Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Ibama facilita processo para doação de madeira apreendida.
Já está em vigor a Instrução Normativa nº 8 do Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis que agilizará a doação de madeira apreendida que se encontra estocada nos pátios do instituto. A nova regra determina que os processos administrativos cujas multas tenham valores menores que R$ 50 mil sejam julgados pelo próprios gerentes do Ibama nos Estados onde ocorreu o crime ambiental. Nesse caso, o julgamento de um processo que antes poderia demorar até cinco anos terá condições de ser analisado e julgado em até dois meses. A decisão vale para todo o país.
Como quase 90% dos processos administrativos que tramitam no Ibama se referem a multas de menos de R$ 50 mil, o Ibama espera em pouco tempo esvaziar os pátios, dar o destino social adequado à madeira apreendida e ainda desafogar a sede do instituto de inúmeros pedidos de recurso. Antes da IN nº 8, todos os processos tramitavam até a instância do Conama - Conselho Nacional do Meio Ambiente, passando antes pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Ibama em Brasília (DF).
Tais instâncias permanecem, mas com critérios que impedirão recursos impetrados apenas com o objetivo de protelar o julgamento final do processo e a respectiva doação do material apreendido. A demora fazia com que as madeiras apreendidas corressem o risco de se perder, já que o produto se deteriora, principalmente em condições de alta umidade como é o caso da madeira estocada em regiões da Amazônia. Além de perder a madeira, o governo ainda gasta com a vigilância do material apreendido.
Com um dos maiores volumes de madeira apreendida em toda a região amazônica, a Gerência do Ibama de Mato Grosso realizou um levantamento e descobriu que somente em depósitos de cinco cidades no estado estão disponíveis para a doação mais de 750 metros cúbicos de madeira em tora e cerca de 150 metros cúbicos de madeira serrada, sendo a maior parte formada por madeiras de alto valor comercial.
Para o gerente de Mato Grosso, Hugo Werle, a nova regulamentação dará autonomia para que as decisões sejam tomadas no âmbito local, o que resolverá nos próximos meses quase todo o problema dos grandes estoques de madeira que antes ficavam à espera de destino. “Além de desocupar os pátios, a madeira de origem ilegal servirá à comunidades que necessitam dela, conforme prevê a Lei de Crimes Ambientais”, disse Hugo Werle.
Fonte:Ibama
13/out/03
Como quase 90% dos processos administrativos que tramitam no Ibama se referem a multas de menos de R$ 50 mil, o Ibama espera em pouco tempo esvaziar os pátios, dar o destino social adequado à madeira apreendida e ainda desafogar a sede do instituto de inúmeros pedidos de recurso. Antes da IN nº 8, todos os processos tramitavam até a instância do Conama - Conselho Nacional do Meio Ambiente, passando antes pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Ibama em Brasília (DF).
Tais instâncias permanecem, mas com critérios que impedirão recursos impetrados apenas com o objetivo de protelar o julgamento final do processo e a respectiva doação do material apreendido. A demora fazia com que as madeiras apreendidas corressem o risco de se perder, já que o produto se deteriora, principalmente em condições de alta umidade como é o caso da madeira estocada em regiões da Amazônia. Além de perder a madeira, o governo ainda gasta com a vigilância do material apreendido.
Com um dos maiores volumes de madeira apreendida em toda a região amazônica, a Gerência do Ibama de Mato Grosso realizou um levantamento e descobriu que somente em depósitos de cinco cidades no estado estão disponíveis para a doação mais de 750 metros cúbicos de madeira em tora e cerca de 150 metros cúbicos de madeira serrada, sendo a maior parte formada por madeiras de alto valor comercial.
Para o gerente de Mato Grosso, Hugo Werle, a nova regulamentação dará autonomia para que as decisões sejam tomadas no âmbito local, o que resolverá nos próximos meses quase todo o problema dos grandes estoques de madeira que antes ficavam à espera de destino. “Além de desocupar os pátios, a madeira de origem ilegal servirá à comunidades que necessitam dela, conforme prevê a Lei de Crimes Ambientais”, disse Hugo Werle.
Fonte:Ibama
13/out/03
Fonte:
Notícias em destaque
Guia para exportação de madeira no Brasil
A exportação de madeira não começa no porto. Ela começa na rastreabilidade da matéria-prima, na...
(EXPORTAÇÃO)
Brasil e o futuro do eucalipto: ciência e inovação vão moldar o século
Passei as últimas cinco décadas acompanhando a evolução do setor florestal brasileiro de perto: da fase em que ainda...
(SILVICULTURA)
Campanha institucional mostra importância econômica, social e ambiental do Pinus, após 120 anos no Brasil
O Pinus completa 120 anos no Brasil em 2026 e assume posição estratégica na bioeconomia, atendendo a demanda da sociedade por...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Setor moveleiro brasileiro registra crescimento em produção e remuneração
Indústria moveleira registra alta de 0,8% na produção e 12,6% nos salários em 12 meses. Balança comercial...
(MÓVEIS)
Estudante cria espuma de madeira para substituir poliuretano em caixas térmicas, e testes mostram isolamento térmico quase igual
A busca por alternativas sustentáveis ao plástico convencional ganha força com inovações marcantes na...
(TECNOLOGIA)
Produtividade do eucalipto no Brasil em foco
Em um setor no qual poucos metros cúbicos por hectare ao ano podem alterar o custo da madeira entregue, a produtividade do eucalipto no...
(GERAL)














