Voltar
Notícias
07
nov
2006
(GERAL)
Fazendeiros Australianos perdem bilhões por não participar de Kyoto
Segundo um novo relatório, publicado pelo ‘Climate Institute’, os fazendeiros Australianos estão perdendo até A$2.5 bilhões em potenciais lucros que poderiam ser adquiridos se o país participasse dos esquemas de redução de emissões do Protocolo de Kyoto.
Reduzindo o desmatamento os fazendeiros poderiam ter ganho A$1.8 bilhões entre 2008 e 2012, se a Austrália tivesse ratificado o Protocolo de Kyoto, podendo ainda ter lucrado de A$700 - A$900 milhões através da negociação doméstica de emissões, segundo o relatório patrocinado pela Federação Nacional de Fazendeiros da Austrália.
“Estes dois estudos juntos indicam que a ratificação do Protocolo de Kyoto e a implementação de um esquema de comércio de emissões poderia fornecer aos fazendeiros uma renda de A$2.5 bilhões ao longo de cinco anos,” declarou o presidente do Climate Institute, Corin Millais. “Ao contrário, os fazendeiros que mais esforçaram-se para reduzir as emissões de gases do efeito estufa na Austrália, estão sendo penalizados financeiramente pelas políticas governamentais atuais.”
O instituto disse que o Primeiro Ministro John Howars está errado ao pensar que a Austrália pode alcançar a sua meta de reduzir 8% as suas emissões em relação a 1990 até 2012 reduzindo somente as emissões reais. Uma redução do desmatamento também é necessária, indica o relatório.
Reduzindo o desmatamento os fazendeiros poderiam ter ganho A$1.8 bilhões entre 2008 e 2012, se a Austrália tivesse ratificado o Protocolo de Kyoto, podendo ainda ter lucrado de A$700 - A$900 milhões através da negociação doméstica de emissões, segundo o relatório patrocinado pela Federação Nacional de Fazendeiros da Austrália.
“Estes dois estudos juntos indicam que a ratificação do Protocolo de Kyoto e a implementação de um esquema de comércio de emissões poderia fornecer aos fazendeiros uma renda de A$2.5 bilhões ao longo de cinco anos,” declarou o presidente do Climate Institute, Corin Millais. “Ao contrário, os fazendeiros que mais esforçaram-se para reduzir as emissões de gases do efeito estufa na Austrália, estão sendo penalizados financeiramente pelas políticas governamentais atuais.”
O instituto disse que o Primeiro Ministro John Howars está errado ao pensar que a Austrália pode alcançar a sua meta de reduzir 8% as suas emissões em relação a 1990 até 2012 reduzindo somente as emissões reais. Uma redução do desmatamento também é necessária, indica o relatório.
Fonte: Fernanda B Muller/ CarbonoBrasil
Notícias em destaque
Relatório Anual Ibá: Brasil bate recordes na produção e exportação de celulose
A produção brasileira de celulose alcançou a marca recorde de 29,4 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de...
(SETOR FLORESTAL)
Pesquisa busca adaptar pinus às mudanças climáticas e aumentar a produtividade
Embrapa Florestas desenvolve desde 2021 estudo para identificar materiais genéticos mais adaptados às transformações...
(TECNOLOGIA)
Mercado de madeira tratada deve crescer 6,7 por cento ao ano até 2030, segundo pesquisa
O mercado mundial de madeira tratada deve crescer, em média, 6,7% ao ano até 2030, segundo projeção da Grand View...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Suzano abre oportunidades de emprego em Bataguassu, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS)
Oportunidades abrangem áreas florestal, manutenção, logística, administrativa e operacional, com...
(GERAL)
Suzano bate recorde em Santos e embarca 39,1 mil t de celulose em 24h
Volume, que seguiu em dois navios para a Europa, equivale a 407 vagões de trens de carga
A Suzano embarcou 39,1 mil toneladas de...
(LOGÍSTICA)
Em cenário desafiador, setor brasileiro de árvores cultivadas exporta US$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026
Boletim Mosaico, produzido pela Ibá, traz os resultados da indústria no período; China segue como principal destino dos...
(MERCADO)














