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Notícias
26
fev
2007
(GERAL)
Indústrias de papel investem para expandir capacidade
Todas as indústrias de celulose e papel brasileiras ou instaladas no País colocam em operação em 2007 novas capacidades, algumas adquiridas em 2006 e outras em fase final de construção.
Os investimentos de quatro empresas que anunciaram seus balanços até agora — International Paper (IP), Klabin, Votorantim Celulose e Papel (VCP) e Aracruz — somam R$ 5,1 bilhões (US$ 2,43 bilhões) em 2007, que serão aplicados também em expansões de unidades recém-compradas para aumentar a produção de celulose e papel.
O motivo do otimismo é uma demanda por papel de celulose de eucalipto crescente no mundo e um reaquecimento no mercado interno, principalmente, em papel para embalagens.
A Klabin investirá neste ano um valor acima de R$ 1 bilhão (US$ 480 milhões), segundo seu diretor financeiro Ronald Seckelmann.
O aporte inclui mais uma parte dos R$ 2,2 bilhões (US$ 1,05 bilhão) que serão aplicados na ampliação da fábrica em Monte Alegre (Paraná). Parte do investimento poderá vir de uma linha de R$ 1,74 bilhão (US$ 830 milhões) que a empresa tem disponível junto ao BNDES para o projeto. “Devemos fazer mais investimentos em 2007 no projeto e deixar cerca de 15% para realizar no próximo ano”, disse o diretor-geral da Klabin, Miguel Sampol. A previsão do executivo para 2007 é de crescimento no consumo de papel para embalagens no País.
A VCP investirá em 2007 R$ 550 milhões (US$ 261,9 milhões) na ampliação da produção e da base florestal. O aporte prepara terreno para um investimento de US$ 1,2 bilhão que será feito no Rio Grande do Sul entre 2009 e 2011.
A International Paper, que acaba de assumir uma fábrica da VCP, investirá cerca de R$ 3 bilhões (US$ 1,43 bilhão) este ano para não apenas ampliar a capacidade de produção como também para reestruturar toda a empresa e torná-la mais forte no mercado de papel.
A partir deste ano, as indústrias de celulose e papel vão desenhar sua atuação nestes mercados e subdividi-los “O Brasil deve estruturar nos próximos anos um subsetor de papéis especiais e outro de celulose.
O primeiro exigirá produtos de valor agregado cada vez maior. O segundo pedirá escalas cada vez maiores”, disse o analista financeiro da Spinelli Corretora, Daniel Gorayeb.
Os investimentos de quatro empresas que anunciaram seus balanços até agora — International Paper (IP), Klabin, Votorantim Celulose e Papel (VCP) e Aracruz — somam R$ 5,1 bilhões (US$ 2,43 bilhões) em 2007, que serão aplicados também em expansões de unidades recém-compradas para aumentar a produção de celulose e papel.
O motivo do otimismo é uma demanda por papel de celulose de eucalipto crescente no mundo e um reaquecimento no mercado interno, principalmente, em papel para embalagens.
A Klabin investirá neste ano um valor acima de R$ 1 bilhão (US$ 480 milhões), segundo seu diretor financeiro Ronald Seckelmann.
O aporte inclui mais uma parte dos R$ 2,2 bilhões (US$ 1,05 bilhão) que serão aplicados na ampliação da fábrica em Monte Alegre (Paraná). Parte do investimento poderá vir de uma linha de R$ 1,74 bilhão (US$ 830 milhões) que a empresa tem disponível junto ao BNDES para o projeto. “Devemos fazer mais investimentos em 2007 no projeto e deixar cerca de 15% para realizar no próximo ano”, disse o diretor-geral da Klabin, Miguel Sampol. A previsão do executivo para 2007 é de crescimento no consumo de papel para embalagens no País.
A VCP investirá em 2007 R$ 550 milhões (US$ 261,9 milhões) na ampliação da produção e da base florestal. O aporte prepara terreno para um investimento de US$ 1,2 bilhão que será feito no Rio Grande do Sul entre 2009 e 2011.
A International Paper, que acaba de assumir uma fábrica da VCP, investirá cerca de R$ 3 bilhões (US$ 1,43 bilhão) este ano para não apenas ampliar a capacidade de produção como também para reestruturar toda a empresa e torná-la mais forte no mercado de papel.
A partir deste ano, as indústrias de celulose e papel vão desenhar sua atuação nestes mercados e subdividi-los “O Brasil deve estruturar nos próximos anos um subsetor de papéis especiais e outro de celulose.
O primeiro exigirá produtos de valor agregado cada vez maior. O segundo pedirá escalas cada vez maiores”, disse o analista financeiro da Spinelli Corretora, Daniel Gorayeb.
Fonte: Gazeta
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