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Notícias
20
fev
2007
(GERAL)
Projeto em complexo petroquímico prevê reflorestamento com 1 milhão de mudas
A Petrobras e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) assinaram convênio hoje (14) para a elaboração do projeto de criação de um corredor ecológico no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaguaí, na Baixada Fluminense.
Segundo estudos preliminares da Petrobras, o projeto incluirá 1 milhão de metros quadrados de mata ciliar do Rio Macacu, 500 mil metros quadrados de mata ciliar do Rio Caceribu e cerca de 10 milhões de metros quadrados de áreas não edificantes, equivalentes a aproximadamente um terço do terreno do empreendimento.
Será feita a recomposição de mata ciliar e da vegetação de transição de manguezal para Mata Atlântica, além da valorização e preservação de áreas de vegetação remanescente. Cerca de um milhão de mudas serão utilizadas nas atividades de reflorestamento. Serão mudas de diferentes espécies, identificadas pela Embrapa como compatíveis com o ecossistema local.
“Como o local é uma área rural e tem algumas pequenas plantações, nós estamos cadastrando todos os trabalhadores da região de modo a que possamos utilizar muitos deles na plantação deste cinturão verde, como também depois na manutenção", conta o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa.
O Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro terá 45 milhões de metros quadrados de área e investimento de US$ 8,3 bilhões. Processará cerca de 150 mil barris de petróleo pesado da Bacia de Campos, transformando-os em insumos para o setor petroquímico nacional.
Segundo estudos preliminares da Petrobras, o projeto incluirá 1 milhão de metros quadrados de mata ciliar do Rio Macacu, 500 mil metros quadrados de mata ciliar do Rio Caceribu e cerca de 10 milhões de metros quadrados de áreas não edificantes, equivalentes a aproximadamente um terço do terreno do empreendimento.
Será feita a recomposição de mata ciliar e da vegetação de transição de manguezal para Mata Atlântica, além da valorização e preservação de áreas de vegetação remanescente. Cerca de um milhão de mudas serão utilizadas nas atividades de reflorestamento. Serão mudas de diferentes espécies, identificadas pela Embrapa como compatíveis com o ecossistema local.
“Como o local é uma área rural e tem algumas pequenas plantações, nós estamos cadastrando todos os trabalhadores da região de modo a que possamos utilizar muitos deles na plantação deste cinturão verde, como também depois na manutenção", conta o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa.
O Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro terá 45 milhões de metros quadrados de área e investimento de US$ 8,3 bilhões. Processará cerca de 150 mil barris de petróleo pesado da Bacia de Campos, transformando-os em insumos para o setor petroquímico nacional.
Fonte: Radiobrás
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