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Notícias
19
dez
2006
(GERAL)
Operação Desmonte apreende mais de 10 mil m3 de madeira na divisa de RO, AC e AM
Depois de apreender mais de dez mil metros cúbicos de madeira irregular, o Ibama continua a Operação Desmonte, no distrito de Vista Alegre do Abunã, divisa de Rondônia com os estados de Acre e Amazonas. Participam da ação de fiscalização 180 homens e mulheres da Policia Federal, Exército (17º Batalhão de Infantaria de Selva e 4º Batalhão de Engenharia de Construção), Pelotão Ambiental, Companhia de Operações Especiais da Polícia Militar do Acre e Ibama dos estados do Acre e Rondônia.
Mais da metade da madeira apreendida durante a operação será doada ao Governo do Estado para construção de casas populares, e o restante para a penitenciária e o Exército. Logo no primeiro dia de vistoria, na última terça, 12, as equipes conseguiram localizar 4.800 metros cúbicos de madeira irregular, que estava separada por espécies sendo: maçaranduba, cedro, cumaru cetim, cumaru ferro e outras. Com apenas essa apreensão, dá para construir 900 casas populares. A madeira estava estocada em um local próximo à sede de várias madeireiras, e no mesmo dia já começou a ser transportada para a serraria da Funtac, em Rio Branco, onde está sendo estocada.
O acampamento da operação foi montado a três quilômetros após o distrito de Vista Alegre do Abunã/RO onde as equipes contam com apoio de um helicóptero que ajuda na localização da madeira. O lugar tem hoje 35 serrarias que começaram a se instalar no local a partir de 2000, e mesmo sem nenhuma estrutura vivem mais de cinco mil famílias. Foi realizada uma reunião com os moradores para que eles fossem informados sobre a operação.
O superintende do Ibama, Anselmo Forneck, diz que” o dano ambiental é complicado de ser reparado, já que as árvores tiradas ilegalmente levaram centenas de anos para alcançar a idade adulta, mas o importante é que o crime ambiental será transformado em benefício social”.
Ação integrada - As serrarias da região foram todas notificadas, e a madeira armazenada nos pátios medidas. Empresas madeireiras sem documentação foram lacradas. A mobilização do Ibama incluiu os escritórios de Cruzeiro do Sul e Sena Madureira. Responsável por fazer a medição nos pátios, o servidor Márcio Vinicius disse que “o mais gratificante em participar de uma operação como essa é que a madeira apreendida servirá para ajudar várias pessoas”.
Uma segunda etapa da operação será o desmonte das serrarias que não apresentaram a documentação exigida para funcionamento, e deve começar no fim de semana. A expectativa é que até o final da operação sejam apreendidos 15 mil metros cúbicos de madeira. A coordenadora de campo da operação, Sirlene Silva, diz que é enriquecedor trabalhar em parceria com diversas instituições. “Essa união no trabalho mostra o amadurecimento da gestão ambiental no país”.
Jane Vasconcelos
Mais da metade da madeira apreendida durante a operação será doada ao Governo do Estado para construção de casas populares, e o restante para a penitenciária e o Exército. Logo no primeiro dia de vistoria, na última terça, 12, as equipes conseguiram localizar 4.800 metros cúbicos de madeira irregular, que estava separada por espécies sendo: maçaranduba, cedro, cumaru cetim, cumaru ferro e outras. Com apenas essa apreensão, dá para construir 900 casas populares. A madeira estava estocada em um local próximo à sede de várias madeireiras, e no mesmo dia já começou a ser transportada para a serraria da Funtac, em Rio Branco, onde está sendo estocada.
O acampamento da operação foi montado a três quilômetros após o distrito de Vista Alegre do Abunã/RO onde as equipes contam com apoio de um helicóptero que ajuda na localização da madeira. O lugar tem hoje 35 serrarias que começaram a se instalar no local a partir de 2000, e mesmo sem nenhuma estrutura vivem mais de cinco mil famílias. Foi realizada uma reunião com os moradores para que eles fossem informados sobre a operação.
O superintende do Ibama, Anselmo Forneck, diz que” o dano ambiental é complicado de ser reparado, já que as árvores tiradas ilegalmente levaram centenas de anos para alcançar a idade adulta, mas o importante é que o crime ambiental será transformado em benefício social”.
Ação integrada - As serrarias da região foram todas notificadas, e a madeira armazenada nos pátios medidas. Empresas madeireiras sem documentação foram lacradas. A mobilização do Ibama incluiu os escritórios de Cruzeiro do Sul e Sena Madureira. Responsável por fazer a medição nos pátios, o servidor Márcio Vinicius disse que “o mais gratificante em participar de uma operação como essa é que a madeira apreendida servirá para ajudar várias pessoas”.
Uma segunda etapa da operação será o desmonte das serrarias que não apresentaram a documentação exigida para funcionamento, e deve começar no fim de semana. A expectativa é que até o final da operação sejam apreendidos 15 mil metros cúbicos de madeira. A coordenadora de campo da operação, Sirlene Silva, diz que é enriquecedor trabalhar em parceria com diversas instituições. “Essa união no trabalho mostra o amadurecimento da gestão ambiental no país”.
Jane Vasconcelos
Fonte: Ibama
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