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Notícias
15
mar
2007
(EXPORTAÇÃO)
Argentina desiste de taxar guarda-roupa brasileiro
Depois de nove meses de investigação e 27 volumes arquivados no processo, a Argentina encerrou a investigação de dumping contra os fabricantes brasileiros.
O governo argentino desistiu de aplicar uma sobretaxa na importação de guarda-roupas produzidos no Brasil. Depois de nove meses de investigação e 27 volumes arquivados no processo, a Argentina encerrou a investigação de dumping contra os fabricantes brasileiros. O país vizinho e sócio do Mercosul entendeu que as importações de guarda-roupas brasileiros não estavam provocando dano à indústria argentina.
Segundo resolução da Secretaria de Indústria e Comércio da Pequena e Média Empresa, publicada no dia 7 de março, "a indústria nacional não sofre dano ou ameaça de dano causado pelas importações originárias do Brasil".
"O problema é de modernização da indústria local, que sofreu com a crise econômica vivida pela Argentina", diz a advogada Aline Forsthofer, do escritório Soriani, Fortshofer Advogados, que representou as empresas Moval e Irmol. Ela explica que o foco da defesa foi demonstrar que não havia dano, porque as exportações brasileiras só começaram a subir depois da recuperação da economia do país. Segundo dados da petição que abriu a investigação em 9 de junho de 2006, as importações de guarda-roupas brasileiros aumentaram 574% em volume em 2003 e 73% em 2004.
O governo argentino desistiu de aplicar uma sobretaxa na importação de guarda-roupas produzidos no Brasil. Depois de nove meses de investigação e 27 volumes arquivados no processo, a Argentina encerrou a investigação de dumping contra os fabricantes brasileiros. O país vizinho e sócio do Mercosul entendeu que as importações de guarda-roupas brasileiros não estavam provocando dano à indústria argentina.
Segundo resolução da Secretaria de Indústria e Comércio da Pequena e Média Empresa, publicada no dia 7 de março, "a indústria nacional não sofre dano ou ameaça de dano causado pelas importações originárias do Brasil".
"O problema é de modernização da indústria local, que sofreu com a crise econômica vivida pela Argentina", diz a advogada Aline Forsthofer, do escritório Soriani, Fortshofer Advogados, que representou as empresas Moval e Irmol. Ela explica que o foco da defesa foi demonstrar que não havia dano, porque as exportações brasileiras só começaram a subir depois da recuperação da economia do país. Segundo dados da petição que abriu a investigação em 9 de junho de 2006, as importações de guarda-roupas brasileiros aumentaram 574% em volume em 2003 e 73% em 2004.
Fonte: Valor Econômico
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