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Notícias
12
jan
2007
(GERAL)
Presidente americano se isola ao ignorar o aquecimento global
A administração do presidente americano, George W. Bush, está cada vez mais isolada nos Estados Unidos e no mundo pela negativa em enfrentar o problema do aquecimento global. Atualmente, as pressões e as iniciativas se multiplicam por toda parte para reduzir as emissões de gases causadores de efeito estufa.
Nos Estados Unidos, surgem reivindicações do próprio partido do governo neste sentido. O republicano Arnold Schwarzenegger, governador da Califórnia (oeste), decidiu reduzir em 10% até 2020 estes gases, principalmente o CO2 (dióxido de carbono), gerado pelas fábricas e pelo consumo de energia fóssil (petróleo e carvão).
A decisão no estado mais populoso e rico do país é a primeira aplicação de um acordo de 2006, firmado entre o governador e a legislatura californiana, onde o Partido Democrata é maioria, para reduzir em 25% o volume de CO2 emitido até 2020. O setor de transportes é responsável pela metade das emissões no Estado.
Com o argumento de que "os Estados Unidos são dependentes do petróleo estrangeiro há tempo demais", Schwarzenegger pretende recorrer a combustíveis alternativos, principalmente o etanol. Esta última iniciativa foi recebida de braços abertos pelos ecologistas. Hal Harvey, diretor de assuntos ambientais da Fundação Flora Hewlett (privada), qualificou a medida como "muito importante". "Acho que atualmente não existe nenhum programa no mundo, com exceção do Brasil, para eliminar o carbono dos combustíveis", acrescentou.
A União Européia anunciou uma série de medidas para combater o aquecimento do planeta, entre eles a redução em 20% das emissões de gases de efeito estufa na Europa até 2020, comparativamente aos níveis de 1990.
O presidente da Comissão Européia (braço executivo da UE), José Manuel Durão Barroso, lamentou a recusa americana de ratificar o Protocolo de Kyoto para reduzir de forma significativa as emissões que contribuem para o aquecimento global, destacando a importância deste compromisso após uma reunião com o presidente Bush, em Washington.
Nos Estados Unidos, surgem reivindicações do próprio partido do governo neste sentido. O republicano Arnold Schwarzenegger, governador da Califórnia (oeste), decidiu reduzir em 10% até 2020 estes gases, principalmente o CO2 (dióxido de carbono), gerado pelas fábricas e pelo consumo de energia fóssil (petróleo e carvão).
A decisão no estado mais populoso e rico do país é a primeira aplicação de um acordo de 2006, firmado entre o governador e a legislatura californiana, onde o Partido Democrata é maioria, para reduzir em 25% o volume de CO2 emitido até 2020. O setor de transportes é responsável pela metade das emissões no Estado.
Com o argumento de que "os Estados Unidos são dependentes do petróleo estrangeiro há tempo demais", Schwarzenegger pretende recorrer a combustíveis alternativos, principalmente o etanol. Esta última iniciativa foi recebida de braços abertos pelos ecologistas. Hal Harvey, diretor de assuntos ambientais da Fundação Flora Hewlett (privada), qualificou a medida como "muito importante". "Acho que atualmente não existe nenhum programa no mundo, com exceção do Brasil, para eliminar o carbono dos combustíveis", acrescentou.
A União Européia anunciou uma série de medidas para combater o aquecimento do planeta, entre eles a redução em 20% das emissões de gases de efeito estufa na Europa até 2020, comparativamente aos níveis de 1990.
O presidente da Comissão Européia (braço executivo da UE), José Manuel Durão Barroso, lamentou a recusa americana de ratificar o Protocolo de Kyoto para reduzir de forma significativa as emissões que contribuem para o aquecimento global, destacando a importância deste compromisso após uma reunião com o presidente Bush, em Washington.
Fonte: AFP/ Terra
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