Voltar
Notícias
22
jan
2007
(GERAL)
Produtos brasileiros ganham Centro de Distribuição na Polônia
O presidente da APEX-Brasil(Agência de Promoção de Exportações e Investimentos), Juan Quirós, inaugura hoje (22 de janeiro), o Centro de Distribuição (CD) de produtos brasileiros em Varsóvia (Polônia). Participam do evento o embaixador do Brasil na Polônia, Marcelo Jardim, o vice-ministro da Economia do país, Andrzej Kaczmarek, além de outras autoridades e empresários poloneses.
Localizado a 25 quilômetros do aeroporto, numa área de armazenagem alfandegada bastante acessível, o Centro tem 900 m² e dispõe de espaço para estoque de produtos, escritórios, showroom. Até o momento, 55 empresas se credenciaram para integrar o CD, envolvendo os setores de sucos e alimentos industrializados, cachaça, café, alumínio, metalurgia, siderurgia, plástico, música, confecção, cosmético, embalagens plásticas, máquinas e equipamentos, equipamentos médico-hospitalares, produtos cirúrgicos e farmacêuticos, jóias, livros, iluminação, produtos de limpeza e sisal.
O Centro de Distribuição integra a iniciativa da APEX-Brasil de internacionalização das empresas exportadoras brasileiras. Polônia é o quinto país a hospedar um CD, espaço onde empresários brasileiros de diversos setores podem armazenar mercadorias, participar de rodadas de negócios com compradores estrangeiros e manter showroom e escritórios. O primeiro CD foi inaugurado em maio de 2005 em Miami, nos Estados Unidos. Existem CDs operando também em Frankfurt (Alemanha), Lisboa (Portugal) e Dubai (Emirados Árabes).
"O Centro de Distribuição dos Estados Unidos, há mais tempo em atividade, tem apresentado excelentes resultados. Acredito que teremos o mesmo sucesso no mercado europeu. Escolhemos a Polônia porque percebemos um potencial econômico enorme. É uma economia em desenvolvimento bastante dinâmico, aberta tanto à União Européia quanto ao Leste Europeu", observa o presidente da APEX-Brasil, Juan Quirós.
Ao se instalar nos Centros de Distribuição as empresas exportadoras conseguem apresentar, negociar e estocar seus produtos, garantindo cumprimento de prazos e reduzindo custos. "O cumprimento de compromissos pós-vendas é fundamental para o sucesso do exportador", acrescenta Quirós.
Os CDs da APEX-Brasil foram concebidos para receber empresas de pequeno e médio portes e que já possuem cultura exportadora. Este é, portanto, o perfil das empresas que estarão na Polônia. Aquelas que atuam com produtos perecíveis ou que exigem acondicionamento especial ainda não estão no escopo do projeto, pois demandam estrutura especial de manuseio e refrigeração. Este tema, contudo, já está em discussão interna na Agência.
Uma das principais vantagens oferecidas ao empresário brasileiro ao integrar um CD é que a APEX-Brasil é a locatária do espaço total e subloca partes do mesmo às empresas. Ao alugar áreas maiores, a APEX-Brasil pode negociar preços mais convenientes e se beneficiar de outras vantagens que, individualmente, as empresas não teriam acesso.
Com a instalação de CDs no exterior, a Agência espera que as empresas nacionais tenham maior presença em outros países e abram filiais no Exterior.
Balança Comercial
As exportações brasileiras para a Polônia em 2006 foram de US$ 299 milhões, o que representou um aumento de 9,6% em relação a 2005, quando o Brasil havia exportado US$ 272 milhões para o mercado polonês. A participação das exportações para o mercado polonês, em relação ao total exportado pelo Brasil, foi de 0,2%. As importações, no mesmo ano, aumentaram 58,1% ao subirem de US$ 134,12 milhões para US$ 212,05 milhões. Com isso, o saldo comercial superavitário foi de US$ 86,5 milhões.
Os principais produtos exportados pelo Brasil para Polônia em 2006 foram: aviões e veículos aéreos, fumo, minérios de ferro, motocompressor hermético, café solúvel, amortecedores de suspensão para tratores e veículos automóveis, café, acessórios para tratores.
Pesquisa realizada pela Unidade de Inteligência Comercial da APEX-Brasil identificou alguns setores cujos produtos são amplamente importados pela Polônia e apresentam potencial de incremento das exportações brasileiras. São eles: alimentos, bebidas, preparações alimentícias, máquinas e equipamentos, materiais elétricos, aparelhos de som/imagem, automóveis, borracha, artigos e equipamentos médico-odontológicos e hospitalares, produtos de perfumaria e preparações cosméticas; algodão, peles e couros, madeira, vidros, talheres, mobiliário, colchões e minérios.
Localizado a 25 quilômetros do aeroporto, numa área de armazenagem alfandegada bastante acessível, o Centro tem 900 m² e dispõe de espaço para estoque de produtos, escritórios, showroom. Até o momento, 55 empresas se credenciaram para integrar o CD, envolvendo os setores de sucos e alimentos industrializados, cachaça, café, alumínio, metalurgia, siderurgia, plástico, música, confecção, cosmético, embalagens plásticas, máquinas e equipamentos, equipamentos médico-hospitalares, produtos cirúrgicos e farmacêuticos, jóias, livros, iluminação, produtos de limpeza e sisal.
O Centro de Distribuição integra a iniciativa da APEX-Brasil de internacionalização das empresas exportadoras brasileiras. Polônia é o quinto país a hospedar um CD, espaço onde empresários brasileiros de diversos setores podem armazenar mercadorias, participar de rodadas de negócios com compradores estrangeiros e manter showroom e escritórios. O primeiro CD foi inaugurado em maio de 2005 em Miami, nos Estados Unidos. Existem CDs operando também em Frankfurt (Alemanha), Lisboa (Portugal) e Dubai (Emirados Árabes).
"O Centro de Distribuição dos Estados Unidos, há mais tempo em atividade, tem apresentado excelentes resultados. Acredito que teremos o mesmo sucesso no mercado europeu. Escolhemos a Polônia porque percebemos um potencial econômico enorme. É uma economia em desenvolvimento bastante dinâmico, aberta tanto à União Européia quanto ao Leste Europeu", observa o presidente da APEX-Brasil, Juan Quirós.
Ao se instalar nos Centros de Distribuição as empresas exportadoras conseguem apresentar, negociar e estocar seus produtos, garantindo cumprimento de prazos e reduzindo custos. "O cumprimento de compromissos pós-vendas é fundamental para o sucesso do exportador", acrescenta Quirós.
Os CDs da APEX-Brasil foram concebidos para receber empresas de pequeno e médio portes e que já possuem cultura exportadora. Este é, portanto, o perfil das empresas que estarão na Polônia. Aquelas que atuam com produtos perecíveis ou que exigem acondicionamento especial ainda não estão no escopo do projeto, pois demandam estrutura especial de manuseio e refrigeração. Este tema, contudo, já está em discussão interna na Agência.
Uma das principais vantagens oferecidas ao empresário brasileiro ao integrar um CD é que a APEX-Brasil é a locatária do espaço total e subloca partes do mesmo às empresas. Ao alugar áreas maiores, a APEX-Brasil pode negociar preços mais convenientes e se beneficiar de outras vantagens que, individualmente, as empresas não teriam acesso.
Com a instalação de CDs no exterior, a Agência espera que as empresas nacionais tenham maior presença em outros países e abram filiais no Exterior.
Balança Comercial
As exportações brasileiras para a Polônia em 2006 foram de US$ 299 milhões, o que representou um aumento de 9,6% em relação a 2005, quando o Brasil havia exportado US$ 272 milhões para o mercado polonês. A participação das exportações para o mercado polonês, em relação ao total exportado pelo Brasil, foi de 0,2%. As importações, no mesmo ano, aumentaram 58,1% ao subirem de US$ 134,12 milhões para US$ 212,05 milhões. Com isso, o saldo comercial superavitário foi de US$ 86,5 milhões.
Os principais produtos exportados pelo Brasil para Polônia em 2006 foram: aviões e veículos aéreos, fumo, minérios de ferro, motocompressor hermético, café solúvel, amortecedores de suspensão para tratores e veículos automóveis, café, acessórios para tratores.
Pesquisa realizada pela Unidade de Inteligência Comercial da APEX-Brasil identificou alguns setores cujos produtos são amplamente importados pela Polônia e apresentam potencial de incremento das exportações brasileiras. São eles: alimentos, bebidas, preparações alimentícias, máquinas e equipamentos, materiais elétricos, aparelhos de som/imagem, automóveis, borracha, artigos e equipamentos médico-odontológicos e hospitalares, produtos de perfumaria e preparações cosméticas; algodão, peles e couros, madeira, vidros, talheres, mobiliário, colchões e minérios.
Fonte: Apex-Brasil
Notícias em destaque
Portos do Paraná batem recorde histórico com 73,5 milhões de toneladas e lideram crescimento nacional em 2025
Os portos do Paraná encerraram o ano de 2025 com um resultado histórico: 73,5 milhões de toneladas movimentadas, entre...
(LOGÍSTICA)
Cientistas brasileiros criam tecnologia com lignina Kraft para combater ervas daninhas e reduzir uso de herbicidas
Pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Nanotecnologia para Agricultura Sustentável (INCT NanoAgro)...
(GERAL)
Revolução na construção: cientistas criam madeira superforte que pode substituir o aço
Pesquisadores desenvolvem processo de autodensificação que aumenta significativamente a resistência da madeira.
A madeira...
(GERAL)
Além do carvão: conheça a madeira certa para garantir a brasa ideal no seu churrasco
Nem toda lenha é igual; entenda como o tipo de madeira influencia no calor, no sabor da carne e na economia do seu...
(GERAL)
Sem tijolos, a maior estrutura de madeira do mundo tem 86m de altura e prova que o futuro das cidades é feito de árvores
Esqueça o concreto e o aço; o futuro da construção civil pode estar nas árvores. O edifício Ascent MKE,...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Mais leve que a fibra de vidro e com resistência comparável, o bambu começa a substituir materiais industriais em compósitos usados na indústria automotiva, esportiva e eólica
Mais leve que a fibra de vidro e com resistência comparável, o bambu começa a substituir materiais industriais em...
(CONSTRUÇÃO CIVIL)














