brasil, no ano passado, 139,2 mil toneladas foram importadas e 281,8 mil toneladas foram fornecidas pelos fabricantes nacionais. Em comparação com o ano anterior, a importação de couché, que em 2005 foi de 86,2 mil toneladas, cresceu 61,5%. Enquanto isso, as vendas domésticas de couché da indústria nacional diminuíram 1,4% no mesmo período.
Fonte: Andipa
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