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Notícias
13
nov
2006
(GERAL)
Pólo florestal gaúcho receberá US$ 4 bilhões
Se a Aracruz Celulose deve ao município sua marca, a cidade de Aracruz (ES) também tem dívidas com a fábrica instalada para produzir celulose em 1978, na localidade de Barra do Riacho.
Quando as primeiras florestas de eucalipto começaram a ser plantadas no local, no início dos anos 70, não havia estradas, nem empresas na região. A população era estritamente rural.
- Não tínhamos infra-estrutura aqui. Depois que a Aracruz se instalou, não só foram gerados milhares de empregos, também indústrias de fornecedores se instalaram. O pólo florestal gaúcho tem maior potencial industrial. Porque já há infra-estrutura e porque não é só uma indústria, são três - diz Walter Lidio Nunes, diretor da Aracruz Celulose, referindo-se aos projetos da Votorantim Celulose e Papel e da Stora Enso.
Nunes lembra que serão quase US$ 4 bilhões em investimentos nas três fábricas das três empresas com a produção de mais de 3 milhões de toneladas de celulose por ano com potencial de atrair outros investimentos.
- A gente sabe porque falam (empresários de outros setores complementares) com a gente. E já colocamos isso para a nova governadora (Yeda Crusius). Dissemos que o Estado tem papel importante para fazer desse pólo industrial de base florestal o maior projeto de investimento do Rio Grande do Sul - afirma.
Empresário vê necessidade de criar cadeia produtiva
Nunes defende que a governadora e seu governo não lide só com as três empresas, mas veja como um pólo industrial, incluindo as fábricas de madeira e MDF, as indústrias de máquinas, a indústria metalmecânica e química. Enfim, toda a cadeia:
- É preciso atrair empresas que complementem a cadeia. No Espírito Santo, isso aconteceu. Um exemplo é a indústria que completa a montagem de harvesters (tipo sofisticado de trator de colheita) aqui. Não estou teorizando. Estou falando como quem assistiu a todo esse crescimento e vê que pode se repetir com muito mais força no Rio Grande do Sul.
Enquanto a empresa tenta provar, no Rio Grande do Sul, que o projeto é viável do ponto de vista ambiental, no Espírito Santo, ainda enfrenta uma disputa com índios por terras. Nos meses de outubro e novembro cerca de 200 mil árvores foram incendiadas numa área de 170 hectares de florestas de eucalipto e mata nativa na região. O prejuízo é estimado em R$ 2,5 milhões.
Quando as primeiras florestas de eucalipto começaram a ser plantadas no local, no início dos anos 70, não havia estradas, nem empresas na região. A população era estritamente rural.
- Não tínhamos infra-estrutura aqui. Depois que a Aracruz se instalou, não só foram gerados milhares de empregos, também indústrias de fornecedores se instalaram. O pólo florestal gaúcho tem maior potencial industrial. Porque já há infra-estrutura e porque não é só uma indústria, são três - diz Walter Lidio Nunes, diretor da Aracruz Celulose, referindo-se aos projetos da Votorantim Celulose e Papel e da Stora Enso.
Nunes lembra que serão quase US$ 4 bilhões em investimentos nas três fábricas das três empresas com a produção de mais de 3 milhões de toneladas de celulose por ano com potencial de atrair outros investimentos.
- A gente sabe porque falam (empresários de outros setores complementares) com a gente. E já colocamos isso para a nova governadora (Yeda Crusius). Dissemos que o Estado tem papel importante para fazer desse pólo industrial de base florestal o maior projeto de investimento do Rio Grande do Sul - afirma.
Empresário vê necessidade de criar cadeia produtiva
Nunes defende que a governadora e seu governo não lide só com as três empresas, mas veja como um pólo industrial, incluindo as fábricas de madeira e MDF, as indústrias de máquinas, a indústria metalmecânica e química. Enfim, toda a cadeia:
- É preciso atrair empresas que complementem a cadeia. No Espírito Santo, isso aconteceu. Um exemplo é a indústria que completa a montagem de harvesters (tipo sofisticado de trator de colheita) aqui. Não estou teorizando. Estou falando como quem assistiu a todo esse crescimento e vê que pode se repetir com muito mais força no Rio Grande do Sul.
Enquanto a empresa tenta provar, no Rio Grande do Sul, que o projeto é viável do ponto de vista ambiental, no Espírito Santo, ainda enfrenta uma disputa com índios por terras. Nos meses de outubro e novembro cerca de 200 mil árvores foram incendiadas numa área de 170 hectares de florestas de eucalipto e mata nativa na região. O prejuízo é estimado em R$ 2,5 milhões.
Fonte: Zero Hora/RS
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