Voltar
Notícias
26
jan
2007
(GERAL)
Alta Floresta: 5% das empresas moveleiras já exportam
As prioridades e metas do setor moveleiro para os próximos três anos serão definidas em um workshop, que acontecerá no mês que vem, em Alta Floresta (320 km de Sinop). Indústrias de pelo menos seis municípios do Nortão devem participar.
Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias Moveleiras do Norte do Mato Grossso (Simonorte), Mauro Feronato, o evento reunirá empresas integrantes do projeto Arranjos Produtivos Locais (APLs), que vem sendo desenvolvido há dois anos.
Pelo APL as indústrias recebem consultorias, treinamentos, e buscam implantar novas tecnologias, para fortalecer o produto local e atender as exigências do mercado.
Atualmente, cerca de 80% das empresas moveleiras da região trabalham sob encomenda de camas, mesas, cadeiras e outros móveis. Outros 20% fazem produção regional e 5% exportam seus produtos para outros países, como França, Bélgica e Estados Unidos. O objetivo é aumentar esse número nos próximos anos e, conseqüentemente, o faturamento. Para atender um mercado cada vez mais exigente, a qualificação da mão-de-obra e novos produtos são fundamentais.
Feronato destacou que em fevereiro também devem ser encerrados dois cursos que são realizados com empresas do município. Um deles na área de designs. As empresas participantes desenvolvem produtos próprios, que serão apresentados durante uma mostra com compradores de diversas regiões.
Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias Moveleiras do Norte do Mato Grossso (Simonorte), Mauro Feronato, o evento reunirá empresas integrantes do projeto Arranjos Produtivos Locais (APLs), que vem sendo desenvolvido há dois anos.
Pelo APL as indústrias recebem consultorias, treinamentos, e buscam implantar novas tecnologias, para fortalecer o produto local e atender as exigências do mercado.
Atualmente, cerca de 80% das empresas moveleiras da região trabalham sob encomenda de camas, mesas, cadeiras e outros móveis. Outros 20% fazem produção regional e 5% exportam seus produtos para outros países, como França, Bélgica e Estados Unidos. O objetivo é aumentar esse número nos próximos anos e, conseqüentemente, o faturamento. Para atender um mercado cada vez mais exigente, a qualificação da mão-de-obra e novos produtos são fundamentais.
Feronato destacou que em fevereiro também devem ser encerrados dois cursos que são realizados com empresas do município. Um deles na área de designs. As empresas participantes desenvolvem produtos próprios, que serão apresentados durante uma mostra com compradores de diversas regiões.
Fonte: Só Notícias/Tania Rauber
Notícias em destaque
El Niño pode pressionar oferta global de celulose e alterar dinâmica do mercado, avalia JPMorgan
Banco aponta a Suzano como uma das empresas mais resilientes diante dos potenciais impactos do fenômeno climático sobre a...
(MERCADO)
Mobiliário modular feito com painéis de grama.
O banco Clique Luxe do Studio TK, desenhado por Mario Ruiz, apresenta painéis estruturais à base de grama da Plantd como componentes...
(GERAL)
Exportações de móveis recuam, enquanto suprimentos produtivos avançam no acumulado do ano
O comércio exterior da cadeia de móveis brasileira atravessou o segundo trimestre de 2026 em um ambiente marcado por maior...
(EXPORTAÇÃO)
A produtividade florestal também depende do executor
Durante uma conversa entre profissionais do setor florestal, surgiu uma pergunta interessante:
— Depois de tantos anos acompanhando a...
(SILVICULTURA)
Pouca gente sabe, mas existe uma árvore de 2 mil anos na África do Sul que “ruge” quando o vento sopra entre os galhos e armazena até 4.500 litros de água no próprio tronco, virando fonte de vida da comunidade
Pouca gente sabe, mas existe uma árvore de 2 mil anos na África do Sul que “ruge” quando o vento sopra entre os galhos e...
(GERAL)
Como avaliar produtividade florestal
Um povoamento com bom fechamento de copa nem sempre entrega o melhor resultado econômico. Em campo, a diferença entre uma floresta...
(GERAL)














