Voltar
Notícias
10
jan
2007
(GERAL)
Mercado financeiro prevê câmbio baixo em 2007
O mercado financeiro baixou, na primeira semana de 2007, a sua projeção para a taxa de câmbio no fim deste ano de R$ 2,25 para R$ 2,20 por dólar, informou, o Banco Central. A expectativa anterior de R$ 2,25 para o fechamento do câmbio neste ano estava inalterada havia sete semanas. Para o câmbio médio de 2007, porém, a projeção foi mantida estável em R$ 2,20 por dólar na última semana.
Os dados sobre as projeções do mercado foram obtidos por meio de pesquisa realizada semanalmente pelo BC com cerca de cem instituições financeiras. Esses dados dão origem ao relatório de mercado, também conhecido como Focus, que é divulgado todas as segundas-feiras às 8h30.
Uma taxa de câmbio menor favorece as importações e, ao mesmo tempo, teoricamente também diminui o interesse nas vendas externas das empresas brasileiras. Isso por que os exportadores recebem menos reais pelas suas exportações. Em 2006, apesar do superávit comercial recorde de US$ 46 bilhões, alguns setores perderam competitividade por conta do nível da taxa de câmbio. Entre eles: calçados, têxteis, móveis e madeira.
Apesar da queda na projeção para a taxa de câmbio no fim de 2007, o mercado financeiro também projetou, na primeira semana deste ano, um superávit da balança comercial de US$ 38,60 bilhões no período. Na semana retrasada, a expectativa estava em um resultado positivo de US$ 38 bilhões para este ano. No caso dos investimentos estrangeiros diretos, a projeção do mercado para este ano subiu de US$ 16,10 bilhões para US$ 16,20 bilhões.
Juros
Para a taxa de juros, a estimativa do mercado financeiro não se alterou na semana passada. Para o fim de janeiro, permaneceu estável em 13% ao ano, o que pressupõe um corte de 0,25 ponto percentual na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de 23 e 24 deste mês. Atualmente, a taxa de juros está em 13,25% ao ano, a mais baixa desde a criação da taxa Selic, mas também os juros reais (descontados a inflação) mais elevados do planeta. O mercado financeiro também manteve estável em 11,75% ao ano a sua projeção para a taxa Selic no final de 2007.
IPCA
O BC calibra a taxa de juros de modo que a meta de inflação deste ano, de 2007 e de 2008, todas em 4,50%, sejam atingidas. Pelo sistema de metas de inflação, porém, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) pode variar entre 2,50% e 6,50% nestes três anos sem que a meta seja formalmente descumprida.
A projeção do mercado financeiro para o IPCA de 2007 ficou estável em 4% na última semana, ou seja, abaixo da meta central de inflação de 4,50% para o próximo ano. Cabe lembrar que o BC, neste momento, já está definindo a taxa de juros com base no cenário inflacionário para 2007.
No caso do IPCA de 2006, houve estabibilidade em 3,11% na projeção do mercado financeiro. A estimativa ainda permanece bem distante da meta central de inflação de 4,50% para este ano. No caso do IPCA dos próximos doze meses, segundo informações divulgadas pelo BC, a estimativa caiu de 4,06% na semana retrasada para 4,02% na última semana.
PIB
A projeção do mercado financeiro para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano apresentou estabilidade em 3,50% na última semana. No caso da produção industrial, a estimativa do mercado, para o crescimento de 2006, permaneceu inalterada em 4% na semana passada.
Os dados sobre as projeções do mercado foram obtidos por meio de pesquisa realizada semanalmente pelo BC com cerca de cem instituições financeiras. Esses dados dão origem ao relatório de mercado, também conhecido como Focus, que é divulgado todas as segundas-feiras às 8h30.
Uma taxa de câmbio menor favorece as importações e, ao mesmo tempo, teoricamente também diminui o interesse nas vendas externas das empresas brasileiras. Isso por que os exportadores recebem menos reais pelas suas exportações. Em 2006, apesar do superávit comercial recorde de US$ 46 bilhões, alguns setores perderam competitividade por conta do nível da taxa de câmbio. Entre eles: calçados, têxteis, móveis e madeira.
Apesar da queda na projeção para a taxa de câmbio no fim de 2007, o mercado financeiro também projetou, na primeira semana deste ano, um superávit da balança comercial de US$ 38,60 bilhões no período. Na semana retrasada, a expectativa estava em um resultado positivo de US$ 38 bilhões para este ano. No caso dos investimentos estrangeiros diretos, a projeção do mercado para este ano subiu de US$ 16,10 bilhões para US$ 16,20 bilhões.
Juros
Para a taxa de juros, a estimativa do mercado financeiro não se alterou na semana passada. Para o fim de janeiro, permaneceu estável em 13% ao ano, o que pressupõe um corte de 0,25 ponto percentual na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de 23 e 24 deste mês. Atualmente, a taxa de juros está em 13,25% ao ano, a mais baixa desde a criação da taxa Selic, mas também os juros reais (descontados a inflação) mais elevados do planeta. O mercado financeiro também manteve estável em 11,75% ao ano a sua projeção para a taxa Selic no final de 2007.
IPCA
O BC calibra a taxa de juros de modo que a meta de inflação deste ano, de 2007 e de 2008, todas em 4,50%, sejam atingidas. Pelo sistema de metas de inflação, porém, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) pode variar entre 2,50% e 6,50% nestes três anos sem que a meta seja formalmente descumprida.
A projeção do mercado financeiro para o IPCA de 2007 ficou estável em 4% na última semana, ou seja, abaixo da meta central de inflação de 4,50% para o próximo ano. Cabe lembrar que o BC, neste momento, já está definindo a taxa de juros com base no cenário inflacionário para 2007.
No caso do IPCA de 2006, houve estabibilidade em 3,11% na projeção do mercado financeiro. A estimativa ainda permanece bem distante da meta central de inflação de 4,50% para este ano. No caso do IPCA dos próximos doze meses, segundo informações divulgadas pelo BC, a estimativa caiu de 4,06% na semana retrasada para 4,02% na última semana.
PIB
A projeção do mercado financeiro para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano apresentou estabilidade em 3,50% na última semana. No caso da produção industrial, a estimativa do mercado, para o crescimento de 2006, permaneceu inalterada em 4% na semana passada.
Fonte: Globo
Notícias em destaque
Relatório Anual Ibá: Brasil bate recordes na produção e exportação de celulose
A produção brasileira de celulose alcançou a marca recorde de 29,4 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de...
(SETOR FLORESTAL)
Pesquisa busca adaptar pinus às mudanças climáticas e aumentar a produtividade
Embrapa Florestas desenvolve desde 2021 estudo para identificar materiais genéticos mais adaptados às transformações...
(TECNOLOGIA)
Mercado de madeira tratada deve crescer 6,7 por cento ao ano até 2030, segundo pesquisa
O mercado mundial de madeira tratada deve crescer, em média, 6,7% ao ano até 2030, segundo projeção da Grand View...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Suzano abre oportunidades de emprego em Bataguassu, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS)
Oportunidades abrangem áreas florestal, manutenção, logística, administrativa e operacional, com...
(GERAL)
Suzano bate recorde em Santos e embarca 39,1 mil t de celulose em 24h
Volume, que seguiu em dois navios para a Europa, equivale a 407 vagões de trens de carga
A Suzano embarcou 39,1 mil toneladas de...
(LOGÍSTICA)
Em cenário desafiador, setor brasileiro de árvores cultivadas exporta US$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026
Boletim Mosaico, produzido pela Ibá, traz os resultados da indústria no período; China segue como principal destino dos...
(MERCADO)














