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Notícias
23
nov
2006
(GERAL)
Carvão vegetal deve ser retirado da lista de cargas perigosas
O deputado Paulo Azeredo (PDT) terá audiência com o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, e com o diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), José Alexandre Resende.
O encontro foi marcado pelo senador Sérgio Zambiasi (PTB) e deverá ter a presença de vários prefeitos e lideranças do Estado, visando garantir a retirada do carvão vegetal da lista de cargas perigosas.
"O carvão não é carga perigosa, pois não entra em combustão espontânea", destaca Azeredo, com base no laudo técnico da Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec), do governo do Estado. O documento já foi encaminhado anteriormente para o Ministério dos Transportes e ANTT. Os estudos da Cientec comprovam que o carvão vegetal produzido no Rio Grande do Sul não possui atividade pirofórica e não apresenta o fenômeno de combustão espontânea. Por isso, o parlamentar entende que não deveriam ser exigidos os equipamentos de segurança de produtos perigosos, o que tem gerado muitas multas para os transportadores. "Para colocarmos fogo no carvão vegetal precisamos de materiais que iniciem a combustão. Por isso, ele não oferece riscos de queimar quando transportado", explica.
Conforme Azeredo, a retirada da lista de cargas perigosas beneficiará mais de 30 mil famílias, que trabalham com a produção e transporte de carvão vegetal no Estado. O parlamentar lembra a mobilização pela mudança na resolução do transporte de lenha, a qual dificultava o trabalho dos produtores e transportadores. Com a alteração, os transportadores não serão prejudicados.
O encontro foi marcado pelo senador Sérgio Zambiasi (PTB) e deverá ter a presença de vários prefeitos e lideranças do Estado, visando garantir a retirada do carvão vegetal da lista de cargas perigosas.
"O carvão não é carga perigosa, pois não entra em combustão espontânea", destaca Azeredo, com base no laudo técnico da Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec), do governo do Estado. O documento já foi encaminhado anteriormente para o Ministério dos Transportes e ANTT. Os estudos da Cientec comprovam que o carvão vegetal produzido no Rio Grande do Sul não possui atividade pirofórica e não apresenta o fenômeno de combustão espontânea. Por isso, o parlamentar entende que não deveriam ser exigidos os equipamentos de segurança de produtos perigosos, o que tem gerado muitas multas para os transportadores. "Para colocarmos fogo no carvão vegetal precisamos de materiais que iniciem a combustão. Por isso, ele não oferece riscos de queimar quando transportado", explica.
Conforme Azeredo, a retirada da lista de cargas perigosas beneficiará mais de 30 mil famílias, que trabalham com a produção e transporte de carvão vegetal no Estado. O parlamentar lembra a mobilização pela mudança na resolução do transporte de lenha, a qual dificultava o trabalho dos produtores e transportadores. Com a alteração, os transportadores não serão prejudicados.
Fonte: Guilherme Baptista / PDT - Ass. Legislativa
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