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Notícias
01
mar
2007
(GERAL)
Juruá produz móveis ecologicamente corretos
Além de bonitos e de boa qualidade, os móveis produzidos em Cruzeiro do Sul (AC), passam a ser ecologicamente corretos. A madeira utilizada para fabricação dos móveis vai ser retirada de áreas de plano de manejo comunitário e a primeira experiência já está em andamento na localidade Paraná dos Mouras. O inventário das espécies já foi feito em 16 lotes da comunidade e a retirada da madeira começa neste verão. O Plano de manejo prevê a retirada de espécies que tenham a reprodução garantida, ou seja, uma árvore só é derrubada se houver outras da mesma espécie na área. O ciclo de corte pode ser de 20 ou 30 anos.
O projeto é da Associação de Moveleiros do Juruá, Sebrae e governo do Estado com objetivo de agregar valor ao produto final e evitar problemas ambientais. "Os móveis com madeira manejada ou certificada são uma tendência do mercado, então o projeto do Setor de Móveis do Juruá, não poderia ficar de fora deste novo momento", avalia laíz Mappes, gestora do projeto moveleiro do Sebrae em Cruzeiro do Sul.
Atualmente as 13 movelarias e marcenarias de Cruzeiro do Sul consomem cerca de 700 metros cúbicos de madeira por ano. O presidente da Associação dos Moveleiros do Juruá, Hélio Pedroza, explica que para conseguir madeira, os empresários do setor compram madeira de pequenos produtores rurais, depois dos desmates feitos com autorização dos órgãos ambientais. "Trabalhamos em cima das autorizações de desmate. Mas a partir deste plano de manejo tudo fica mais fácil porque compraremos madeira de lugares específicos e sem nenhum problema ambiental. E a tendência é que todos passem a trabalhar só desta forma porque o próprio mercado exige desta forma", explica Hélio Pedroza.
Nos dezesseis lotes no Ramal São Paulo, no Paraná dos Mouras, de acordo com Pedroza, há vários tipos de madeira de boa qualidade como angelim, louro, tauarí, malvarena e outros. A intenção da Associação dos Moveleiros, Sebrae e governo do Estado, é executar planos de manejo em outras localidades. "È um bom negócio para os donos das terras que têm compradores certos para a madeira independente da autorização para desmate e para nós das indústrias de móveis, que passamos a ter fornecedor garantido e madeira de boa qualidade que agrega valor aos nossos móveis", avalia Hélio Pedroza. Atualmente a madeira é vendida para os empresários em pranchas a R$ 300 o metro cúbico. Hélio acredita que preço se mantenha no plano de manejo comunitário.
Vencendo licitações - Depois do início da execução do Projeto do Setor Moveleiro do Juruá, pelo Sebrae, as empresas do ramo ganharam novo fôlego. A melhoria na qualidade dos móveis, designe moderno e organização, os empresários do setor passaram a vencer licitações e pregões do governo do Estado e prefeituras da região. Agora em fevereiro, os empresários ligados á Associação da categoria, ganhou concorrência de 300 mil reais para a fabricação do mobiliário escolar para escolas de Cruzeiro do Sul e outras cidades do Juruá.
Um moveleiro cruzeirense venceu também licitação em Guajará, cidade amazonense, que fica há 15 quilômetros de Cruzeiro do Sul para a fabricação de cadeiras e mesas para escolas amazonenses.
O projeto é da Associação de Moveleiros do Juruá, Sebrae e governo do Estado com objetivo de agregar valor ao produto final e evitar problemas ambientais. "Os móveis com madeira manejada ou certificada são uma tendência do mercado, então o projeto do Setor de Móveis do Juruá, não poderia ficar de fora deste novo momento", avalia laíz Mappes, gestora do projeto moveleiro do Sebrae em Cruzeiro do Sul.
Atualmente as 13 movelarias e marcenarias de Cruzeiro do Sul consomem cerca de 700 metros cúbicos de madeira por ano. O presidente da Associação dos Moveleiros do Juruá, Hélio Pedroza, explica que para conseguir madeira, os empresários do setor compram madeira de pequenos produtores rurais, depois dos desmates feitos com autorização dos órgãos ambientais. "Trabalhamos em cima das autorizações de desmate. Mas a partir deste plano de manejo tudo fica mais fácil porque compraremos madeira de lugares específicos e sem nenhum problema ambiental. E a tendência é que todos passem a trabalhar só desta forma porque o próprio mercado exige desta forma", explica Hélio Pedroza.
Nos dezesseis lotes no Ramal São Paulo, no Paraná dos Mouras, de acordo com Pedroza, há vários tipos de madeira de boa qualidade como angelim, louro, tauarí, malvarena e outros. A intenção da Associação dos Moveleiros, Sebrae e governo do Estado, é executar planos de manejo em outras localidades. "È um bom negócio para os donos das terras que têm compradores certos para a madeira independente da autorização para desmate e para nós das indústrias de móveis, que passamos a ter fornecedor garantido e madeira de boa qualidade que agrega valor aos nossos móveis", avalia Hélio Pedroza. Atualmente a madeira é vendida para os empresários em pranchas a R$ 300 o metro cúbico. Hélio acredita que preço se mantenha no plano de manejo comunitário.
Vencendo licitações - Depois do início da execução do Projeto do Setor Moveleiro do Juruá, pelo Sebrae, as empresas do ramo ganharam novo fôlego. A melhoria na qualidade dos móveis, designe moderno e organização, os empresários do setor passaram a vencer licitações e pregões do governo do Estado e prefeituras da região. Agora em fevereiro, os empresários ligados á Associação da categoria, ganhou concorrência de 300 mil reais para a fabricação do mobiliário escolar para escolas de Cruzeiro do Sul e outras cidades do Juruá.
Um moveleiro cruzeirense venceu também licitação em Guajará, cidade amazonense, que fica há 15 quilômetros de Cruzeiro do Sul para a fabricação de cadeiras e mesas para escolas amazonenses.
Fonte: Página 20
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