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Notícias
19
mar
2007
(MÓVEIS)
Setor moveleiro cresceu 17,27% em 2006
A indústria de móveis brasileira teve crescimento de 17,27% comparado a 2005, com um faturamento de R$ 14,133 bilhões. Essa alta superou a expectativa que era de 5% para 2006, segundo balanço setorial divulgado, pela Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel).
Esse aumento deve-se a maior disponibilidade de crédito, a juros menores, à participação de famílias de baixa renda, antes fora do mercado de consumo, e ao aquecimento da demanda nos três últimos meses de 2006. Outro fator que provocou a melhoria no índice foi a estabilidade econômica e o crescimento do PIB do país, de 2,9% de acordo com relatório do IBGE de 28 de fevereiro.
Segundo os dados apurados pela entidade, as exportações setoriais tiveram queda de 4,65% em 2006 em relação a 2005 devido principalmente ao câmbio desfavorável. Essa freada no crescimento das exportações deve-se à sobrevalorização do real ante o dólar, de acordo com os dirigentes da entidade. O setor busca trabalhar essa dificuldade, investindo ainda mais na capacitação tecnológica e de melhoria de gestão, de processos e de design, por intermédio do programa Brazilian Furniture, parceria da Abimóvel com a Apex. A entidade nacional dos fabricantes de móveis brasileiros dará continuidade a esse programa vitorioso, que ajudou a movelaria brasileira a passar de cerca de US$ 485 milhões/ano para quase US$ 1 bilhão a partir de 2004. Embora os embarques para o exterior tenham sofrido uma pequena queda, ainda assim a balança comercial do setor em 2006 é positiva, com um saldo de US$ 819 milhões, ou seja, o setor moveleiro continua a contribuir para o superávit comercial brasileiro. A expectativa do setor moveleiro para 2007 é de um aumento em seu percentual de crescimento. "Se forem mantidas as condições econômicas internas e externas, devemos ter um índice de crescimento superior ao de 2006", avalia José Luiz Diaz Fernandez, presidente da Abimóvel.
No balanço anual de 2006, a maior taxa de crescimento das exportações de móveis foi a de Minas Gerais (+46, 87%), seguida por São Paulo (+21,86%), Espírito Santo (+15,65%) e Pernambuco (+7,42%). Os estados que tiveram a maior queda nas exportações em 2006 diante de 2005 foram, respectivamente, Maranhão (-85,83%), Goiás (-70,64%) e Mato Grosso do Sul (-53,61%). Santa Catarina, grande pólo moveleiro teve queda de 17,34%; no Rio Grande do Sul os embarques para o exterior caíram 1,39%; e o Paraná, outro estado exportador de grande relevância, cresceu 14,64%.
Esse aumento deve-se a maior disponibilidade de crédito, a juros menores, à participação de famílias de baixa renda, antes fora do mercado de consumo, e ao aquecimento da demanda nos três últimos meses de 2006. Outro fator que provocou a melhoria no índice foi a estabilidade econômica e o crescimento do PIB do país, de 2,9% de acordo com relatório do IBGE de 28 de fevereiro.
Segundo os dados apurados pela entidade, as exportações setoriais tiveram queda de 4,65% em 2006 em relação a 2005 devido principalmente ao câmbio desfavorável. Essa freada no crescimento das exportações deve-se à sobrevalorização do real ante o dólar, de acordo com os dirigentes da entidade. O setor busca trabalhar essa dificuldade, investindo ainda mais na capacitação tecnológica e de melhoria de gestão, de processos e de design, por intermédio do programa Brazilian Furniture, parceria da Abimóvel com a Apex. A entidade nacional dos fabricantes de móveis brasileiros dará continuidade a esse programa vitorioso, que ajudou a movelaria brasileira a passar de cerca de US$ 485 milhões/ano para quase US$ 1 bilhão a partir de 2004. Embora os embarques para o exterior tenham sofrido uma pequena queda, ainda assim a balança comercial do setor em 2006 é positiva, com um saldo de US$ 819 milhões, ou seja, o setor moveleiro continua a contribuir para o superávit comercial brasileiro. A expectativa do setor moveleiro para 2007 é de um aumento em seu percentual de crescimento. "Se forem mantidas as condições econômicas internas e externas, devemos ter um índice de crescimento superior ao de 2006", avalia José Luiz Diaz Fernandez, presidente da Abimóvel.
No balanço anual de 2006, a maior taxa de crescimento das exportações de móveis foi a de Minas Gerais (+46, 87%), seguida por São Paulo (+21,86%), Espírito Santo (+15,65%) e Pernambuco (+7,42%). Os estados que tiveram a maior queda nas exportações em 2006 diante de 2005 foram, respectivamente, Maranhão (-85,83%), Goiás (-70,64%) e Mato Grosso do Sul (-53,61%). Santa Catarina, grande pólo moveleiro teve queda de 17,34%; no Rio Grande do Sul os embarques para o exterior caíram 1,39%; e o Paraná, outro estado exportador de grande relevância, cresceu 14,64%.
Fonte: Panorama Brasil
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