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Notícias
09
nov
2006
(GERAL)
Campanha pede 1 bilhão de árvores contra o efeito estufa
A ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, Wangari Maathai, convocou cidadãos de todo o mundo para plantar 1 bilhão de árvores ao longo de 2007, a fim de combater o aquecimento global. "Isto é algo que qualquer um pode fazer", disse Maathai, durante a conferência das Nações Unidas sobre a mudança climática, que levou delegados de mais de 100 países ao Quênia.
Maathai, que em 2004 tornou-se a primeira negra africana a ganhar um Nobel, disse que o objetivo da campanha é inspirar o cidadão comum a fazer algo pelo ambiente. Mas ela ressaltou que é importante garantir que as árvores prosperem depois de plantadas.
"Uma coisa é plantar uma árvore, outra é fazê-la sobreviver", disse Maathai, que fundou o Partido Verde do Quênia em 1987. "Se você sabe que não vai cuidar da árvore, nem se incomode".
Cientistas atribuem a elevação média da temperatura global ao longo do século 20, de 0,6º C, à acumulação de dióxido de carbono e de outros gases que prendem o calor na atmosfera. Boa parte do aumento da concentração desses gases é atribuída à atividade humana, principalmente indústrias e automóveis.
A África, que já corre diversos riscos de desequilíbrio ambiental, é o continente que mais deverá sofrer com o deslocamento das zonas climáticas e secas.
A destruição de árvores, com a queima da madeira, contribui com o aquecimento global, liberando cerca de 370 milhões de toneladas de gases do efeito estufa a cada ano - cerca de 5% do total global - dizem cientistas. Plantar árvores pode compensar parte do dano ambiental, porque as plantas absorvem gás carbônico.
O projeto de plantio de árvores, organizado pelo Programa das Ações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), mostra que a "ação (contra a mudança climática) não precisa ficar confinada aos corredores das salas de negociação", afirma Achem Steiner, diretor-executivo do Pnuma.
O projeto pede que os participantes entrem no website do Pnuma e registrem as árvores plantadas.
Maathai, que em 2004 tornou-se a primeira negra africana a ganhar um Nobel, disse que o objetivo da campanha é inspirar o cidadão comum a fazer algo pelo ambiente. Mas ela ressaltou que é importante garantir que as árvores prosperem depois de plantadas.
"Uma coisa é plantar uma árvore, outra é fazê-la sobreviver", disse Maathai, que fundou o Partido Verde do Quênia em 1987. "Se você sabe que não vai cuidar da árvore, nem se incomode".
Cientistas atribuem a elevação média da temperatura global ao longo do século 20, de 0,6º C, à acumulação de dióxido de carbono e de outros gases que prendem o calor na atmosfera. Boa parte do aumento da concentração desses gases é atribuída à atividade humana, principalmente indústrias e automóveis.
A África, que já corre diversos riscos de desequilíbrio ambiental, é o continente que mais deverá sofrer com o deslocamento das zonas climáticas e secas.
A destruição de árvores, com a queima da madeira, contribui com o aquecimento global, liberando cerca de 370 milhões de toneladas de gases do efeito estufa a cada ano - cerca de 5% do total global - dizem cientistas. Plantar árvores pode compensar parte do dano ambiental, porque as plantas absorvem gás carbônico.
O projeto de plantio de árvores, organizado pelo Programa das Ações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), mostra que a "ação (contra a mudança climática) não precisa ficar confinada aos corredores das salas de negociação", afirma Achem Steiner, diretor-executivo do Pnuma.
O projeto pede que os participantes entrem no website do Pnuma e registrem as árvores plantadas.
Fonte: Folha on line
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