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Notícias
16
nov
2006
(GERAL)
Sinop movimenta R$ 173 milhões em vendas de madeira
Indústrias madeireiras de Sinop reagem lentamente diante às adaptações do setor nos últimos dois anos, principalmente quanto as novas exigências legais. O município movimentou R$ 173 milhões com a venda de madeira este ano, de acordo com um balanço da Secretaria do Estado de Meio Ambiente (Sema). Só Notícias apurou que é o maior volume do Estado e corresponde a 18% das vendas internas e para exportação.
Do montante, R$ 80,8 milhões foram de exportações. Outros R$ 80 milhões foram de negócio para outros Estados e R$ 12 milhões em negócios internos. Em todo o Estado foram movimentados R$ 923 milhões no período. A maior parte das negociações foram feitas com outros Estados, somando um total e R$ 490 milhões.
Já o volume de madeira transportado entre janeiro a novembro, pelas indústrias madeireiras de Sinop, somou 70 mil metros cúbicos de madeira, de diversas espécies, entre elas Angelim, Cambará, Cajueiro, Copaíba, Cedro, Garapeira, Itaúba, Peroba, Sucupira, Champanha, entre outros.
Para o presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte do Mato Grosso (Sindusmad), Jaldes Langer, os números são positivos, mas ainda são inferiores a outros anos. "Não reflete os anos anteriores, até pela atual situação que o Norte passa hoje", completou.
Segundo ele, o setor ainda não está satisfeito com os resultados e o mercado não está favorável às negociações. O período chuvoso também preocupa muitos empresários, que enfrentam dificuldades na retirada de matéria-prima. "Esperamos que o setor continue mantendo esse volume de vendas", concluiu.
Do montante, R$ 80,8 milhões foram de exportações. Outros R$ 80 milhões foram de negócio para outros Estados e R$ 12 milhões em negócios internos. Em todo o Estado foram movimentados R$ 923 milhões no período. A maior parte das negociações foram feitas com outros Estados, somando um total e R$ 490 milhões.
Já o volume de madeira transportado entre janeiro a novembro, pelas indústrias madeireiras de Sinop, somou 70 mil metros cúbicos de madeira, de diversas espécies, entre elas Angelim, Cambará, Cajueiro, Copaíba, Cedro, Garapeira, Itaúba, Peroba, Sucupira, Champanha, entre outros.
Para o presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte do Mato Grosso (Sindusmad), Jaldes Langer, os números são positivos, mas ainda são inferiores a outros anos. "Não reflete os anos anteriores, até pela atual situação que o Norte passa hoje", completou.
Segundo ele, o setor ainda não está satisfeito com os resultados e o mercado não está favorável às negociações. O período chuvoso também preocupa muitos empresários, que enfrentam dificuldades na retirada de matéria-prima. "Esperamos que o setor continue mantendo esse volume de vendas", concluiu.
Fonte: Só Notícias/Tania Rauber
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