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Notícias
10
mar
2007
(EXPORTAÇÃO)
Argentina proíbe venda de madeira ao Uruguai
A província argentina de Entre Ríos aprovou uma lei que proíbe a exportação de madeira ao Uruguai, onde a empresa finlandesa Botnia constrói uma fábrica de celulose que o governo do presidente Néstor Kirchner teme contaminará um de seus principais rios.
Os dois países mantêm um duro conflito diplomático pela construção da fábrica na cidade de Fray Bentos, na margem uruguaia do fronteiriço rio Uruguai. O presidente Tabaré Vázquez, do Uruguai, defende a instalação da empresa finlandesa, um dos maiores investimentos estrangeiros na história do país, e assegura que a fábrica não contaminará as águas do rio.
A Argentina apóia as queixas dos habitantes da região, que temem a contaminação, seu impacto na saúde e na economia local, e processou o Uruguai em um tribunal internacional por considerar que o vizinho violou um tratado bilateral que obrigava consultas antes de autorizar as obras. A lei declara que as exportações destinadas a empresas fabricantes de celulose que geram resíduos contaminantes ``fere os direitos dos cidadãos entrerrianos'.
A norma aprovada na quinta-feira afirma que ``não será permitido às empresas radicadas na província de Entre Rios a venda de toras ou chips, de forma direta ou indireta, às indústrias estabelecidas ou que se estabeleçam na República Oriental do Uruguai, cuja finalidade é a produção de pasta de celulose com processos químicos ou semiquímicos'. A aprovação da lei foi informada na página da internet do senado provincial.
Os habitantes da cidade de Gualeguaychú, separada pelo rio de Fray Bentos, mantêm bloqueada há mais de três meses a rota que conduz ao Uruguai. O Uruguai, por sua vez, afirma que não negociará com a Argentina até que os bloqueios não sejam levantados. Outro projeto que estava sendo construído a 20 quilômetros de Botnia, pela espanhola ENCE, foi deslocado mais para o sul, para as margens do caudaloso rio da Prata.
Os dois países mantêm um duro conflito diplomático pela construção da fábrica na cidade de Fray Bentos, na margem uruguaia do fronteiriço rio Uruguai. O presidente Tabaré Vázquez, do Uruguai, defende a instalação da empresa finlandesa, um dos maiores investimentos estrangeiros na história do país, e assegura que a fábrica não contaminará as águas do rio.
A Argentina apóia as queixas dos habitantes da região, que temem a contaminação, seu impacto na saúde e na economia local, e processou o Uruguai em um tribunal internacional por considerar que o vizinho violou um tratado bilateral que obrigava consultas antes de autorizar as obras. A lei declara que as exportações destinadas a empresas fabricantes de celulose que geram resíduos contaminantes ``fere os direitos dos cidadãos entrerrianos'.
A norma aprovada na quinta-feira afirma que ``não será permitido às empresas radicadas na província de Entre Rios a venda de toras ou chips, de forma direta ou indireta, às indústrias estabelecidas ou que se estabeleçam na República Oriental do Uruguai, cuja finalidade é a produção de pasta de celulose com processos químicos ou semiquímicos'. A aprovação da lei foi informada na página da internet do senado provincial.
Os habitantes da cidade de Gualeguaychú, separada pelo rio de Fray Bentos, mantêm bloqueada há mais de três meses a rota que conduz ao Uruguai. O Uruguai, por sua vez, afirma que não negociará com a Argentina até que os bloqueios não sejam levantados. Outro projeto que estava sendo construído a 20 quilômetros de Botnia, pela espanhola ENCE, foi deslocado mais para o sul, para as margens do caudaloso rio da Prata.
Fonte: O Globo
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