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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Eucalipto de laboratório tem maior teor de celulose.
A modificação genética do eucalipto pode aumentar seu teor de celulose e melhorar a qualidade do papel produzido no país. Clonados e modificados em laboratório, os genes responsáveis pela biossíntese de celulose e lignina serão reintroduzidos nas plantas por meio da bactéria Agrobacterium tumefaciensis, que infecta o tecido do vegetal a partir do caule da árvore.
O eucalipto modificado está sendo pesquisado no Laboratório de Genética Fisiológica da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), e os estudos devem ser concluídos dentro de três ou quatro anos. Antes de ser aplicado no eucalipto, os genes modificados serão introduzidos e aprimorados na planta Arabdopsis thaliana.
Originária da América do Norte, esta espécie de planta é muito utilizada em experimentos genéticos e tem um sistema vascular semelhante ao do eucalipto, com a vantagem de crescer com mais rapidez. “A técnica só será aplicada no eucalipto depois de ser aprimorada na planta-modelo”, explica o professor e coordenador da pesquisa, Carlos Alberto Labate.
Segundo ele, o objetivo da pesquisa é aumentar o teor de celulose (matéria-prima do papel) e reduzir a biossíntese da lignina, substância componente da parede celular dos vegetais e responsável pela coloração amarelada da pasta de celulose extraída do eucalipto. Com menos lignina e mais celulose, é possível reduzir custos e melhorar a qualidade do produto final.
No processo de industrialização do papel, a pasta precisa ser branqueada com a ajuda de produtos químicos, o que acaba encarecendo o custo de produção. “Com o aumento da solubilidade da lignina, o processo de branqueamento poderia ser eliminado”, observa Labate. (Com informações da Agência USP)
UJ
Fonte: AgênciaBR
25/set/03
O eucalipto modificado está sendo pesquisado no Laboratório de Genética Fisiológica da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), e os estudos devem ser concluídos dentro de três ou quatro anos. Antes de ser aplicado no eucalipto, os genes modificados serão introduzidos e aprimorados na planta Arabdopsis thaliana.
Originária da América do Norte, esta espécie de planta é muito utilizada em experimentos genéticos e tem um sistema vascular semelhante ao do eucalipto, com a vantagem de crescer com mais rapidez. “A técnica só será aplicada no eucalipto depois de ser aprimorada na planta-modelo”, explica o professor e coordenador da pesquisa, Carlos Alberto Labate.
Segundo ele, o objetivo da pesquisa é aumentar o teor de celulose (matéria-prima do papel) e reduzir a biossíntese da lignina, substância componente da parede celular dos vegetais e responsável pela coloração amarelada da pasta de celulose extraída do eucalipto. Com menos lignina e mais celulose, é possível reduzir custos e melhorar a qualidade do produto final.
No processo de industrialização do papel, a pasta precisa ser branqueada com a ajuda de produtos químicos, o que acaba encarecendo o custo de produção. “Com o aumento da solubilidade da lignina, o processo de branqueamento poderia ser eliminado”, observa Labate. (Com informações da Agência USP)
UJ
Fonte: AgênciaBR
25/set/03
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