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Notícias
29
jan
2007
(GERAL)
Argentinos anunciam bloqueio total da fronteira
Manifestantes argentinos anunciaram no sábado que pretendem bloquear na próxima quarta-feira as três passagens na fronteira com o Uruguai em rejeição à instalação de uma fábrica de celulose em território uruguaio, que levou a um litígio entre os dois países.
A decisão foi anunciada por assembléias ambientais das cidades argentinas Colón, Concordia e Gualeguaychú, situadas na província de Entre Ríos, que fazem fronteira, respectivamente, com as uruguaias Paysandu, Salto e Fray Bentos, onde a empresa finlandesa Botnia constrói uma fábrica de celulose.
Durante uma reunião realizada na sexta-feira à noite no distrito Arroyo Verde, situado em Entre Ríos, representantes das três assembléias decidiram realizar uma ação conjunta durante cinco horas para bloquear totalmente a fronteira entre Argentina e Uruguai.
"Queremos demonstrar ao Uruguai que podemos bloquear a fronteira da Argentina. E queremos exigir ao presidente Tabaré Vázquez que se sente para negociar e encontrar uma solução ao conflito", afirmou hoje Gustavo Rivollier, coordenador da Assembléia de Gualeguaychú.
"É necessário um gesto de boa vontade de qualquer dos dois presidentes", tanto de Vázquez como do argentino, Néstor Kirchner, considerou Ramón Cabrera, da Assembléia de Concordia. Na terça-feira, a Corte Internacional de Justiça (CIJ) de Haia rejeitou um pedido do Uruguai para que o Governo da Argentina ponha fim aos bloqueios do tráfego e permita a livre circulação de pessoas e mercadorias entre os dois países.
"Em alguns setores havia a intenção de não complicar a posição argentina com os bloqueios, mas a resolução da Corte de Haia gerou disposição no povo para se manifestar", afirmou Carlos Serratti, da Assembléia de Colón.
A decisão foi anunciada por assembléias ambientais das cidades argentinas Colón, Concordia e Gualeguaychú, situadas na província de Entre Ríos, que fazem fronteira, respectivamente, com as uruguaias Paysandu, Salto e Fray Bentos, onde a empresa finlandesa Botnia constrói uma fábrica de celulose.
Durante uma reunião realizada na sexta-feira à noite no distrito Arroyo Verde, situado em Entre Ríos, representantes das três assembléias decidiram realizar uma ação conjunta durante cinco horas para bloquear totalmente a fronteira entre Argentina e Uruguai.
"Queremos demonstrar ao Uruguai que podemos bloquear a fronteira da Argentina. E queremos exigir ao presidente Tabaré Vázquez que se sente para negociar e encontrar uma solução ao conflito", afirmou hoje Gustavo Rivollier, coordenador da Assembléia de Gualeguaychú.
"É necessário um gesto de boa vontade de qualquer dos dois presidentes", tanto de Vázquez como do argentino, Néstor Kirchner, considerou Ramón Cabrera, da Assembléia de Concordia. Na terça-feira, a Corte Internacional de Justiça (CIJ) de Haia rejeitou um pedido do Uruguai para que o Governo da Argentina ponha fim aos bloqueios do tráfego e permita a livre circulação de pessoas e mercadorias entre os dois países.
"Em alguns setores havia a intenção de não complicar a posição argentina com os bloqueios, mas a resolução da Corte de Haia gerou disposição no povo para se manifestar", afirmou Carlos Serratti, da Assembléia de Colón.
Fonte: EFE
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