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Notícias
13
mar
2007
(CIÊNCIA)
Madeira fossilizada deve ser destinada a pólo arqueológico do Rio Grande do Sul Porto Alegre
O Escritório Regional do Ibama em Santa Maria (RS) está iniciando os contatos com as prefeituras das cidades da região para definir a destinação da madeira fossilizada apreendida na cidade de São Pedro do Sul (distante 40 quilômetros de Santa Maria, região central do Estado).
De acordo com chefe do escritório, o analista ambiental Tarso Isaía, estão sendo realizados contatos com as prefeituras da chamada Quarta Colônia (que congrega municípios que abrigaram imigrantes de origem italiana) onde se discute a criação de um pólo arqueológico. “São cerca de 10 municípios que poderão receber parte do material para colocar em museus que formarão este circuito arqueológico”, segundo a previsão inicial de Tarso Isaía. A Universidade Federal de Santa Maria também está entre as que podem receber o material apreendido, conforme contato feito com a Secretaria Municipal de Cultura.
Ao mesmo tempo em que procura dar uma destinação compatível com o valor arqueológico da madeira fossilizada, o escritório do Ibama continua investigando para descobrir a procedência da carga contrabandeada. A carga é considerada patrimônio arqueológico e não tinha origem de procedência nem qualquer tipo de autorização, o que é considerado crime ambiental. O motorista que transportava as cerca de 10 toneladas de madeira fossilizada foi multado em R$ 200 mil.
De acordo com chefe do escritório, o analista ambiental Tarso Isaía, estão sendo realizados contatos com as prefeituras da chamada Quarta Colônia (que congrega municípios que abrigaram imigrantes de origem italiana) onde se discute a criação de um pólo arqueológico. “São cerca de 10 municípios que poderão receber parte do material para colocar em museus que formarão este circuito arqueológico”, segundo a previsão inicial de Tarso Isaía. A Universidade Federal de Santa Maria também está entre as que podem receber o material apreendido, conforme contato feito com a Secretaria Municipal de Cultura.
Ao mesmo tempo em que procura dar uma destinação compatível com o valor arqueológico da madeira fossilizada, o escritório do Ibama continua investigando para descobrir a procedência da carga contrabandeada. A carga é considerada patrimônio arqueológico e não tinha origem de procedência nem qualquer tipo de autorização, o que é considerado crime ambiental. O motorista que transportava as cerca de 10 toneladas de madeira fossilizada foi multado em R$ 200 mil.
Fonte: Maria Helena Firmbach Annes Ibama/RS
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