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Notícias
01
fev
2007
(GERAL)
Tony Blair de olho no Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA)
O governo inglês, por meio do primeiro-ministro Tony Blair, com respaldo do secretário de Meio Ambiente da Inglaterra, David Miliband, deverá vir a Manaus no fim do mês de março, na tentativa de fechar parcerias com a coordenação geral de implementação do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA). O anúncio foi divulgado pelo cônsul honorário da Grã-Bretanha no Amazonas, Vincent Brown.
A intenção de Blair é fechar acordos com o governo na tentativa de fomentar a área de C&T no Estado, segundo confirmou Brown. De acordo com o cônsul, sendo o CBA um centro que visa estabelecer na região amazônica parques bioindustriais de projeção internacional, Blair pode ter como objetivo concretizar ações que contribuam para o intercâmbio entre Brasil e Inglaterra, na área de desenvolvimento de produtos oriundos de pesquisas.
Sem detalhar quais seriam essas contribuições, o cônsul honorário ressaltou que mais informações sobre a parceria poderão ser conseguidas somente na visita de Blair ao Amazonas, com previsão para acontecer no fim do primeiro trimestre deste ano. Segundo Brown, os detalhes ainda estão sendo avaliados e, por isso, especificações sobre qual tipo de parceria estaria sendo formada estão a critério do primeiro-ministro inglês. Vincent Brown enfatizou que o próprio Blair poderá fazer o anúncio da parceria e também esclarecer o funcionamento do projeto.
Pistas sobre a parceria
Apesar dos poucos detalhes revelados sobre a parceria CBA-Blair pelo cônsul britânico no Amazonas, o premier inglês já demonstrou evidências de seu interesse pela biodiversidade amazônica, quando, ano passado, cometeu uma “gafe” ao afirmar, segundo o jornal britânico “Daily Telegraph”, que teria um plano de internacionalização da Amazônia, em que a floresta passaria a ser administrada por um consórcio internacional. A notícia repercutiu mal em todo o Brasil.
Por outro lado, tal qual declarou Imar César de Araújo, da coordenação geral de implementação do CBA, em recente entrevista no site fapeam.am.gov.br, o Centro tem como prioridade transformar pesquisas em produtos úteis à sociedade. Portanto, estaria aberto a parcerias e sem impedimento à proposta de atividades anglo-amazônicas de pesquisa e desenvolvimento, por meio da infra-estrutura de pessoal do CBA.
Envolvidos no CBA
Enquanto centro tecnológico subordinado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) e ao de Ciência e Tecnologia (MCT), o CBA está inserido na política industrial e tecnológica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), com proposta de trabalho voltada à promoção da inovação tecnológica a partir de processos e produtos da biodiversidade amazônica.
A intenção de Blair é fechar acordos com o governo na tentativa de fomentar a área de C&T no Estado, segundo confirmou Brown. De acordo com o cônsul, sendo o CBA um centro que visa estabelecer na região amazônica parques bioindustriais de projeção internacional, Blair pode ter como objetivo concretizar ações que contribuam para o intercâmbio entre Brasil e Inglaterra, na área de desenvolvimento de produtos oriundos de pesquisas.
Sem detalhar quais seriam essas contribuições, o cônsul honorário ressaltou que mais informações sobre a parceria poderão ser conseguidas somente na visita de Blair ao Amazonas, com previsão para acontecer no fim do primeiro trimestre deste ano. Segundo Brown, os detalhes ainda estão sendo avaliados e, por isso, especificações sobre qual tipo de parceria estaria sendo formada estão a critério do primeiro-ministro inglês. Vincent Brown enfatizou que o próprio Blair poderá fazer o anúncio da parceria e também esclarecer o funcionamento do projeto.
Pistas sobre a parceria
Apesar dos poucos detalhes revelados sobre a parceria CBA-Blair pelo cônsul britânico no Amazonas, o premier inglês já demonstrou evidências de seu interesse pela biodiversidade amazônica, quando, ano passado, cometeu uma “gafe” ao afirmar, segundo o jornal britânico “Daily Telegraph”, que teria um plano de internacionalização da Amazônia, em que a floresta passaria a ser administrada por um consórcio internacional. A notícia repercutiu mal em todo o Brasil.
Por outro lado, tal qual declarou Imar César de Araújo, da coordenação geral de implementação do CBA, em recente entrevista no site fapeam.am.gov.br, o Centro tem como prioridade transformar pesquisas em produtos úteis à sociedade. Portanto, estaria aberto a parcerias e sem impedimento à proposta de atividades anglo-amazônicas de pesquisa e desenvolvimento, por meio da infra-estrutura de pessoal do CBA.
Envolvidos no CBA
Enquanto centro tecnológico subordinado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) e ao de Ciência e Tecnologia (MCT), o CBA está inserido na política industrial e tecnológica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), com proposta de trabalho voltada à promoção da inovação tecnológica a partir de processos e produtos da biodiversidade amazônica.
Fonte: Renan Albuquerque - Amazonas Em Tempo
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