Voltar
Notícias
11
jan
2007
(GERAL)
RJ pode se tornar um grande pólo de celulose
O Noroeste do Estado do Rio de Janeiro poderá se tornar um grande pólo de celulose. As negociações com o secretário de Meio Ambiente, Carlos Minc, já estão em andamento e visam atrair empresas deste setor para investirem no estado. A informação ao MONITOR MERCANTIL é de Júlio Bueno, secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, acrescentando que este projeto ainda está em fase inicial.
Júlio Bueno, que assumiu a secretaria há poucos dias, faz questão de ressaltar que a política do governo para o setores naval e petrolífero não será alterada. Tanto assim, que pretende dar continuidade ao trabalho que vinha sendo desenvolvido pelo ex-secretário Wagner Victer, por entender que o Estado do Rio deu um grande salto com a antiga gestão da secretaria.
"Nessas áreas, o que pretendemos fazer é continuar a articulação com a Petrobras, com outras empresas de petróleo que estão no Rio para criar um ambiente propício para investimentos", comentou, acrescentando que na área da construção naval é fazer com que a Petrobras faça suas plataformas e encomende navios em estaleiros do Rio de Janeiro.
Incentivos fiscais
Júlio Bueno fez questão de afirmar que manterá a política de incentivos fiscais como instrumento para atrair novas empresas para o Estado do Rio. A idéia, segundo ele, é que esses incentivos tenham tratamento mais geral. As modificações que poderão ocorrer, de acordo com ele, serão feitas para o aperfeiçoamento do benefício. "É necessário lembrar que incentivo fiscal é um detalhe do investimento".
O secretário não quis criticar os chamados "estaleiros virtuais", que só existem em papel. No entanto, acredita que se deve ter uma racionalidade econômica. "Acho que há locais discutíveis do ponto de vista mais econômico de se colocar estaleiros.
Reconheço que a Petrobras tenta descentralizar. Mas, não pode forçar uma barra. A luta do Victer de colocar as encomendas em locais do ponto de vista econômico mais adequado é correta e continuaremos a empreendê-la, mas sempre respeitando a Petrobras e tentando compor com a estatal".
Quanto ao setor de energia, Bueno fez questão de ressaltar que a construção de usina nuclear de Angra III não é mais uma questão de ser contra ou a favor. Na sua opinião, é uma necessidade. E salientou que está discutindo com a Petrobras a construção de uma PC a gás no Estado. O local ainda não está definido. E acrescentou que ficou muito feliz com o resultado da licitação da Petrobras para a construção da Plataforma P-56, que será construída pelo estaleiro Keppels Fells.
Júlio Bueno, que assumiu a secretaria há poucos dias, faz questão de ressaltar que a política do governo para o setores naval e petrolífero não será alterada. Tanto assim, que pretende dar continuidade ao trabalho que vinha sendo desenvolvido pelo ex-secretário Wagner Victer, por entender que o Estado do Rio deu um grande salto com a antiga gestão da secretaria.
"Nessas áreas, o que pretendemos fazer é continuar a articulação com a Petrobras, com outras empresas de petróleo que estão no Rio para criar um ambiente propício para investimentos", comentou, acrescentando que na área da construção naval é fazer com que a Petrobras faça suas plataformas e encomende navios em estaleiros do Rio de Janeiro.
Incentivos fiscais
Júlio Bueno fez questão de afirmar que manterá a política de incentivos fiscais como instrumento para atrair novas empresas para o Estado do Rio. A idéia, segundo ele, é que esses incentivos tenham tratamento mais geral. As modificações que poderão ocorrer, de acordo com ele, serão feitas para o aperfeiçoamento do benefício. "É necessário lembrar que incentivo fiscal é um detalhe do investimento".
O secretário não quis criticar os chamados "estaleiros virtuais", que só existem em papel. No entanto, acredita que se deve ter uma racionalidade econômica. "Acho que há locais discutíveis do ponto de vista mais econômico de se colocar estaleiros.
Reconheço que a Petrobras tenta descentralizar. Mas, não pode forçar uma barra. A luta do Victer de colocar as encomendas em locais do ponto de vista econômico mais adequado é correta e continuaremos a empreendê-la, mas sempre respeitando a Petrobras e tentando compor com a estatal".
Quanto ao setor de energia, Bueno fez questão de ressaltar que a construção de usina nuclear de Angra III não é mais uma questão de ser contra ou a favor. Na sua opinião, é uma necessidade. E salientou que está discutindo com a Petrobras a construção de uma PC a gás no Estado. O local ainda não está definido. E acrescentou que ficou muito feliz com o resultado da licitação da Petrobras para a construção da Plataforma P-56, que será construída pelo estaleiro Keppels Fells.
Fonte: Marcelo Bernardes (Monitor Mercantil)
Notícias em destaque
El Niño pode pressionar oferta global de celulose e alterar dinâmica do mercado, avalia JPMorgan
Banco aponta a Suzano como uma das empresas mais resilientes diante dos potenciais impactos do fenômeno climático sobre a...
(MERCADO)
Mobiliário modular feito com painéis de grama.
O banco Clique Luxe do Studio TK, desenhado por Mario Ruiz, apresenta painéis estruturais à base de grama da Plantd como componentes...
(GERAL)
Exportações de móveis recuam, enquanto suprimentos produtivos avançam no acumulado do ano
O comércio exterior da cadeia de móveis brasileira atravessou o segundo trimestre de 2026 em um ambiente marcado por maior...
(EXPORTAÇÃO)
A produtividade florestal também depende do executor
Durante uma conversa entre profissionais do setor florestal, surgiu uma pergunta interessante:
— Depois de tantos anos acompanhando a...
(SILVICULTURA)
Pouca gente sabe, mas existe uma árvore de 2 mil anos na África do Sul que “ruge” quando o vento sopra entre os galhos e armazena até 4.500 litros de água no próprio tronco, virando fonte de vida da comunidade
Pouca gente sabe, mas existe uma árvore de 2 mil anos na África do Sul que “ruge” quando o vento sopra entre os galhos e...
(GERAL)
Como avaliar produtividade florestal
Um povoamento com bom fechamento de copa nem sempre entrega o melhor resultado econômico. Em campo, a diferença entre uma floresta...
(GERAL)














