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Notícias
20
jan
2007
(CONSTRUÇÃO CIVIL)
Construção cresce 5,5% em 2006 e projeta mais 8% este ano
Após fechar o ano de 2006 com um crescimento de 5,5% sobre o ano de 2005, que correspondeu a um faturamento de R$ 36,39 bilhões, o varejo de construção projeta um incremento de 8% em 2007, devido à abertura de novas lojas e aumento da oferta de crédito para a compra de material de construção.
Além disso, os comerciantes do setor acreditam que haverá um aumento nas novas construções no País, uma vez que, segundo a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), cerca de 50% dos recursos do FGTS serão investidos, obrigatoriamente, em novas obras.
“O presidente Lula deixou claro que a área habitacional será prioritária para o governo nos próximos 4 anos e deve anunciar ainda este mês um novo pacote de incentivos à construção. Tudo isso nos dá a certeza de que 2007 será um ano muito promissor para o nosso segmento. Só o varejo de material de construção deve gerar 90 mil vagas de trabalho em função da abertura de novas lojas e visando a melhoria do atendimento ao consumidor”, afirma Cláudio Conz, presidente da Anamaco.
Em 2006, as vendas do varejo de construção se recuperaram, após a redução e a isenção do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) nos dois pacotes feitos em maio e julho. Naquele ano, o setor teve a maior expansão de vendas em agosto, quando o faturamento cresceu 8% sobre o mesmo mês de 2005.
Para a Anamaco, o bom resultado de 2006 se deve essencialmente à diminuição dos juros e ao aumento da oferta de crédito, que colaborou para a melhora nas compras dos consumidores em grandes varejistas como C&C, Telhanorte, Leroy Merlin e Dicico. O aumento de renda das classes mais pobres também fez com que redes associativistas como a Rede Construir e o Grupo Okinawa, com lojas menores em bairros periféricos, apresentassem crescimento em 2006.
Este ano, a associação enfatiza que a qualificação profissional é o foco a ser desenvolvido para os varejistas de construção. “Teremos que trabalhar a questão da capacitação profissional para além das indústrias, desenvolvendo projetos para treinamento de trabalhadores como eletricistas, encanadores e pintores e, também, para todas as funções que tratam diretamente com o atendimento ao consumidor”, afirma Conz.
A redução do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre os produtos de material de construção nos Estados também é prioritário para o setor em 2007. “Desenvolveremos ações que visam a desburocratização existente no nosso setor, principalmente no tocante aos financiamentos”, comenta o presidente.
Além disso, os comerciantes do setor acreditam que haverá um aumento nas novas construções no País, uma vez que, segundo a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), cerca de 50% dos recursos do FGTS serão investidos, obrigatoriamente, em novas obras.
“O presidente Lula deixou claro que a área habitacional será prioritária para o governo nos próximos 4 anos e deve anunciar ainda este mês um novo pacote de incentivos à construção. Tudo isso nos dá a certeza de que 2007 será um ano muito promissor para o nosso segmento. Só o varejo de material de construção deve gerar 90 mil vagas de trabalho em função da abertura de novas lojas e visando a melhoria do atendimento ao consumidor”, afirma Cláudio Conz, presidente da Anamaco.
Em 2006, as vendas do varejo de construção se recuperaram, após a redução e a isenção do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) nos dois pacotes feitos em maio e julho. Naquele ano, o setor teve a maior expansão de vendas em agosto, quando o faturamento cresceu 8% sobre o mesmo mês de 2005.
Para a Anamaco, o bom resultado de 2006 se deve essencialmente à diminuição dos juros e ao aumento da oferta de crédito, que colaborou para a melhora nas compras dos consumidores em grandes varejistas como C&C, Telhanorte, Leroy Merlin e Dicico. O aumento de renda das classes mais pobres também fez com que redes associativistas como a Rede Construir e o Grupo Okinawa, com lojas menores em bairros periféricos, apresentassem crescimento em 2006.
Este ano, a associação enfatiza que a qualificação profissional é o foco a ser desenvolvido para os varejistas de construção. “Teremos que trabalhar a questão da capacitação profissional para além das indústrias, desenvolvendo projetos para treinamento de trabalhadores como eletricistas, encanadores e pintores e, também, para todas as funções que tratam diretamente com o atendimento ao consumidor”, afirma Conz.
A redução do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre os produtos de material de construção nos Estados também é prioritário para o setor em 2007. “Desenvolveremos ações que visam a desburocratização existente no nosso setor, principalmente no tocante aos financiamentos”, comenta o presidente.
Fonte: Panorama
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